segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Igreja que prega libertação para homossexuais deve ser punida, diz Jean Wyllys

Julio Severo

O ativista homossexual e deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ), ganhador do Big Brother Brasil de 2005, afirmou em entrevista ao UOL e à Folha de S. Paulo que padres e pastores devem ser punidos por oferecerem, em seus programas de TV e rádio, recuperação, libertação ou cura da homossexualidade. Para ele, tal oferta é crime. “A afirmação de que homossexualidade é uma doença gera sofrimento psíquico para a pessoa homossexual e para a família dessa pessoa”, disse a ex-estrela do BBB.

O atuante ativista gay no Congresso Nacional afirmou que, por enquanto, os religiosos “são livres para dizerem no púlpito de suas igrejas que a homossexualidade é pecado”. Mas o problema surge, segundo ele, quando os religiosos usam os meios públicos como internet, rádio e TV para dizerem que a homossexualidade é pecado ou perversão, que para ele é “demonizar e desumanizar uma comunidade inteira, como é a comunidade homossexual”.

Na entrevista, Wyllys disse que um PLC 122 que só pune lesão corporal ou assassinato é inútil, pois o Código Penal já pune esses crimes. O PLC 122, segundo ele, deveria punir “expressões da homofobia, como a injúria”. Se um homossexual, por exemplo, se sente injuriado com informações escritas ou orais que descrevem os atos homossexuais como pecado, ele poderia acionar a polícia contra o autor das informações.

Por outro lado, pais e mães que se sentem injuriados com informações, cenas e aulas que expõem seus filhos à atividade homossexual como normal não contam com nenhuma lei de proteção, pois ao abrirem a boca para protestar contra a exposição gay eles podem sofrer represálias politicamente corretas. O clima governamental e midiático é tão violentamente pró-homossexualismo que os adultos sentem medo de expressar que eles mesmos se sentem injuriados com a carga de cenas e informações homossexuais que lhes são impostas de todos os lados.

A entrevista ainda diz:

Folha/UOL: No relatório da senadora Marta Suplicy é tratado o caso de cultos religiosos. E há uma certa leniência em relação ao que acontece dentro de templos religiosos. Como ficou essa parte e o que o sr. acha dessa abordagem.

Jean Wyllys: Eu acho que as religiões, elas têm liberdade para propagar da maneira que elas melhor escolheram, definiram, os seus valores. A sua concepção de vida boa. Isso é uma coisa garantida na Constituição e que a gente tem que defender. As religiões são livres para isso. E os pastores são livres para dizer no púlpito de suas igrejas que a homossexualidade é pecado, já que eles assim o entendem.

Entretanto, eu não acho que os pastores que estão ali explorando uma concessão pública de rádio e TV tenham que aproveitar esses espaços para demonizar e desumanizar uma comunidade inteira, como é a comunidade homossexual.

Folha/UOL: Como tratar isso?

Jean Wyllys: Isso é uma injúria. É uma injúria contra um coletivo. E essa injúria motivada pela homofobia, ou seja, a promoção da desqualificação pública da homossexualidade e da dignidade, e ferindo a dignidade dos homossexuais, ela tem que ser enfrentada.Wyllys não está incomodado com a grande mídia, que é descaradamente pró-homossexualismo. O incômodo dele está direcionado às poucas rádios, TVs e sites que pertencem às igrejas e pregam o que ele define como “injúria”.

Assim, enquanto que de um lado a população nada faz contra a exaltação do homossexualismo nos grandes meios de comunicação que sobrevivem às custas de patrocínio e verbas governamentais, a minoria gay, com ampla ajuda do Estado, quer suprimir, silenciar e até prender a maioria que quer liberdade para denunciar o pecado homossexual a partir de seus pequenos meios de comunicação.

Se o deputado-ativista gay conseguir o que quer, a única opinião permitida nas escolas, TV, rádio e internet será a glorificação do homossexualismo, expondo as crianças a um onipresente “kit gay” midiático, onde meninos e meninas aprenderão que homossexualismo é só bom e nada mais — sem jamais terem acesso a informações científicas, médicas, filosóficas e bíblicas.

Os homossexuais, sejam ativistas ou não, não podem alegar que a maciça doutrinação homossexual que eles querem para as crianças nas escolas, TV, rádio e internet tem como objetivo educar seus próprios filhos, pois o homossexualismo não gera filhos. Gera apenas doenças.


Como disse Luiz Mott, líder máximo do movimento homossexual do Brasil:

“Eu costumo falar: Nós precisamos de vocês, heterossexuais. Nós amamos vocês, para que reproduzam filhos que se tornem homossexuais: novos gays e novas lésbicas”.

A declaração de Mott se encontra registrada neste vídeo: http://youtu.be/mF3Z9dO2IBE
Sobre nós, pais e mães, fica, na visão de Jean Wyllys e Luiz Mott, a missão de ter filhos. Aos ativistas gays fica a missão de doutrinar nossos filhos no homossexualismo, para que se tornem os novos gays e as novas lésbicas que o movimento homossexual precisa.

Estudo Biblico TEMA: Prevenção e Reação ao Homossexualismo

TEMA: Prevenção e Reação ao Homossexualismo

Data: 08 de março de 2011
Livro-base: Como Proteger Nossos Filhos Contra a Ameaça do Homossexualismo
Autor: Don Scchmierer, 1ª Edição/2002, Editora CPAD.
Texto-base: I Coríntios 6:9-10 ; Tiago 5:19-20; Romanos 1:22-32
Textos auxiliares: Mt 19:4-6; Rm 12:1-2; Tg 3:16; Tg 1:20.

Sumário:
1. Tendência homossexual, condição homossexual e homossexualismo, fl. 22.
2. Desmitificações:
a) Ninguém nasce homossexual – o homossexualismo não é genético, fl. 58;
b) O homossexualismo é reversível, fl. 14 – II Co 5:18-20; I Jo 1:9;
c) O homossexualismo é uma opção de vida de alto risco, fls. 91, 94, 98-99;
d) A Bíblia condena o homossexualismo, fls. 73-74;
e) O homossexualismo guarda estreita relação com o abuso sexual na infância, fl. 19.
3. Causas e condições que favorecem o desenvolvimento da tendência homossexual, fls. 151-159.
4. Sinais de problemas de ordem sexual, fl.26-27.
5. Doze atitudes que toda a igreja deve tomar, fls. 45-47; 170-172.
6. Dez princípios da educação preventiva (para os pais), fl. 140-141; 82-83.

1. Tendência homossexual, condição homossexual e homossexualismo:
O processo que leva uma pessoa em desenvolvimento à condição de homossexual efetivamente se dá em etapas, começando por uma tendência homossexual – conjunto de déficits físicos, emocionais e ambientais que predispõem o indivíduo para a condição homossexual, que por sua vez, diz respeito a atitudes que transmitem intenção sexual, experimentação e algum nível de envolvimento nesta área. Enfim, a pessoa chega a ser considerada homossexual de fato.

A criança ou adolescente que apresenta atitudes destoantes com a do seu sexo não significa que seja um homossexual.

O fato de que duas pessoas do mesmo sexo tenham mantido relações sexuais não significa que ambos ou um deles seja de fato homossexual.

2. Desmitificações:

a) Ninguém nasce homossexual – o homossexualismo NÃO é genético:
Não existe um terceiro sexo determinado por genes e cromossomos (os cromossomos contêm os genes, que contém as informações). A Biologia (Genética) afirma que os seres humanos possuem 23 pares de cromossomos idênticos, exceto pelo par 23°, em que as mulheres possuem cromossomos XX e os homens cromossomos XY.

Contudo, há características comuns entre pessoas homossexuais. Por exemplo, jogadores de basquete são altos, ágeis, tem estrutura óssea e metabolismo similares, o que não significa que eles sejam geneticamente programados para serem jogadores de basquete – a decisão é de cada um deles. O mesmo acontece com os homossexuais.
Por que as pessoas acreditam que homossexuais já nascem assim?

A pressão exercida por ativistas homossexuais, acusando os psiquiatras de discriminação, fez com que a partir de 1973 o homossexualismo passasse a ser visto como um estilo de vida alternativo, não mais como uma forma de desvio sexual – por motivos políticos. Essa mudança de definição ocorreu quando a Associação Americana Psiquiatria (APA) eliminou a palavra homossexualidade do seu Manual de Diagnóstico e Estatística, deixando de considerá-la uma desordem psicológica. Cinco anos depois, uma pesquisa realizada com 2.500 membros americanos da APA revelou que 68% deles ainda consideravam a homossexualidade como desordem psicológica.

“No Brasil, em1985, o Conselho Federal de Psicologia deixou de considerar a homossexualidade um desvio sexual e, em 1999, estabeleceu regras para a atuação dos psicólogos em relação às questões de orientação sexual, declarando que "a homossexualidade não constitui doença, nem distúrbio e nem perversão" e que os psicólogos não colaborarão com eventos e serviços que proponham tratamento e/ou cura da homossexualidade. No dia 17 de Maio de 1990, a Assembleia-geral da Organização Mundial de Saúde (sigla OMS) retirou a homossexualidade da sua lista de doenças mentais, a Classificação Internacional de Doenças (sigla CID).[21][20] Por fim, em 1991, a Anistia Internacional passou a considerar a discriminação contra homossexuais uma violação aos direitos humanos.” (Wikipédia)

O que diz a Bíblia?

Gênesis 1:26

“E Deus criou o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou.”

Quando Ele criou a vida vegetal (Gn 1:11-19) e a animal (Gn 1:20-25), lê-se: “...e viu Deus que era bom.” Mas, quando Ele cria homem e mulher no último dia de trabalho, o texto diz: “E viu Deus quanto tinha feito, e eis que era muito bom; e foi a tarde e a manhã do dia sexto.” (grifei)

Vimos Deus empenhar-se na criação. Somos projeto Dele – completos perfeitos e acabados. Quando afirmamos que Deus criou alguém homossexual, estamos dizendo que esta obra foi imperfeita, defeituosa, incoerente. Este argumento é incompatível não só com a Palavra de Deus mas também com a ciência.

b) O homossexualismo é reversível:

O homossexualismo é tratável e reversível, principalmente nos dois primeiros estágios do processo, porque se desenvolve a partir de falsas impressões do ser em desenvolvimento, ou seja, ele tem origem em interpretações errôneas do que acontece consigo ou ao seu redor. O homossexualismo é reversível principalmente quando se dá a partir de sequela resultante de abuso sexual e sabemos que feridas e traumas podem ser tratados e curados.

A condição homossexual é um desvio da sexualidade saudável. Não devemos considerá-la como um estado permanente, nem como um terceiro sexo, ou um estilo de vida misteriosamente selado pelo destino. Ela é uma condição e, como tal, pode ser mudada, alterada e evitada, desde que reconhecida em seus estágios iniciais.

Nos E.U.A. existem grupos cristãos de resgate de homossexuais – Exodus, Courage e Homossexuais Anônimos são alguns deles.

II Coríntios 5:18-20

“E tudo isto provém de Deus, que nos reconciliou consigo mesmo por Jesus Cristo, e nos deu o ministério da reconciliação;

Isto é, Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo, não lhes imputando os seus pecados; e pôs em nós a palavra da reconciliação.

De sorte que somos embaixadores da parte de Cristo, como se Deus por nós rogasse. Rogamo-vos, pois, da parte de Cristo, que vos reconcilieis com Deus.”

I João 1:9

“Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça.”

Mateus 11:28-30

“Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei”.
Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e encontrareis descanso para as vossas almas.
Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve.” (grifei)

c) O homossexualismo é uma opção de vida de alto risco:

ü Há pesquisas que demonstram que esta comunidade representa 1% da população e outras que afirmam que eles são 10% da população;

ü Menos de 3% dos homossexuais atinge a idade de 55 anos. A expectativa de vida é de 30 anos menor que a dos heterossexuais;

ü Um homossexual tem em média 50 parceiros por ano (pesquisa da Associação Americana de Psicologia);

ü Os índices de suicídio, homicídio e doenças sexualmente transmissíveis são bem mais altos entre homossexuais do que entre a população em geral;

ü Abrir mão das instituições heterossexuais incorre em perda da identidade cultural (perda das tradições, laços familiares, laços religiosos, profissionais, etc.);

ü Confusão espiritual em razão dos valores antagônicos;

ü Eles são mais suscetíveis a sentimentos de solidão, ansiedade, paranoia, depressão e infelicidade do que os heterossexuais;

ü O abuso de álcool entre os homens gays é duas vezes maior do que entre heterossexuais e sete vezes maior entre mulheres lésbicas;

ü Numa pesquisa entre adolescentes gays, 30% declararam ter tentado o suicídio pelo menos uma vez, em outra pesquisa com 5 mil homens e mulheres homossexuais, 35% dos homens e 38% das mulheres afirmaram ter tentado o suicídio ou considerado seriamente esta possibilidade;

ü Entre 1994 e 1995, os homossexuais masculinos representavam 51% de todas as vítimas de AIDS em relação a 8% de heterossexuais;

ü O risco de câncer anal é de 84 para 1 após o diagnóstico de AIDS;

ü A incidência de sífilis e infecções gastrointestinais é crescente em homossexuais;
ü ¾ da população homossexual contrairá alguma DST ao longo da vida;

Estas três últimas pesquisas fizeram parte de um relatório apresentado pelo Journal of the American Medical Association.

Pergunta: SERÁ QUE VALE A PENA MORRER PELO HOMOSSEXUALISMO?

d) A Bíblia condena o homossexualismo:

Ao abordarmos o pecado é necessário que saibamos que todos somos propensos ao pecado e os cristãos tem um relacionamento com Deus porque enfrentam sua realidade e inclinação pecaminosa por causa da transgressão de Eva e Adão, aceitando o perdão de seus pecados por meio da morte e ressureição de Jesus, ou seja, pela graça de Deus.

Romanos 3:23

“Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus;

Sendo justificados gratuitamente pela sua graça, pela redenção que há em Cristo Jesus.

Ao qual Deus propôs para propiciação pela fé no seu sangue, para demonstrar a sua justiça pela remissão dos pecados dantes cometidos, sob a paciência de Deus;
Para demonstração da sua justiça neste tempo presente, para que ele seja justo e justificador daquele que tem fé em Jesus.” (grifei)

Efésios 2:3-10

Entre os quais todos nós também antes andávamos nos desejos da nossa carne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos; e éramos por natureza filhos da ira, como os outros também.

Mas Deus, que é riquíssimo em misericórdia, pelo seu muito amor com que nos amou,
Estando nós ainda mortos em nossas ofensas, nos vivificou juntamente com Cristo (pela graça sois salvos),

E nos ressuscitou juntamente com ele e nos fez assentar nos lugares celestiais, em Cristo Jesus;

Para mostrar nos séculos vindouros as abundantes riquezas da sua graça pela sua benignidade para conosco em Cristo Jesus.

Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus.
Não vem das obras, para que ninguém se glorie;

Porque somos feitura sua, criados em Cristo Jesus para as boas obras, as quais Deus preparou para que andássemos nelas.” (grifei)

Agora, vamos aos textos referentes ao nosso tema:

Levítico 20:13

“Quando também um homem se deitar com outro homem, como com mulher, ambos fizeram abominação; certamente morrerão; o seu sangue será sobre eles.”

Levítico 18:22

“Com homem não te deitarás, como se fosse mulher; abominação é.”

I Coríntios 6:9-10

Não erreis: nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os maldizentes, nem os roubadores herdarão o reino de Deus.

E é o que alguns têm sido; mas haveis sido lavados, mas haveis sido santificados, mas haveis sido justificados em nome do Senhor Jesus, e pelo Espírito do nosso Deus.
Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas convêm. Todas as coisas me são lícitas, mas eu não me deixarei dominar por nenhuma.

Romanos 1:24-32

“Por isso também Deus os entregou às concupiscências de seus corações, à imundícia, para desonrarem seus corpos entre si;

Pois mudaram a verdade de Deus em mentira, e honraram e serviram mais a criatura do que o Criador, que é bendito eternamente. Amém.

Por isso Deus os abandonou às paixões infames. Porque até as suas mulheres mudaram o uso natural, no contrário à natureza.

E, semelhantemente, também os homens, deixando o uso natural da mulher, se inflamaram em sua sensualidade uns para com os outros, homens com homens, cometendo torpeza e recebendo em si mesmos a recompensa que convinha ao seu erro.

E, como eles não se importaram de ter conhecimento de Deus, assim Deus os entregou a um sentimento perverso, para fazerem coisas que não convêm;

Estando cheios de toda a iniquidade, prostituição, malícia, avareza, maldade; cheios de inveja, homicídio, contenda, engano, malignidade;

Sendo murmuradores, detratores, aborrecedores de Deus, injuriadores, soberbos, presunçosos, inventores de males, desobedientes aos pais e às mães;
Néscios, infiéis nos contratos, sem afeição natural, irreconciliáveis, sem misericórdia;

Os quais, conhecendo a justiça de Deus (que são dignos de morte os que tais coisas praticam), não somente as fazem, mas também consentem aos que as fazem.” (grifei)
e) O homossexualismo guarda estreita relação com o abuso sexual na infância:

O abuso sexual desempenha um papel-chave no homossexualismo. As estatísticas indicam que 58% dos homossexuais sofreram abuso sexual na infância, e os demais, em sua maior parte, foram vítimas de outro tipo de abuso, como maus tratos físicos ou emocionais.

3. Causas e condições que favorecem o desenvolvimento da tendência homossexual:
ü Pessoa em desenvolvimento com déficits físicos e hormonais (plenamente tratáveis) tornam-se socialmente rejeitadas (vítimas de booling), passando rapidamente à exclusão e ostracismo. Às vezes passam a agir e se vestir de forma a agradar ou atrair a atenção.

ü Filhos únicos, caçulas ou adotivos – se tornam íntimos, confidentes ou defensores da mãe (geralmente contra o pai);

ü Pai ausente física ou emocionalmente, ou mesmo violento ou abusador. Há um padrão de relacionamento pai/filho inadequado e infeliz ou simplesmente há ausência de modelo masculino.

ü Mãe dominadora, possessiva, excessivamente crítica ao pai ou dependente emocionalmente – ela pode ser solteira, divorciada ou simplesmente carente;
ü Filho de pais que desejam ou desejavam filho do sexo oposto – podem educá-lo ou vesti-lo como se fosse do sexo oposto;

ü Pais que se agridem física ou verbalmente na frente dos filhos – permitem aos filhos a construção de um padrão inadequado de relacionamento. A frieza dos pais entre si ou com os filhos também é preponderante no desenvolvimento dos filhos;

ü A presença de material pornográfico nos lares também colabora na proliferação de desvios sexuais, assim como vícios na seara sexual. A mídia – no aspecto temático e a internet – em razão da acessibilidade exercem grande influência neste sentido, ditando valores, passando a mensagem de que a maioria das pessoas é homossexual, que pessoas famosas e inteligentes são homossexuais e que este estilo de vida é bom, prazeroso, aceitável, adequado e normal;

ü Abusos sexuais na infância ou adolescência leva a pessoa a acreditar que aquilo é atenção, amor. Ela confunde a carência de amor (geralmente do pai) com atração por pessoa do mesmo sexo, no caso do homossexualismo masculino. Já no homossexualismo feminino, o equivalente se dá pela aversão ao sexo masculino, geralmente causado por pai violento, abusador.

ü Acrescento (Suzi) as causas espirituais, geralmente envolvimento de membros da família com umbanda ou espiritismo. Há um padrão de comportamento sexual nestas religiões, seja por seus dirigentes ou por seus adeptos. O antropólogo Edison Carneiro (irmão do famoso político Nelson Carneiro), afirma no seu livro Candomblés da Bahia (p. 140) que o candomblé arrasta muitos homens ao homossexualismo,
confirmando assim o que já havia sido observado por outro estudioso desse assunto, o sociólogo Roger Bastide. (http://roberto-cavalcanti.blogspot.com/2008/01/homossexualismo-conexo-satnica.html)

4. Sinais de problemas de ordem sexual:

A incidência de vários dos itens abaixo pode indicar que o jovem enfrenta problemas de ordem sexual:

1. Uma criança sensível levada a sentir-se diferente por causa de zombaria ou menosprezo por parte de colegas ou familiares;

2. Um jovem que só anda com meninas e possui histórico de brincadeiras com meninas e não meninos antes da puberdade;

3. Comportamento ou aparência efeminado nos meninos, ou comportamento masculino extremo; estilo e postura masculina nas meninas (não confundir com aparência atlética);

4. Amizade não natural, de caráter compulsivo, misterioso ou inseparável, desenvolvida entre irmãos, primos, parentes ou vizinhos – especialmente em famílias que se formam num novo casamento de um dos pais ou em famílias adotivas;

5. Exagerada rejeição por parte do progenitor do mesmo sexo que a criança;
6. Lar sem a presença de um pai, ou com pai emocionalmente inacessível;

7. Mãe dominadora;

8. Filho caçula;

9. Garota jovem com uma melhor amiga muito mais velha, num relacionamento que exclui outras garotas da mesma idade;

10. Ira – frequentemente manifestada sob a forma de sarcasmo, cinismo ou distanciamento;

11. Criança frágil, com problemas de má formação, surda ou marginalizada por outro motivo; aparência física rejeitada pela sociedade; aluno “lento”;

12. Comentários do tipo: “Eu devo ser gay” ou “Acho que sou bissexual”;

13. Criança solitária, absorta;

14. Meninos que evitam brigas ou altercações físicas.

5. Atitudes que toda a igreja deve tomar:

Por que os homossexuais são tão mal recebidos ou ignorados nas nossas igrejas, se afirmamos ter a mensagem que pode salvar a sua alma e talvez a sua vida? Pense que a igreja pode ser a última parada antes que estes jovens busquem refúgio e aceitação na comunidade gay.

Jesus demonstrou honra e respeito ao entrar numa cidade de samaritanos, conversar com uma mulher pecadora samaritana. Ela também comeu com coletores de impostos, tocou em leprosos e foi acusado de andar com prostitutas.

Por que para estas pessoas, a igreja não representa uma fonte de amor e esperança, mas sim uma lembrança de ódio e rejeição. Porque a igreja tem se identificado mais com escândalo financeiro, degradação sexual, fanatismo, teorias de conspiração, ao invés de se identificar com a vida e a pessoa de Jesus.

A igreja tem sacrificado seus princípios de justiça para atender programas políticos, tem colocado sua esperança neles e deles aguarda solução para seus problemas. A igreja tem se misturado tanto com propósitos, padrões e metodologias mundanos que perdeu sua própria identidade como povo de Deus, se mostrando incapaz de manter-se em conformidade com os propósitos de Deus.

Parecemos estar mais preocupados em crescer em número, construir templos suntuosos, andar em busca de profecias, agir de maneira politicamente correta, nos adequarmos às normas aceitáveis da sociedade a alcançar os confusos, os desagradáveis, os rejeitados, os estranhos, os escandalosos.

Nossa falta de sensibilidade, de graça e de compreensão cristã tem contribuído para engrossar as fileiras da comunidade gay. Temos sido sal da terra e luz nas trevas?
É hora de mudarmos a reação da comunidade cristã frente aos problemas apresentados pelo mundo.

Temos a responsabilidade de orar por eles, cuidar deles, dedicar-lhes nossa vida, se necessário, mas não fomos chamados para fingir que o comportamento sexual adotado por eles é aceitável diante de Deus. Também não podemos nos dobrar diante da postura política defendidas por eles e suas organizações.

Todavia, fora das comunidades religiosas não existem valores absolutos para coibir, guiar, impor limites ou determinar o caminho a seguir. Fora delas impera a ética situacional e o relativismo moral, o padrão aceitável é aquele que faz com que a pessoa se sinta em determinado momento, o que pode incorrer em total ausência de padrões.

Tiago 5:19-20

Irmãos, se algum dentre vós se tem desviado da verdade, e alguém o converter,
Saiba que aquele que fizer converter do erro do seu caminho um pecador, salvará da morte uma alma, e cobrirá uma multidão de pecados.

Então, seguem as seguintes sugestões:

ü Faça tudo à luz da Palavra e do amor de Deus;
ü Seja inclusivo, a despeito de qualquer coisa – acusações devem ser evitadas;
ü Apresente modelos sólidos e positivos;
ü Reforce a identidade sexual verdadeira;
ü Descubra um meio de como falar a respeito de abuso sexual;
ü Escute com atenção e procure estabelecer um diálogo;
ü Elogie todos os esforços positivos;
ü Ensine a Bíblia;
ü Se tiver que confrontar, faça-o com cautela;
ü Estimule a abertura;
ü Prepare-se para revelações sinceras – acredite no que ouvir.

ü Podemos convidar o jovem para passar um tempo com nossa família, concedendo-lhe a oportunidade de observar modelos de comportamento adequados num ambiente caloroso, onde ele se sinta querido e apoiado.

ü Podemos reforçar papéis sexuais saudáveis por meio de elogios, atividades específicas (esporte maquiagem). Demonstre atenção e carinho nas conversas e orações.

ü Sugira, ofereça ou financie sessões de aconselhamento profissional para aqueles que estiverem passando por problemas familiares sérios ou crise na vida (morte, drogas, suicídio, doenças).

ü Devemos assegurar que o jovem receba todo e qualquer cuidado médico que necessitar.
Podemos estimular a inclusão do jovem na nossa própria família, na igreja, no grupo de jovens ou outros ambientes sociais que proporcionem apoio emocional.

sábado, 24 de dezembro de 2011

Mensagem de Natal

Que neste Natal,
eu possa lembrar dos que vivem em guerra,
e fazer por eles uma prece de paz.

Que eu possa lembrar dos que odeiam,
e fazer por eles uma prece de amor.

Que eu possa perdoar a todos que me magoaram,
e fazer por eles uma prece de perdão.

Que eu lembre dos desesperados,
e faça por eles uma prece de esperança.

Que eu esqueça as tristezas do ano que termina,
e faça uma prece de alegria.

Que eu possa acreditar que o mundo ainda pode ser melhor,
e faça por ele uma prece de fé.

Obrigada Senhor
Por ter alimento,
quando tantos passam o ano com fome.

Por ter saúde,
quando tantos sofrem neste momento.

Por ter um lar,
quando tantos dormem nas ruas.

Por ser feliz,
quando tantos choram na solidão.

Por ter amor,
quantos tantos vivem no ódio.

Pela minha paz,
quando tantos vivem o horror da guerra.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

CNBB faz acordo com Marta Suplicy para aprovar PLC 122

Julio Severo

Nota de atualização: A CNBB emitiu nota negando acordo com Suplicy, porém eles tiveram um encontro, que aparentemente foi tão afetuoso que deu no que deu. Como uma CNBB que ajudou a fundar o PT poderia deixar de ser afetuosa com as crias de sua cria? A informação do acordo foi veiculada pelo G1 da Globo e pelo site homossexual MixBrasil. Qual desses esquerdistas está falando a verdade?
A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) fez um acordo para apoiar a aprovação do PLC 122, que será votado nesta quinta-feira, 8 de dezembro, na Comissão de Direitos Humanos do Senado. O acordo, que foi feito com Marta Suplicy do PT, envolveu uma concessão que a relatora do PLC 122 já havia proposto, sem sucesso, para a bancada evangélica, conforme está registrado em entrevista dela contida neste vídeo: http://youtu.be/jIOOE0n2V5g


Com o acordo, padres e pastores poderiam continuar pregando em missas e cultos contra a homossexualidade, mas apenas dentro de seus templos. Fora dos templos, as punições, inclusive com 5 anos de cadeia, continuariam válidas para pregações e opiniões contra o homossexualismo em programas de rádio, TV, escola, sites, blogs, jornais, revistas, etc.

Segundo o gabinete da Senadora Marta Suplicy, a CNBB não fará nenhuma oposição a uma lei que puna crimes homofóbicos e discriminação por orientação sexual. O que a CNBB dizia temer era o PLC 122 punindo discursos religiosos que classificam a homossexualidade como pecado. Mas agora, com a liberdade que Marta garantiu de padres e pastores poderem falar contra a homossexualidade apenas dentro dos templos, a CNBB aparentemente ficou satisfeita. O acordo incluiu o seguinte parágrafo ao texto substitutivo do PLC 122:

“Art. 3º O disposto nesta Lei não se aplica à manifestação pacífica de pensamento decorrente da fé e da moral fundada na liberdade de consciência, de crença e de religião de que trata o inciso VI do art. 5º da Constituição Federal.”
Suplicy acredita que não vá conseguir o voto dos parlamentares evangélicos na votação de quinta-feira, mas ela está confiante no apoio e mobilização da CNBB, pois são necessários apenas 10 votos favoráveis dos 19 membros da Comissão de Direitos Humanos.
Além do acordo com a CNBB, a senadora petista também conta com a ajuda da Rede Globo, que está lançando uma campanha em massa de combate à “homofobia”. A campanha tem o apoio da ONU e do governo petista de Dilma Rousseff.

Ela declara que se a aprovação se tornar realidade na quinta-feira, será possível fazer mais “aprimoramentos” e “avanços” no PLC 122 mais tarde. Ela disse: “Se conseguirmos aprovar, damos um passo avante. Daí encaminhamos para Câmara dos Deputados, onde poderão aprimorar ou propor um novo projeto com mais avanços”.

Jean Wyllys, juntamente com a Frente Parlamentar pela Cidadania LGBT, espera posteriormente derrubar a pequena concessão feita à CNBB, para que o PLC 122 não contenha nenhuma “brecha” para os que se opõem ao avanço da agenda gay.
O que você pode fazer:

Ligue gratuitamente para o Senado e peça para os senadores do seu Estado e todos os outros para não votar no PLC 122/2006. Ligue para 0800-612211.

Para mandar emails aos senadores, veja a lista completa dos emails deles aqui: www.senado.gov.br/senadores

Divulgue este alerta a todos os seus contatos!

Com informações do MixBrasil e G1

Fonte: www.juliosevero.com

Com apoio do governo e da ONU, Rede Globo fará campanha em massa de combate à “homofobia”

Julio Severo

Neste mês de feriado de Natal, a relatora do PLC 122 Marta Suplicy contará com uma poderosa artilharia de apoio.



A Rede Globo, em parceria com o PNUD (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento) e com a Unesco (Organização das Nações Unidas para Educação, a Ciência e a Cultura), elaborou uma campanha de combate à “homofobia” que foi assistida e aprovada pela presidente petista Dilma Rousseff e pela Secretaria de Comunicação da Presidência. A campanha em massa será dirigida ao público durante 15 dias, dando tempo suficiente para Suplicy poder obter da população apoio para a sua ambicionada meta de aprovar a lei federal anti-“homofobia”, mais conhecida como PLC 122.

A propaganda, que durará 30 segundos, terá como slogan “discriminar homossexuais é crime. Cidadania, a gente vê por aqui”. A Secretaria Especial de Direitos Humanos (SDH) declarou que o governo federal não precisou gastar um centavo com a campanha, que foi bancada completamente pela Rede Globo.

Entretanto, a SDH deixou claro que o governo de Dilma Rousseff vai produzir sua própria campanha anti-“homofobia” em massa dirigida à população brasileira em 2012.
A SDH é dirigida pela militante petista radical Maria do Rosário, que tem um projeto de lei para proibir os pais de aplicar correção física nos filhos. De forma oposta, ela apoia o aborto legal e a doutrinação homossexual das crianças nas escolas. De acordo com ela, aplicar disciplina física nos filhos não pode. Mas pode-se, conforme a ideologia dela, matar os filhos antes de nascer e doutriná-los no homossexualismo se não forem abortados.

Se a população vacilar, o PLC 122 será aprovado, trazendo piores consequências do que as consequências que já estão ocorrendo no Estado de São Paulo, onde em 2001 o PSDB aprovou uma lei estadual anti-“homofobia”. Graças a essa lei, obscenidades homossexuais em público estão protegidas pelo governo estadual, que está perseguindo igrejas que divulgam publicamente o que a Bíblia diz sobre o homossexualismo.



Maria do Rosário, Marta Suplicy e ativistas gays exigem aprovação do PLC 122
O apoio explícito da Rede Globo à relatora do PLC 122 não é de estranhar. Anos atrás, Marta Suplicy era funcionária da Globo, apresentando na TV o sexo anormal como se fosse normal. Seu esculachado programa de besteirol sexual acabou virando profissão política. Hoje, mamãe global e filha suplício trabalham com a mesma meta.
Com informações do site homossexual A Capa.

Fonte: www.juliosevero.com

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Pastores presos após pregar contra homossexualismo serão julgados por juíza lésbica

Os pastores David Stokes e Dave Allen foram presos na cidade de Houston (EUA) após pregaram contra o homossexualismo em uma rua da cidade. Os pastores enfrentarão agora um julgamento em tribunal por causa da mensagem que estavam pregando.

Segundo a WND os pastores foram algemados e multados sob a justificativa de terem cartazes que estavam um cm mais grosso do que o permitido, apesar de eles afirmarem que os cartazes estavam na medida certa e que haviam sido aprovados de antemão. Outra justificativa apresentada para a punição aos pastores é o fato de terem um instrumento de expressão que não era de madeira (um shofar de chifre de carneiro).


O cartaz que eles levavam dizia: “beberrões, homossexuais, aborteiros, adúlteros, mentirosos,

fornicadores, ladrões, ateus, bruxos, idolatras, o inferno os aguarda”, fazendo menção à passagem bíblica de 1 Coríntios 6:9-10.
Os pastores serão julgados no Tribunal Municipal de Houston, que é dirigido por Barbara E. Hartle. De acordo com o jornal Dallas Voice, a juíza Hartle está na lista do Fundo de Vitória de Gays e Lésbicas do Texas como “um de nossos poucos membros que está no judiciário do Texas”. Ela foi nomeada para essa posição por Annise Parker, a prefeita de Houston identificada pelo jornal Los Angeles Times como “a primeira lésbica a

chefiar uma grande cidade dos Estados Unidos”.
Allen disse que não importa o que acontecer, o fato de que os pastores foram algemados e multados, com seus cartazes e shofar confiscados, transmitiu um recado assustador sobre a liberdade de expressão com relação à religião e homossexualidade. Ele mencionou também que o que aconteceu com eles fere o direito de livre expressão garantido na Primeira Emenda da Constituição dos Estados Unidos.

O pastor concluiu dizendo que “tudo o que estavam fazendo era pregar” e completou dizendo que pregavam “contra todos os pecados”.

Mas Info: http://gospel.azumare.com/pastores-presos-apos-pregar-contra-homossexualismo-serao-julgados-por-juiza-lesbica-nos-eua#ixzz1flzz6d1P.

Isso é o cúmulo! Imagino que no Brasil vai ser do mesmo jeito, se for aprovada em suma a Pl 122.

“9 Não sabeis que os injustos não herdarão o reino de Deus? Não vos enganeis: nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas,

10 nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbedos, nem os maldizentes, nem os roubadores herdarão o reino de Deus.” (I cor.6.9)

NADA PODEMOS CONTRA A VERDADE!

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Nigéria rejeita ameaças da Inglaterra e apoia o verdadeiro casamento

Adam Cassandra

LAGOS, Nigéria, 7 de novembro de 2011 (HLIWorldWatch.org/Notícias Pró-Família) — Ativistas pró-vida e pró-família na Nigéria estão se mobilizando para dar apoio a um projeto de lei que está no momento sendo considerado no Senado da Nigéria que proibiria o “casamento” de mesmo sexo no país mais populoso da África em meio a ameaças do Reino Unido de cortar assistência se os países não protegerem os “direitos” homossexuais.

“A [organização pró-vida] Vida Humana Internacional da Nigéria está juntando forças com outras organizações pró-vida e nigerianos bem-intencionados para uma mobilização para defender esse projeto de lei”, disse Chizoba Nnagboh, diretor na Nigéria da Vida Humana Internacional (VHI). “Organizações antivida, se disfarçando de organizações de direitos humanos, não estão dando folga, mas estão também seriamente fazendo mobilizações para deter o projeto de lei”.

Um dos principais patrocinadores do projeto, o senador Domingo Obende, recentemente reconheceu que as pressões de um debate mundial sobre o casamento de mesmo sexo estão levando alguns países a legitimar a prática homossexual, enquanto outros estão à beira de fazer isso. Ele frisou que a Nigéria precisa agir muito rápido para que essa tendência não ache um meio de entrar no país. O sr. Nnagboh relatou que o senador Nnagboh exortou o Senado a proibir o casamento de mesmo sexo, que “levará ao colapso da sociedade”.

Uma versão do projeto de lei apareceu diante do Poder Legislativo em 2006, mas nunca foi para votação. O projeto foi reintroduzido em 2008, e passou por duas revisões, mas também nunca foi colocado para votação.

Organizações como Human Rights Watch, Anistia Internacional e a Comissão Internacional de Direitos Humanos Gays e Lésbicos estão pressionando o presidente da Nigéria Goodluck Jonathan a vetar o projeto se o Congresso o aprovar. David Cameron, primeiro-ministro da Inglaterra, recentemente ameaçou cortar assistência de países africanos como a Nigéria que buscam proteger a santidade do casamento no nome dos “direitos humanos”.

O primeiro-ministro Cameron disse que aqueles que estão recebendo assistência do Reino Unido têm a obrigação de “respeitar direitos humanos específicos”. Eliminar as leis que cometem “discriminação” contra a homossexualidade foi uma das recomendações de um relatório interno da Reunião dos Chefes de Governo da Comunidade Britânica de Nações realizada em Perth, Austrália.

Na semana passada, a VHI da Nigéria enviou uma carta de apoio ao projeto de lei que criminaliza o “casamento” de mesmo sexo no Senado da Nigéria antes de uma audiência pública sobre o projeto em 31 de outubro de 2011.

“A VHI da Nigéria deseja declarar que embora respeite todas as pessoas como elas são, não tem de respeitar tal ataque em massa contra tudo o que é sagrado para nós e contra o bem de nossa sociedade”, a carta declarou.

“O ‘casamento’ de mesmo sexo é uma ofensa aos nossos sentimentos religiosos e culturais” e “é um insulto para a instituição do casamento e família”, a carta, assinada pelo sr. Nnagboh, também disse.

David Mark, presidente do Senado da Nigéria, expressou apoio ao projeto de lei na audiência pública.

“Minha fé como cristão abomina isso. É incompreensível considerar o casamento de mesmo sexo. Não consigo entendê-lo. Não dá para se ter parte nisso”, disse o senador, alertando contra o que ele chamou de “importação de uma cultura estrangeira”.

Há uma “forte determinação entre os nigerianos de continuar a preservar a cultura da vida apesar das influências externas que estão trabalhando para miná-la”, disse o sr. Nnagboh. “Os nigerianos têm uma paixão muito especial por preservar a santidade do casamento e a família tradicional, e esse projeto de lei veio para garantir que o casamento de mesmo sexo, que não só é tabu na cultura nigeriana, mas também ofensivo para os sentimentos religiosos dos nigerianos, não crie nenhuma raiz na Nigéria”.

Este artigo foi publicado com a permissão de HLIWorldWatch.org.
Este artigo foi copiado do site http://www.juliosevero.com

Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com

Lei inglesa forçará igrejas a realizar “casamentos” gays, diz bispo anglicano

Hilary White

LONDRES, 8 de março de 2010 (Notícias Pró-Família) — Duas emendas na Lei de Igualdade proposta pelo governo inglês protegeriam os direitos de consciência de agências católicas de adoção e de funcionários de cartórios de casamento, mas foram removidas de consideração na Câmara dos Lordes na terça-feira da semana passada depois de acusações de “homofobia”.

Outra emenda, que permite que igrejas conduzam “casamentos” homossexuais, foi aprovada tarde da mesma noite. Alguns, inclusive o bispo anglicano de Winchester, antecipam que essa emenda levará as igrejas a serem forçadas a realizar “casamentos” gays.

No debate que ocorreu depois das duas primeiras emendas, que foram adiadas pela baronesa Butler-Sloss, a baronesa disse: “Todos os tipos de minoria precisam de proteção, não só as minorias que estão em relacionamentos de mesmo sexo”.

“Temos de incorporar várias religiões e várias crenças culturais. Somos uma sociedade tolerante, e a Lei de Igualdade tem de reconhecer isso também”.

Depois que suas emendas foram criticadas por outro membro da Câmara Alta como sendo “profunda e ofensivamente homofóbicas”, Butler-Sloss as retirou, dizendo que estava “profundamente chocada” com o fato de que tivessem sido consideradas desse jeito. Uma delas teria fornecido isenção para as agências católicas de adoção na Lei de Orientação Sexual de 2007 do governo trabalhista, a maioria das quais foi fechada ou secularizada depois de serem forçadas a adotar crianças para casais homossexuais.

Ela disse: “É bem verdade que de cada 12 agências católicas neste país, 9 continuam a atuar como agências de adoção, mas não estão mais ligadas à Igreja Católica. A ausência de discriminação contra um grupo cria discriminação contra outro grupo. A balança não está certa”.

Na mesma noite, a Câmara dos Lordes votou para aprovar uma emenda que permitirá, mas não forçará ainda, as igrejas a realizar “casamentos” homossexuais. Os parlamentares votaram 95 a 21 a favor da emenda na Lei de Igualdade movida pelo parlamentar trabalhista Lorde Alli. A votação foi feita tarde da noite, depois de uma sessão que de forma incomum durou o dia inteiro. A votação foi feita quando já não estavam presentes muitos dos parlamentares que votariam contra a emenda.

O bispo anglicano de Bradford, David James, que votou contra a emenda, avisou contra “conseqüências inesperadas”.

Mas antes da votação, Lorde Waddington, ex-secretário do interior e importante voz na defesa das liberdades cristãs na Câmara dos Lordes, foi mais direto: “Se essa emenda for aprovada, será só uma questão de tempo antes que se argumente que é preconceituoso um pastor, padre ou rabino não querer realizar uma cerimônia de parceria civil na igreja quando a própria lei a permite”.

E se os desafios legais nos tribunais falharem, Lorde Waddington acrescentou, “logo [o principal grupo homossexual de pressão política] Stonewall estará aqui de novo, exigindo a anulação dessa cláusula permissiva e impondo sobre as igrejas a obrigação de registrarem parcerias civis.

“Não é desse jeito que Stonewall sempre agiu? E não foi o sr. Ben Summerskill do Stonewall quem insinuou isso quando recentemente disse que agora todas as religiões não devam ser forçadas a realizar parcerias civis, ainda que em 10 ou 20 anos as coisas mudem?”

Michael Scott-Joynt, o bispo anglicano de Winchester, mais tarde concordou, dizendo: “Creio que essa lei exporá pastores individuais, não a Igreja da Inglaterra, a acusações de discriminação se eles realizarem casamentos como todos fazem, mas se recusarem a realizar cerimônias de parceria civil em suas igrejas.

“A menos que o governo tome uma medida explícita sobre isso, creio que esse será o próximo passo”.

Até a sessão da semana passada na Câmara dos Lordes, a Lei da Igualdade, uma das partes principais da legislação, foi aprovada em todo o processo parlamentar e provavelmente se tornará lei antes da eleição geral que está por vir.

Enquanto isso, os líderes religiosos da Inglaterra continuam a avisar que a legislação “anti-discriminação” do governo trabalhista é uma ameaça séria às liberdades religiosas no que é ainda oficialmente um país cristão.

Lorde Carey, o ex-arcebispo anglicano de Canterbury, condenou as campanhas do governo que “marginalizam” os cristãos, e convocou os cristãos a defender de forma mais vigorosa sua fé.

Ao falar num evento organizado pelo Conselho de Emissoras Cristã, Lorde Carey disse: “É claro que temos de nos levantar contra a marginalização da fé. Temos constantemente de ajudar a sociedade a se lembrar de suas raízes e herança cristã. Conforme escrevi recentemente, se nos comportarmos como capachos, não podemos ficar surpresos se nos tratarem como capachos”.

Apesar de a Inglaterra ter uma conexão constitucional à religião cristã, o Cristianismo tem, na prática, sido firmemente empurrado para a esfera privada, disse ele.

“Preocupo-me com os cristãos, com as igrejas, com os membros de outras religiões e suas tentativas de fazer o que qualquer crente honesto quer fazer ao não guardar sua fé em alguma caixinha, só tirando dentro de casa ou na igreja”.

A sociedade inglesa, disse ele, está em perigo de chegar a um ponto “em que cristãos, e pessoas de outras religiões também, achem cada vez mais difícil sobreviver no serviço público e até no Parlamento”.

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Cristão é rebaixado no emprego e sofre diminuição de salário só por comentar brandamente contra “casamento” gay nas igrejas

Hilary White, correspondente em Roma

MANCHESTER, Inglaterra, 24 de outubro de 2011 (Notícias Pró-Família) — Um cristão administrador de propriedades na Inglaterra foi rebaixado em seu emprego, sofreu um corte de 22 mil dólares anuais em seu salário e quase foi despedido por fazer um comentário no Facebook de que as igrejas cristãs não deveriam ser forçadas a participar de cerimônias de união de mesmo sexo.

Adrian Smith, de 54 anos, foi declarado, por um consórcio de moradia financiado por impostos, como culpado de “má conduta grave” depois que ele disse, numa linha de comentário no Facebook, que permitir cerimônias de mesmo sexo nas igrejas é “levar a igualdade longe demais”.

Escrevendo em sua própria página de Facebook, que não estava acessível a ninguém mais do que seus amigos de Facebook, Smith havia dado uma resposta a uma notícia da BBC sobre uma nova lei polêmica que permitiria que as igrejas conduzissem cerimônias de mesmo sexo. Indagado se o comentário dele significava que ele não aprovava a lei que havia sido proposta, Smith respondeu: “Não, não realmente. Não compreendo o motivo por que as pessoas que não têm fé e não creem em Cristo quereriam se casar na igreja. A Bíblia é bastante específica que o casamento é para homens e mulheres. Se o Estado quer oferecer casamentos civis para os homossexuais, então cabe ao Estado; mas o Estado não deveria impor suas normas em lugares de fé e consciência”.

O consórcio telefonou para a casa de Smith e o chamou para uma reunião disciplinar depois que outro membro do consórcio se queixou. O Consórcio de Moradia de Trafford (CMT), que administra as casas em Sale, na Grande Manchester, removeu Smith de sua posição administrativa que lhe dava um salário de 56 mil dólares por ano, reempregando-o como um “conselheiro” com um salário de 33.500 dólares.

Com a assistência legal do Instituto Cristão, Smith está processando, dizendo que o consórcio quebrou seu contrato ao violar seus direitos de livre expressão e liberdade religiosa.

O sindicato fez uma declaração para a BBC, dizendo que seu código de conduta atualizado “claramente delimitava como os funcionários podem utilizar os sites de relacionamento social como o Facebook”.

“Uns três meses depois que esse novo código foi publicado, o sr. Smith, sem nossa autoridade ou conhecimento e numa página de Facebook que o identificava como administrador no Consórcio de Moradia Trafford, fez comentários que se verificou, por uma investigação disciplinar total em que ele tinha representação do sindicato, que ele quebrou o código de conduta da empresa e outras políticas. “O sr. Smith foi disciplinado por quebra das normas da empresa. O consórcio não fez comentário algum acerca de quaisquer convicções pessoais que ele tem”.

Tom Ellis, advogado de Smith que trabalha no escritório de advocacia Aughton Ainsworth com sede em Manchester, disse que Smith ficou “chocado e angustiado” com o incidente.

“Como cristão, Adrian crê nos valores da justiça, cortesia e respeito pela opinião dos outros. Esses são os valores de uma sociedade madura e saudável. Certamente, isso deixa espaço para colegas debaterem e até discordarem sobre os assuntos da atualidade. Conversas como essa ocorrem em escritórios e fábricas de norte a sul do país todos os dias”.

O incidente vem despertando indignação entre alguns dos populares colunistas de jornal da Inglaterra, até mesmo colunistas da esquerda. Ally Fogg, colunista do jornal Guardian, comentou que Smith havia “expressado, de modo cortês, algumas opiniões relativamente suaves” sobre a questão. “Se o consórcio está preocupado com sua reputação de ser inclusivo e tolerante, não precisava ter agido de forma tão horrível”, escreveu Fogg.

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Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com

“Que eles cortem toda assistência”: países africanos se revoltam contra ameaça da Inglaterra de cortar assistência por causa da homossexualidade

Peter Baklinski

África, 8 de novembro de 2011 (Notícias Pró-Família) — O presidente de Gana está liderando a investida enquanto vários países africanos estão assumindo posturas contra a ameaça da Inglaterra para que eles legalizem os atos homossexuais ou sejam excluídos de receber assistência financeira.

John Evans Atta Mills, presidente de Gana

“Eu, como presidente desta nação, nunca iniciarei nem apoiarei tentativa alguma de legalizar a homossexualidade em Gana”, disse o presidente John Evans Atta Mills numa declaração oficial para o governo da Inglaterra sob o primeiro-ministro David Cameron na quarta-feira passada.

Na Reunião de Chefes de Governo da Comunidade Britânica de Nações em Perth, Austrália no final de outubro, na qual o primeiro-ministro Cameron esteve presente, a questão da homossexualidade nos países em desenvolvimento foi levantada num relatório interno que recomendava que todos os países da Comunidade eliminassem as leis que proibiam a atividade homossexual, conforme disse uma reportagem da BBC.
Cameron, falando no programa de televisão The Andrew Marr Show em Perth durante sua estada na Austrália, disse: “A assistência britânica deveria ter mais obrigações específicas”.

“A Inglaterra é agora uma das nações que mais dão assistência no mundo. Queremos ver os países que recebem nossa assistência respeitando direitos humanos específicos, e isso inclui o modo como as pessoas tratam os indivíduos gays e lésbicos”, continuou Cameron.

“Estamos dizendo que esta é uma das coisas que determinarão nossa política de assistência”, disse ele, acrescentando que “esses países [africanos] estão todos num percurso [para superar a discriminação] e cabe a nós ajudá-los ao longo desse percurso”.

Entretanto, o presidente Mills respondeu rapidamente que a Inglaterra não tem o direito de decretar ou anular os valores culturais e morais de Gana.

“Ninguém pode negar ao primeiro-ministro Cameron seu direito de fazer políticas, adotar iniciativas ou fazer declarações que reflitam as normas e ideais de sua sociedade. Mas, ele não tem o direito de dirigir outras nações soberanas quanto ao que devem fazer, principalmente em áreas em que as normas e ideais de suas sociedades são diferentes das normas e ideais que existem na sociedade do primeiro-ministro Cameron”.

“Embora agradeçamos toda a assistência financeira e toda a ajuda que nos foi dada por nossos parceiros de desenvolvimento, não aceitaremos nenhuma assistência que venha acompanhada de ‘imposição de condições’ se essa ajuda não beneficiar nossos interesses, ou se a implementação — ou a utilização — dessa ajuda com condições impostas particularmente piorasse nossa difícil situação como nação, ou destruísse a própria sociedade onde queremos usar o dinheiro para trazer melhorias”.

Malaui

Antes das declarações de Mills, Patricia Kaliati, porta-voz do governo de Malaui, disse que era “deplorável” que a Inglaterra estivesse considerando “condições pró-homossexualismo” para dar assistência, acrescentando que os atos homossexuais são ilegais em Malaui. Ela comentou que tais leis são um legado do governo britânico, conforme disse reportagem do jornal Nyasa Times.

Uganda

Igualmente em 31 de outubro, John Nagenda, conselheiro presidencial de Uganda, fez uma declaração forte para a BBC, dizendo que os ugandenses estavam “cansados desses sermões” e não deveriam ser tratados “como crianças”, acrescentando que a “mentalidade de truculência” de Cameron é “muito errada”.

“Uganda, se você recorda, é um Estado soberano e estamos cansados de pessoas que nos passam esses sermões”.

“Se eles querem levar seu dinheiro, que assim seja”, concluiu ele.

Tanzânia

Depois das declarações de Mill, a Tanzânia se adicionou à crescente lista de países africanos que estão dizendo que não farão concessões com seus valores culturais e morais, ainda que isso signifique perder o apoio financeiro da Inglaterra.

“A Tanzânia jamais aceitará a proposta de Cameron porque temos nossos próprios valores morais. A homossexualidade não é parte da nossa cultura e jamais a legalizaremos”, disse Bernard Membe, ministro das relações exteriores, de acordo com o jornal Guardian da Tanzânia.

“A Tanzânia está pronta para terminar suas relações diplomáticas com a Inglaterra se o governo inglês impuser condições na assistência que dá para pressionar em favor da aceitação de leis que reconhecem a homossexualidade”.

“Somos guiados por nossa tradição. Temos famílias compostas por uma mãe, um pai e filhos. O que Cameron está fazendo pode levar ao colapso da Comunidade Britânica de Nações”.

Zanzibar

Zanzibar, o arquipélago semiautônomo da Tanzânia, também se manifestou publicamente contra a assistência britânica acompanhada de condições impostas.

“Temos uma forte cultura zanzibar e islâmica que detesta as atividades gays e lésbicas, e para qualquer um que nos disser que a assistência de desenvolvimento está ligada à aceitação da homossexualidade, vamos dizer ‘não”, disse Ali Mohamed Shein, presidente do Zanzibar, para jornalistas na última sexta-feira.

“Não podemos fazer concessões desonrosas com relação à nossa cultura profundamente enraizada nem permitir algo que é completamente contra nossa religião. Que eles cortem sua assistência [para nós]”.

Os atos homossexuais são ilegais, em maior ou menor grau, em 40 dos 53 países africanos, de acordo com um levantamento feito pela Associação Internacional de Gays e Lésbicas.

Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Importante estudo revela: é possível mudar a orientação sexual

Kathleen Gilbert

WHEATON, Illinois, EUA, 29 de setembro de 2011 (Notícias Pró-Família) — Terapeutas que favorecem a normalização da homossexualidade dizem que é impossível mudar a orientação sexual, e que a tentativa de mudar é inerentemente prejudicial. Contudo, os resultados finais de um estudo de longo período publicado na Revista de Terapia Sexual e Conjugal (revisada por outros especialistas) se juntou às centenas de outros estudos ao concluir que tal terapia é tanto possível quanto potencialmente bem indicada para muitas pessoas.

Os psicólogos Stanton L. Jones, da Faculdade Wheaton, e Mark A. Yarhouse, da Universidade Regent, são os autores do estudo longitudinal, que rastreou pessoas que buscaram mudança de orientação sexual por meio do envolvimento com uma variedade de ministérios cristãos ligados ao Exodus International.

Os autores notam que o estudo vence uma crítica principal dos dados de terapia de atração do mesmo sexo (AMS) — que os resultados não são adequadamente documentados durante um período de tempo — ao avaliar seus 98 candidatos por um período de seis a sete anos depois que a terapia terminou.

Os resultados de Jones e Yarhouse mostram que a maioria dos candidatos teve êxito em sua meta de mudar a orientação sexual, e que a tentativa não foi prejudicial em média.

Dos 98 pacientes originais que participaram do estudo, 61 foram com êxito categorizados para resultado geral na última avaliação. Cinquenta e três por cento foram categorizados como resultados bem-sucedidos; especificamente, 23 por cento relataram sucesso na forma de uma mudança essencial para a orientação e funcionamento heterossexual, enquanto um número adicional de 30 por cento relatou que não mais se identificava como homossexual enquanto mantinha uma castidade comportamental estável. Na marca dos seis anos, 20 por cento relataram plenamente adotando uma auto-identificação gay.

Enquanto isso, os autores dizem que a medida do sofrimento psicológico não refletiu, em média, aumentos de sofrimento psicológico ligados à tentativa de mudar.
“Os resultados não provam que a mudança categórica na orientação sexual seja possível para toda e qualquer pessoa, mas em vez disso que mudanças significativas ao longo de uma sequência contínua que constituem reais mudanças parecem ser possíveis para alguns”, declara uma nota à imprensa que anunciou o estudo. A nota também frisa: “os resultados não provam que ninguém foi prejudicado pela tentativa de mudar, mas em vez disso que a tentativa não parece ser prejudicial em média ou inerentemente prejudicial”.

O Dr. Jones disse para LifeSiteNews.com que o estudo provavelmente foi inclinado para gerar otimismo para com a terapia, já que não teve condições de fazer uma contagem dos candidatos que caíram fora no inicio. Contudo, o estudo ainda sobressai em meio a outros pelo seu valor como uma avaliação de período prolongado da viabilidade da terapia da atração de mesmo sexo.

“O ‘padrão de prata’ [dos estudos da terapia de AMS] é um estudo longitudinal que segue pessoas regularmente durante muitos anos e também um estudo prospectivo que avalia as pessoas desde o início da mudança. Até onde sabemos, o nosso é o primeiro estudo desse tipo”, escreveu Jones num e-mail na quinta-feira.

“O ‘padrão de ouro’ seria uma estudo longitudinal e completamente experimental que também ao acaso designaria os participantes para diferentes grupos de tratamento com tratamentos com definições elevadas; cremos que tal estudo realmente seria impossível de realizar”.

Uma meta-análise equivalente a mais de 100 anos de pesquisas em terapias para a atração indesejada de mesmo sexo publicada em junho de 2009 concluiu que a homossexualidade não era imutável, e que os indivíduos que buscavam mudança não conseguiam se beneficiar da terapia. O relatório, publicado pela NARTH, incluiu 600 relatórios de clínicos, pesquisadores e ex-clientes publicados principalmente em revistas profissionais avaliadas por outros especialistas.

Embora a Associação Americana de Psicologia desestimule os profissionais de saúde mental de oferecer terapia de reorientação sexual, a posição oficial da organização sobre tal terapia declara que há “evidência insuficiente” para aprovar ou desacreditar a prática.

A homossexualidade foi retirada da lista de desordens mentais em 1973 do Manual Diagnóstico e Estatístico de Desordens Mentais (MDEDM), o padrão universal para a classificação de doenças mentais, depois de anos de pressões de alto nível por parte de ativistas gays. A mudança provocou uma guinada nas normas em outras importantes associações profissionais, que agora uniformemente se opõem à terapia de AMS.
O Dr. Robert Spitzer, que estava encarregado da mudança no MDEDM, reverteu sua posição acerca da terapia para atração indesejada de mesmo sexo 30 anos mais tarde para apoiar tal terapia com base em sua própria pesquisa.

Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

1.000 acessos, muito obrigado a todos

Quando comecei essa campanha contra o projeto 122/2006, achava que não ia ter muito alcance, agora sei que estava enganado, venho aqui agradecer a cada um dos mil espectadores que viram o http://www.mordacagay.blogspot.com, agradecer, pois sei que de alguma forma estou contribuindo para o combate a esse Projeto Ridículo, projeto este que quer tirar nossa liberdade, que quer nos empurrar de goela a baixo algo que não concordamos, uma lei que quer proibir as pessoas cristã de pregar a palavra, tudo isso, por causa de uma minoria que querem fazer um barulho ensurdecedor, tenho motivos para comemorar, por que mil pessoas puderão ver esse blog, e de alguma forma contribuíram para o sucesso do mesmo, venho parabeniza-los e agradecer mais uma vez pela escolha de ver esse blog, pessoas dos EUA, Russia, Brasil, Itália, algumas pessoas da comunidade europeia, é meus caros leitores, o blog virou internacional,estou sempre em busca de novidades, procuro fazer o melhor para transmitir a noticia com maior qualidade possível.

Fico feliz por essa conquista.

Obrigado de coração a todos os leitores que tem visto meu blog, com certeza irei procurar melhorar mais.

Um grande Abraço.

Rinaldo da Nóbrega
Blogueiro

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Constituição anti-“homofobia” para o Brasil: um sonho de Marta Suplicy e OAB

A senadora Marta Suplicy (PT-SP) elogiou a Proposta de Emenda Constitucional (PEC), elaborada pela Comissão Especial de Diversidade Sexual da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), que quer ampliar privilégios a indivíduos viciados em práticas homossexuais.

O texto tem a pretensão de introduzir na Constituição todas as decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) que favoreceram a agenda gay, inclusive a garantia de união estável para duplas homossexuais, com direito à conversão em casamento e adoção de crianças.

De acordo com a agência de notícias do Senado, “a PEC tem como um de seus principais ponto a criminalização da homofobia e estabelece a pena de dois a cindo anos de reclusão para aqueles que praticarem atos de discriminação e preconceito em virtude da orientação sexual de alguém. A mesma punição se estende aos que incitarem o ódio ou pregarem [contra a] orientação sexual ou identidade de gênero”.

Com a aprovação da PEC, a própria Constituição do Brasil se transformará num PLC 122. Mas Suplicy reconhece que a tentativa de transformar a Constituição do Brasil numa constituição anti-“homofobia” certamente enfrentará resistência de “setores como o da igreja”.

A senadora acredita que, estrategicamente, será importante aprovar primeiro o PLC 122/2006, pois sua tramitação está mais avançada, tendo já sido aprovado sorrateiramente na Câmara dos Deputados e restando apenas a votação no Senado.

O segundo passo, na avaliação de Marta, é apresentar a PEC, que é uma matéria mais ampla e complexa. “A PEC é bem mais difícil de aprovar. Então, vamos começar com a homofobia e avaliar o momento adequado para fazer uma PEC com essa amplitude, que é realmente o sonho que nós gostaríamos para todo o País”, explicou a senadora à agência do Senado.

O Estatuto da Diversidade Sexual conta com 109 artigos, que alteram 132 dispositivos legais. O Estatuto criminaliza a homofobia, reconhece o direito à livre orientação sexual e iguala os direitos fundamentais entre heterossexuais e LGBTs.

Eis algumas dos “avanços” que o Estatuto da Diversidade Sexual propõe:
Legitimação da PEDOFILIA e outras anormalidades sexuais:

Título III, Art. 5º § 1º – É indevida a ingerência estatal, familiar ou social para coibir alguém de viver a plenitude de suas relações afetivas e sexuais.
Sob essa lei, a família nada poderá fazer para inibir um problema sexual nos filhos. A sociedade nada poderá fazer. E autoridades governamentais que ainda restarem com um mínimo de bom senso estarão igualmente impedidas de “interferir”.

Retirar o termo PAI E MÃE dos documentos:

Título VI, Art. 32 – Nos registros de nascimento e em todos os demais documentos identificatórios, tais como carteira de identidade, título de eleitor, passaporte, carteira de habilitação, não haverá menção às expressões “pai” e “mãe”, que devem ser substituídas por “filiação”.

Essa lei visa beneficiar diretamente os ajuntamentos homossexuais desfigurados tratados como família. Para que as crianças se acostumem com “papai e papai” ou “mamãe e mamãe”, é preciso eliminar da mente delas o normal: “papai e mamãe”.

Começar aos 14 ano os preparativos para a cirurgia de mudança de sexo aos 18 anos pode começar com hormônios sexuais para preparar o corpo):

Título VII, Art. 37 – Havendo indicação terapêutica por equipe médica e multidisciplinar de hormonoterapia e de procedimentos complementares não-cirúrgicos, a adequação à identidade de gênero poderá iniciar-se a partir dos 14 anos de idade.

Título VII, Art. 38 - As cirurgias de redesignação sexual podem ser realizadas somente a partir dos 18 anos de idade.Cirurgias de mudança de sexo nos hospitais particulares e no SUS:

Título VII, Art. 35 – É assegurado acesso aos procedimentos médicos, cirúrgicos e psicológicos destinados à adequação do sexo morfológico à identidade de gênero.

Parágrafo único – É garantida a realização dos procedimentos de hormonoterapia e transgenitalização particular ou pelo Sistema Único de Saúde – SUS.

Uso de banheiros e vestiários de acordo com a sua opção sexual do dia:

Título VII, Art. 45 – Em todos os espaços públicos e abertos ao público é assegurado o uso das dependências e instalações correspondentes à identidade de gênero.

Não é permitido deixar de ser homossexual com ajuda de profissionais nem por vontade própria:

Título VII, Art. 53 – É proibido o oferecimento de tratamento de reversão da orientação sexual ou identidade de gênero, bem como fazer promessas de cura.

O Kit Gay será desnecessário, pois será dever do professor sempre abordar a diversidade sexual e consequentemente estimular a prática:

Título X, Art. 60 – Os profissionais da educação têm o dever de abordar as questões de gênero e sexualidade sob a ótica da diversidade sexual, visando superar toda forma de discriminação, fazendo uso de material didático e metodologias que proponham a eliminação da homofobia e do preconceito.

Contos infantis que apresentem casais heterossexuais devem ser banidos se também não apresentarem duplas homossexuais travestidas de “casais:

Título X, Art. 61 – Os estabelecimentos de ensino devem adotar materiais didáticos que não reforcem a discriminação com base na orientação sexual ou identidade de gênero.

As escolas não podem incentivar a comemoração do Dia dos Pais e das Mães:

Título X, Art. 62 – Ao programarem atividades escolares referentes a datas comemorativas, as escolas devem atentar à multiplicidade de formações familiares, de modo a evitar qualquer constrangimento dos alunos filhos de famílias homoafetivas.

Cotas nos concursos públicos para homossexuais assim como já existem para negros no RJ, MS e PR e cotas em empresas privadas com já existe para deficientes físicos:

Título XI, Art. 73 – A administração pública assegurará igualdade de oportunidades no mercado de trabalho a travestis e transexuais, transgêneros e intersexuais, atentando ao princípio da proporcionalidade.

Parágrafo único – Serão criados mecanismos de incentivo a à adoção de medidas similares nas empresas e organizações privadas.Casos de pedofilia homossexual irão correr em segredo de justiça:

Título XIII, Art. 80 – As demandas que tenham por objeto os direitos decorrentes da orientação sexual ou identidade de gênero devem tramitar em segredo de justiça.

Censura a piadas sobre gays:

Título XIV, Art. 93 – Os meios de comunicação não podem fazer qualquer referência de caráter preconceituoso ou discriminatório em face da orientação sexual ou identidade de gênero.

“O Estatuto da Diversidade Sexual é um avanço. Isso nunca havia sido pensado em relação às questões LGBT”, reconheceu Marta Suplicy, classificando-o como de importância “inquestionável”.

O Estatuto defende que o Estado é obrigado a investir dinheiro público para homossexuais que querem caros procedimentos de reprodução assistida por meio do Sistema Único de Saúde (SUS) e também que o Estado é obrigado a criar delegacias especializadas para o atendimento de denúncias por preconceito sexual contra homossexuais, atendimento privado para exames durante o alistamento militar e assegura a visita íntima em presídios para homossexuais e lésbicas.

Com informações de Renato Tambellini e da agência Senado.
Fonte: www.juliosevero.com

Ativistas gays cortam conta de PayPal de Julio Severo, tradutor de LifeSiteNews e ativista pró-vida

Matthew Cullinan Hoffman

Clique aqui para assinar uma petição dirigida ao PayPal em protesto contra a perseguição aos cristãos pró-família

19 de setembro de 2011 (Notícias Pró-Família) — Sob pressão de ativistas homossexuais, o PayPal decidiu rejeitar serviço a Julio Severo, famoso ativista pró-vida e pró-família cristão do Brasil.

Além disso, pelo menos duas organizações cristãs visadas pelos mesmos ativistas permanecem sob investigação do PayPal e poderão também perder o uso do serviço.

Severo, escritor evangélico que também traduz para LifeSiteNews, mantém um blog muito influente em português que é lido e comentado por políticos do governo federal do Brasil. Ele é também o autor de dois livros, inclusive um sobre o movimento homossexual no Brasil. (Veja seu blog em português aqui e seu blog em inglês aqui.)
Em semanas recentes, a conta de PayPal de Severo se tornou alvo do grupo homossexual “All Out” (Todos Fora do Armário), que criou uma petição online para pressionar o PayPal a livrar-se de Severo e nove outros usuários do PayPal como fomentadores de “ódio” e “extremismo”. O site de Severo expressa amor aos homossexuais e uma preocupação com o fato de que a conduta homossexual é destrutiva para aqueles que dela participam.

Depois do lançamento da campanha, Severo e vários outros na lista foram contatados pelo PayPal, que pediu informações sobre as organizações deles e insinuou que eles não estão em conformidade com as políticas do PayPal.

Depois da resposta de Severo comentando que ele não é uma organização, apenas um indivíduo, o PayPal respondeu hoje declarando: “Apreciamos seu interesse no PayPal. Contudo, devido às restrições legais e regulatórias, a empresa PayPal Private Limited não pode processar pagamentos de doações para entidades de caridades e organizações sem fins lucrativos que não foram registradas; organizações/partidos políticos; instituições religiosas; levantadores de fundos para pessoas ou organizações, etc., em países sob sua jurisdição”.

“Essa não é uma decisão que fazemos com pouco caso, e lamentamos profundamente qualquer inconveniência ou frustração que essa questão possa lhe causar”, acrescenta o PayPal. “Por favor, compreenda que essa decisão é definitiva”.

O PayPal acrescentou que durante 180 dias não permitirá que Severo acesse nenhum dinheiro que restou em sua conta. Depois desse prazo, a empresa lhe dará informação de como recuperar o dinheiro.

Há anos os militantes homossexuais vêm tentando silenciar Severo, e a eliminação de sua conta no PayPal é o terceiro maior sucesso obtido na campanha deles.
Em 2009, Severo foi forçado a fugir do Brasil com sua família depois que o Ministério Público Federal começou a investigá-lo por criticar a conduta dos homossexuais durante a Parada Gay. No Brasil, há restrições para se criticar a conduta homossexual.

Os homossexuais também deram um jeito de remover o blog de Severo por um curto período de tempo em 2008, depois de se queixaram de seu conteúdo. No entanto, depois de uma indignação em massa de cristãos do Brasil, o blog dele foi restaurado.
“Estou muito preocupado, pois o PayPal se prostrou aos militantes gays e sua campanha de ódio para que eu fosse excluído do PayPal”, Severo disse para LifeSiteNews.

“Uso o PayPal para pagar serviços essenciais para mim e minha família. E estamos numa situação muito limitada, pois estamos longe do Brasil por causa de perseguição gay e governamental. Nossos recursos são limitados”, acrescentou ele. “E agora sob pressão de meus perseguidores, o PayPal está garantindo que minhas opções para receber doações sejam ainda mais limitadas e difíceis.

“Milhões de indivíduos usam o PayPal para receber dinheiro. Por que não posso receber também?” Severo pergunta e aponta que “não sou uma instituição beneficente. Sou apenas um cristão individual com esposa e quatro filhos pequenos”.

Peter LaBarbera, de Americanos pela Verdade acerca da Homossexualidade (Americans for Truth About Homosexuality [AFTAH: http://aftah.org]), que está também sob investigação do PayPal, disse que as ações do PayPal indicam uma “estação aberta de caça aos cristãos” por parte dos ativistas homossexuais.

“É pavoroso e até mesmo chocante que o PayPal tenha removido a conta do herói pró-família brasileiro Julio Severo, usando alguns pretextos burocráticos”, LaBarbera disse para LifeSiteNews. “Ao que tudo indica agora é estação aberta de caça aos cristãos no mundo empresarial”.

“Julio tem um blog muito eficaz — é por isso que ele se tornou alvo dos grupos homossexuais de pressão política. A Esquerda não consegue dar respostas para as ideias dele, de modo que estão mirando seus recursos financeiros. Ao eliminar a conta de Julio dias depois do lançamento da campanha de propaganda gay do All Out, o PayPal se une às fileiras das empresas anticristãs que já escolheram um dos lados da Guerra Cultural — contra os crentes fiéis”.

Informações de contato:

Para assinar uma petição contra a perseguição de cristãos pró-família visados pela campanha do PayPal, clique aqui.

Ligue para o PayPal nos EUA: 1-402-935-2050
Envie um e-mail ao PayPal clicando aqui e selecionando “Email Us”. Pessoas que não têm conta no PayPal podem selecionar a opção à direita e receberão um formulário para preencher.

Cobertura anterior LifeSiteNews:
* PayPal lança investigação contra grupos pró-família depois que homossexuais se queixam
* Homossexuais querem eliminar contas do PayPal de organizações pró-família
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com

Campanha de “ódio” online mira sites cristãos

Homossexuais que criticam perspectiva bíblica da família desencadeiam “investigação” do PayPal

Bob Unruh

© 2011 WND

Uma investigação formal de várias organizações cristãs foi lançada pelo PayPal, a enorme empresa de transferência de dinheiro, por causa de uma campanha online de “ódio” contra elas por parte de homossexuais, de acordo com um dos que se tornaram alvos.

Os avisos de investigação foram enviados para o blog Last Days Watchman de Julio Severo e Americans for Truth de Peter LaBarbera.

Ambos sites são assumidamente cristãos, e ambos defendem a perspectiva bíblica acerca da homossexualidade.

As exigências do PayPal ocorreram na forma de um questionário exigindo que os donos dos sites deem explicações sobre o botão do PayPal no site deles e “o propósito… de coletar essas doações”.

O PayPal, que retornou um pedido de WND em busca de comentários acerca da campanha de “ódio” contra as organizações cristãs, mas disse que não tinha uma declaração preparada, também queria saber como o PayPal seria usado como um meio para receber pagamentos e se a organização tinha condição “registrada” de isenção de impostos.

Severo explicou para o PayPal que seu ministério cristão, por meio de seus blogs em português, inglês, espanhol e alemão, tem como objetivo “informar as pessoas acerca de questões polêmicas, inclusive eutanásia, aborto, homossexualidade, etc”.

“Notei que sua mensagem veio a mim depois de uma campanha de ódio contra mim e outros ministérios cristãos”, ele disse ao PayPal, citando o site AllOut.org.
A campanha online critica “extremistas anti-LGBT” que estão usando o PayPal para levantar dinheiro para “sua causa perigosa”.

A campanha coloca como centro do alvo Severo e LaBarbera, bem como Abiding Truth Ministries, New Generation Ministries, Noua Dreapta da Romênia, Truth in Action Ministries, Dove World Outreach, Igreja Batista Palavra da Fé, Instituto de Pesquisa de Família e a Sociedade Americana para a Defesa da Família Tradicional.

AllOut alega que esses grupos promovem “ódio”.

Mas Severo insistiu em que exatamente o oposto é a verdade.

“Quero que vocês saibam que nós cristãos amamos os homossexuais, mas discordamos de seus estilos de vida imorais”, dele disse ao PayPal.

Uma resposta do PayPal para Severo comentou: “Apreciamos a informação que você nos enviou. Sua conta foi registrada de acordo com essa informação. Nós investigaremos sua conta e daremos uma resposta assim que for possível. Apreciamos muito a sua paciência nesse caso”.

Severo disse que AllOut está também em atividade no Facebook, Twitter e por meio de e-mails para pressionar o PayPal a censurar suas convicções religiosas.

“Diferentemente dos ativistas gays que recebem imensas verbas governamentais, eu não recebo nenhum dinheiro do governo”, disse Severo.

“Gasto muito tempo preparando e escrevendo artigos para postar em meus blogs. Meus blogs e suas mensagens são minhas contribuições voluntárias e sacrifício pessoal para ajudar a informar vocês. Ore contra as campanhas gays que têm como alvo isolar financeiramente a mim e minha família. Se eles tiverem êxito, nós como família… não teremos condições de sobreviver”.

Ele disse ao PayPal: “Ficarei aguardando sua resposta, e também uma resposta pública com relação à campanha de ódio que está me fazendo de alvo. Todas as acusações dessa campanha de ódio contra mim são falsas. Como cristão, nunca preguei nenhuma violência contra outras pessoas. Posso apresentar centenas de testemunhas que confirmarão o que estou dizendo”.

LifeSiteNews já criou uma petição online em apoio aos sites e ministérios cristãos que diz: “Protesto contra o ataque de organizações homossexuais contra os ativistas cristãos Julio Severo, Americans for Truth About Homosexuality (AFTAH) e Tradição, Família e Propriedade (TFP). Incentivo o PayPal a defender o direito de organizações pró-família de usar seu serviço e a rejeitar ataques contra a fé cristã e outras religiões que defendem a moralidade sexual e os valores da família”.

De acordo com LaBarbera, a questão é que os ativistas homossexuais não mais estão dispostos a meramente prosseguir seu próprio estilo de vida; eles agora estão exigindo que sejam totalmente silenciadas as pessoas que têm perspectivas bíblicas das quais eles discordam.

“Eles querem dominação ainda que isso signifique caluniar pessoas pró-família como ‘odiadoras’ e destruir nossas liberdades religiosas que tanto amamos”, disse ele.

Em reportagem anterior, WND mostrou quando Severo relatou que seu site estivera sob monitoração do Ministério de Segurança Nacional dos EUA.

WND também noticiou quando uma série similar de ataques foi produzida contra ministérios e grupos online que discutem o perigo do islamismo.

De acordo com as reportagens, o PayPal eliminou várias contas por causa de preocupações com mensagem desses sites expondo a verdade sobre o islamismo, então restaurou-os um curto tempo mais tarde.

Pamela Geller, ativista, escritora e blogueiro popular do Atlas Shrugs, que também ajudou a fundar a Iniciativa de Defesa da Liberdade e Detenham a Islamização dos Estados Unidos, relatou que recebeu cartas intimidatórias do PayPal que afirmavam que os sites “promovem ódio” e “intolerância racial”.

De acordo com Geller, o PayPal lhe enviou cartas explicando que os sites haviam violado as normas da empresa, que proíbem o uso do PayPal para itens que “promovem ódio, violência, intolerância racial ou exploração financeira de um crime”.

A fim de se submeter às normas, Geller relatou, ela foi obrigada a remover o PayPal como opção de pagamento de seus sites, bem como referências à empresa, seu logotipo e características de compra.

Mais tarde, ela relatou que um executivo da empresa PayPal telefonou e explicou que a decisão foi um erro e que os serviços financeiros para os sites dela podiam ser reiniciados.

WND também noticiou quando a organização Charitable Give Back Group, que no passado era conhecida como Rede de Valores Cristãos, disse que ativistas estavam fazendo uma campanha online para coletar assinaturas e assustar clientes por causa da mensagem cristã.

Versão em inglês deste artigo reproduzida no blog em inglês de Julio Severo:

Online ‘hate’ campaign targets Christian sites

Versão em inglês deste artigo reproduzida no blog inglês de Julio Severo:

Online ‘hate’ campaign targets Christian sites

Versão em espanhol deste artigo: Campaña de “odio” online apunta a sitios cristianos

Versão em alemão deste artigo: Online-‘Hass‘-Kampagne zielt auf christliche Webseiten

Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.comFonte: WND

PayPal lança investigação contra grupos pró-família depois que homossexuais se queixam

Matthew Cullinan Hoffman

16 de setembro de 2011 (Notícias Pró-Família) — O PayPal está conduzindo uma investigação contra várias organizações e pessoas pró-família que estão sendo alvo de uma campanha homossexual que acusa essas organizações de “ódio” e “extremismo”, conforme ficou sabendo LifeSiteNews.

A investigação lançada por PayPal está ocorrendo em resposta óbvia a uma campanha feita pelo grupo homossexual All Out (Todos Fora do Armário, cujo endereço é: http://allout.org/en/actions/paypal), que está pedindo que o PayPal elimine de seu serviço dez organizações, inclusive Julio Severo, que é tradutor de LifeSiteNews e blogueiro pró-família; a organização ativista católica Tradição, Família e Propriedade e Americanos pela Verdade acerca da Homossexualidade (Americans for Truth About Homosexuality, AFTAH), de Peter LaBarbera.

“Estamos lhe escrevendo com relação à sua conta no PayPal”, a empresa declara num dos e-mails, que foi enviado até o momento para pelo menos três das organizações na lista do All Out. O PayPal então afirma que a organização em questão é uma “empresa comercial” e precisa de “aprovação prévia” para usar o PayPal.

“O PayPal aprecia o fato de que você nos escolheu para aceitar pagamentos para sua empresa comercial. Após uma avaliação periódica, constatamos que sua conta vem se conduzindo como uma empresa comercial que exige aprovação prévia. O PayPal tem como política que algumas empresas comerciais se registrem para obter aprovação antes de utilizar nosso sistema ou desaprovar algumas empresas comerciais para impedi-las de usar o PayPal como um meio de receber pagamentos por alguns tipos de serviços. Por favor, veja a ‘Política de Uso Aceitável do PayPal’ sob ‘Acordos Legais” para ter mais informações”.

O PayPal então faz várias perguntas aos destinatários.

“Notamos que há um botão de doações em seu site que tem um link para a sua conta no PayPal. Pode nos dar uma explicação do propósito que você tem ao coletar essas doações?”

“Explique como o PayPal será usado como um meio de lhe dar pagamentos”.
“A sua organização já se registrou como organização de caridade, sem fins lucrativos e com isenção de impostos, diante do governo estadual e federal, ou diante de outro órgão regulador aplicável?”

Quando a agência noticiosa homossexual Pink News perguntou ao PayPal sobre a campanha do All Out e sobre o fato de que dinheiro no PayPal financia essas organizações, a empresa respondeu que “Embora não possamos comentar acerca de quaisquer contas específicas por causa da confidencialidade dos clientes, regularmente revemos as organizações e sites que usam nosso serviço, e paramos de trabalhar com aqueles que quebram nossa Política de Uso Aceitável. Nós também possibilitamos que indivíduos delatem quebras suspeitas dessa política em nosso site”.

Dois dos alvos da campanha do All Out, Julio Severo do blog Last Days Watchman e Peter LaBarbera da AFTAH (http://aftah.org), disseram que as organizações homossexuais acusam os outros de “bullying”, mas elas mesmas estão praticando isso.

“Human Rights Campaign (Campanha dos Direitos Humanos), uma das maiores organizações gays do mundo com sede em Washington, foi revelada num registro que rastreia sites como visitando meu blog em 23 de agosto de 2011. E agora, ativistas gays dos EUA querem que o PayPal cancele minha conta, efetivamente me impedindo de receber doações”, disse Severo.

“Tenho vivido longe do Brasil com esposa e quatro filhos e, diferente dos grupos gays, dependemos de doações. Os grupos gays recebem grandes verbas e financiamentos governamentais. E recebem enorme sustento financeiro internacional da ONU e de poderosas fundações. Não há nenhuma comparação entre eles e seus recursos de milhões de dólares e as doações que recebo”.

“Uso meus recursos para sustentar minha família. Não recebo nenhum dinheiro governamental para escrever textos cristãos. Se fazem uma campanha para eliminar doações dirigidas a mim, não terei condições de sustentar minha família. Isso não é assustador?”

LaBarbera comentou que “em aproximadamente 60 anos a homossexualidade passou por uma transformação, onde no passado era tabu e perversão e hoje é um movimento muito forte que castiga aqueles que discordam da conduta de mesmo sexo — principalmente cristãos. Essa campanha mais recente que quer fazer bullying para que o PayPal elimine de seus serviços a AFTAH e outras organizações pró-família ilustra perfeitamente a besteira da ‘tolerância gay’.

Cansados (ou incapazes) de debater de um modo civilizado com seus oponentes, os militantes homossexuais estão agora usando a força bruta na internet para oprimir e silenciar a voz judaico-cristã da sanidade sexual. Neste exato momento precisamos urgentemente que todos os que se opõem ao moderno fascismo homossexual façam contato com o PayPal e exortá-los a não se dobrar às exigências dos grupos gays de pressão política. Nosso próprio futuro como sociedade livre depende de que detenhamos essa nova tirania politicamente correta”, ele acrescentou.

Informações de contato:

Assine a petição dirigida ao PayPal para protestar contra a perseguição aos cristãos pró-família (http://profamilyfreedom.net)

Ligue para o PayPal nos EUA: 1-402-935-2050

Envie um e-mail ao PayPal clicando aqui e selecionando “Email Us”. Pessoas que não têm conta no PayPal podem selecionar a opção à direita e receberão um formulário para preencher.

Cobertura anterior LifeSiteNews:

Homossexuais querem eliminar contas do PayPal de organizações pró-família

Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com

domingo, 11 de setembro de 2011

Trabalhadores dos correios ingleses se recusam a entregar gravações da Bíblia por considerarem o conteúdo dos CDs como “ofensivo”

Trabalhadores dos correios se recusaram a entregar CDs com leituras da Bíblia após decidirem que o material era “ofensivo”.

Várias igrejas pagaram pela produção de gravação de CDs do Evangelho de Marcos em celebração aos 400 anos de aniversário da versão King James (a tradução em inglês mais lida nos EUA e em países de língua inglesa).

Eles deveriam entregar para todas as casas em Jersey (que é parte do arquipélago das Ilhas do Canal, no Canal da Mancha, e que é uma dependência da coroa britânica), mas os líderes das igrejas ficaram espantados quando foram informados de que os trabalhadores dos correios não entregariam os 45.000 CDs.


Controvérsia: autoridades dos correios disseram que ficaram preocupadas que o conteúdo gravado da Bíblia King James poderia ofender as pessoas.

O Reverendo Liz Hunter do Centro Metodista de Helier disse: “Inicialmente, os correios de Jersey pareceram bem receptivos sobre nos ajudar com a entrega dos CDs. Mas duas semanas depois alguém do departamento de marketing deles nos telefonou dizendo que eles não poderiam fazer a entrega pois poderia ser considerado ofensivo. Disseram que havia regras sobre o envio de material em certa quantidade na ilha e que gravações religiosas poderiam ofender as pessoas. Isso não é evangelho abertamente invasivo, era apenas uma boa idéia dar às todos um CD que eles poderiam escolher ouvir se quisessem”

Grupos de igrejas de toda a ilha se uniram para o projeto, com a meta de entregar 45.000 gravações do Evangelho de Marcos a todas as casas em Jersey.

O Reverendo Hunter acrescentou: “O impacto se dissipou de certa forma. Nós lançamos o esquema ‘Ligar’ na segunda passada e queríamos que cada casa tivesse seu CD ao mesmo tempo nessa semana. Agora nós dependemos de voluntários para fazer a entrega para cada casa, então isso provavelmente demorará quase todo o mês de setembro”.
Os correios de Jersey se desculparam pelo incidente, dizendo que a equipe interpretou mal as regras.

O Diretor Kevin Keen disse: “Entendo que um dos meus colegas disse que o material era ofensivo. Essa decisão foi feita com base nos nossos termos e condições, as quais declaram que eles têm o direito de recusar a distribuição de material que caia na categoria de ‘material promocional que possa causar ofensa’. Claramente isso foi interpretado de forma incorreta. Falei com a pessoa envolvida e escrevi a todos os meus colegas pedindo que viessem até mim se houvesse qualquer dúvida no futuro”.

Os CDs são agora entregues por voluntários (pelo menos enquanto ninguém proibir isso).

Traduzido por Eliseu P. L. J. (com acréscimos em negrito).
Artigo original: Postal workers refuse to deliver Bible recordings because the CDs are ‘offensive’
Fonte em português: www.juliosevero.com

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Dois homens “namorados” e um assassinato: só a vítima era homossexual?

Julio Severo:

A imprensa parcial se atropela em suas próprias tontices. O jornal Dourados Agora relata um assassinato, deixa claro que vítima e autor (ambos homens) do crime eram companheiros, mas atribui o termo “homossexual” somente à vítima. Deve ser algum novo padrão da mídia, que deve ter transformado a palavra “homossexual” em algum título de honra ou condecoração. Se o homem viciado em sexo anal é o criminoso, não merece esse título e condecoração. Se o homem viciado em sexo anal é a vítima, aí a mídia o condecora com o “honroso” título em suas “reportagens”. O cabeleireiro, que era barulhento e tinha hábitos noturnos, conforme a reportagem do Dourados Agora, foi assassinado quando ele e seu “companheiro” estavam usando drogas em plena madrugada. Tente imaginar o que um mundo só de praticantes de sodomia faria entre si se não mais houvesse homens que não praticam atos homossexuais… Confira agora a “reportagem”:

CABELEIREIRO TEM TESTÍCULOS E NARIZ ARRANCADOS POR NAMORADO

Um relacionamento homossexual terminou de forma trágica na madrugada de quinta-feira (25), em Alfenas, na Região Sul de Minas, quando o cabeleireiro G F P, 25 anos, foi brutalmente assassinado dentro de sua casa, no Centro da cidade.

O corpo da vítima foi encontrado caído atrás de um sofá, seminu, sem os testículos e parte do nariz, além de marcas de várias facadas.

O namorado da vítima, F H A, 20 anos, preso no início da tarde, confessou o crime.
A violência do crime chocou até mesmo os policiais que recolheram o corpo, após o trabalho da perícia.

Uma vizinha da casa que saía cedo para trabalhar reparou que havia sangue escorrendo na rua e que o rastro vinha de dentro da casa do cabeleireiro, passando pela garagem e seguia pela calçada.

A moradora, que não quis se identificar, contou também aos policiais que ouviu gritos na madrugada mas como Gilvan era uma pessoa de hábitos noturnos e que sempre fazia muito barulho, não estranhou, nem se levantou para ver o que estaria acontecendo.

O cabeleireiro era homossexual e morava no local que fica na parte de baixo de um sobrado há menos de um ano.

A casa tinha poucos móveis, muita coisa espalhada pelo chão, além de solvente de tinta e pó de extintor de incêndio.

Policiais disseram ainda que o crime ocorreu por volta de 4 horas da madrugada. Ao sair do local, o assassino teve o cuidado de fechar a porta.

No início da tarde, F, namorado de G, foi localizado em uma kitnet próxima ao Hospital Universitário Alzira Velano e portava duas facas.

Na delegacia, F teria confessado sobre a briga e o assassinato do companheiro, mas segundo policiais, não esclareceu a razão para o desentendimento.

Ele confessou ainda que usou gilete para mutilar o cabeleireiro. A suspeita é de que os dois tivessem usado drogas antes da tragédia. (Do Hoje em Dia)

Fonte: Dourados Agora e Julio Severo
Divulgação: www.juliosevero.com e www.mordacagay.blogspot.com

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

REVISTA ÉPOCA, SILAS MALAFAIA E A QUESTÃO DA HOMOSSEXUALIDADE




ÉPOCA – O que é, em sua opinião, a homossexualidade?
Malafaia – O homossexualismo é comportamental. Uma pessoa é homem ou mulher por determinação genética, e homossexual por preferência apreendida ou imposta. É um comportamento. Ninguém nasce homossexual. Não existe ordem cromossômica homossexual, não existem genes homossexuais. O cromossomo de um homem hétero e de um homem homossexual é a mesma coisa. O resto é falácia, é blá-blá-blá. Só existe macho e fêmea, meu amigo.

ÉPOCA – Por que o comportamento homossexual se desenvolve?
Malafaia – A Bíblia diz que, aos homens que não se importaram em ter conhecimento de Deus, Ele os entregou um sentimento perverso para fazerem coisas que não convêm. Do ponto de vista comportamental, é promiscuidade mesmo, meu amigo. O ser humano quer quebrar todos os limites. Quanto mais ele quebra limites, mais insaciável se torna. Ninguém nasce homossexual. É a promiscuidade do ser humano.

ÉPOCA – É possível alguém deixar de ser homossexual?
Malafaia – Nossa igreja está cheia de gente que era homossexual. O cara não nasceu (homossexual). Se não nasceu, amigo... Ninguém nasce homossexual. É uma opção, por uma série de elementos: ou porque foi violentado, ou porque escolheu por modelo de imitação. O ser humano vive por modelo de imitação.

ÉPOCA – E como se dá essa reversão?
Malafaia – Meu filho, essa reversão é o cara voltar a ser macho e a mulher voltar a ser fêmea. Dar forças para o cara vencer isso. Acredito no poder do Evangelho para transformar qualquer pessoa, inclusive homossexuais.

ÉPOCA – Qual é sua opinião sobre os casos de violência contra homossexuais?
Malafaia – Vou te dar alguns numerozinhos para a gente poder desfazer essa conversinha fiada para boi dormir. Os números é que vão dizer: no ano passado, 50 mil pessoas foram assassinadas no Brasil, e 260 eram homossexuais. Que índice é esse para dizer que o Brasil é um país homofóbico? Outro número: mais de 300 mulheres foram assassinadas por violência doméstica em 2010, mas ninguém fala nada. Mais de 100 crianças são assassinadas ou violentamente espancadas por dia, e ninguém fala nada. Sabe por quê? É porque por trás das editorias dos jornais, da televisão existe uma bicharada desgramada que dá toda essa ênfase para eles. Não quero que ninguém morra, amigo, mas o índice (de mortes de homossexuais) é insignificante para a violência que acontece no Brasil. Então, esse é um apelo de propaganda para eles (gays) poderem ter benefícios em detrimento do conjunto da coletividade social. Essa daí é velha, e eu não sou otário. Sei pesquisar os números, e a imprensa não dá os números. Tem mais heterossexual que homossexual sendo assassinado. Você sabe o que é homofobia para os homossexuais? Olhar com cara feia para um gay é homofobia. Não concordar com a prática deles é homofobia. Uma coisa é criticar a conduta, outra é discriminar pessoas. Tudo para eles é homofobia. Essa é a malandragem deles, e eu não caio nessa.

"No ano passado, 50 mil pessoas foram assassinadas no
Brasil – e 260 eram homossexuais. É um índice insignificante
para dizer que o Brasil é um país homofóbico"

ÉPOCA – Os ativistas homossexuais são heterofóbicos?
Malafaia – Acho que eles são uns malandros que ganham verba dos governos federal, estadual e municipal para fazer esse papel. São uns malandros oportunistas faturando em cima da grana que as ONGs deles recebem. Essa é a verdade nua e crua. Não é pouca grana, não. E ninguém fala disso. Os ativistas homossexuais são pagos para esse serviço podre que fazem de chamar todo mundo de homofóbico.

ÉPOCA – O que fazer com o comportamento homossexual?
Malafaia – O comportamento homossexual é um direito que a pessoa tem. O direito de ser é guardado pela Constituição, pelo livre-arbítrio. Não quero que ninguém seja eliminado. Critica-se presidente da República, critica-se pastor, padre, deputado, mas não pode criticar uma prática? Em hipótese alguma. Querer eliminar homossexual é homofobia. Não quero isso. Quero discutir com um homossexual e poder dizer que sou contra a prática dele, assim como os gays podem me dizer que são contra a prática dos evangélicos. Isso é democracia.

ÉPOCA – O que o senhor acha das críticas feitas ao deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) (político contrário às leis que criminalizam a homofobia)?
Malafaia – Você vai ver o Jair Bolsonaro nas póximas eleições. Ele vai ter três ou quatro vezes mais votos que recebeu na eleição passada. A sociedade brasileira é conservadora, 90% da população é cristã. Desses 90%, os evangélicos e católicos praticantes são 70%. Nós somos maioria absoluta neste país, amigo. Pergunto: qual é o deputado gay que teve uma votação expressiva? Esse Jean Wyllys (deputado federal do PSOL-RJ) entrou na sobra de legenda, com 13 mil votos, pendurado num cara (o deputado Chico Alencar, do PSOL, segundo mais votado do Estado). É o mais famoso dos gays e não tem voto, não tem porcaria nenhuma.

ÉPOCA – Como o senhor reagiria se um de seus filhos ou netos dissesse que é gay?
Malafaia – Vou melhorar tua pergunta, aprofundá-la. Se algum filho meu fosse assassino, se algum neto meu fosse traficante, se algum filho meu fosse um serial killer e tivesse esquartejado 50, continuaria o amando da mesma forma, mas reprovando sua conduta. Meu amor por uma pessoa não significa que apoio o que ela faz. Daria o Evangelho para ele, diria que Jesus transforma, que ele não nasceu assim, que é uma opção dele.

Fonte:revista epoca
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