quarta-feira, 25 de maio de 2011

Evangélicos protestam contra "kit gay" e criminalização da homofobia

Autoria: Jornal esquerdista Folha de S. Paulo, de 21 de maio de 2011

Marcha para Jesus reúne 200 mil pessoas em Curitiba, mas jornal esquerdista reduz para 50 mil

Organizada por cerca de 600 igrejas evangélicas, a Marcha para Jesus reuniu aproximadamente 50 mil pessoas neste sábado (21) em Curitiba.
A multidão percorreu ruas do centro da cidade e se concentrou numa praça do bairro Centro Cívico, onde há shows programados até as 18h de hoje.
Além de confraternizar, os participantes do evento aproveitaram a oportunidade para defender bandeiras evangélicas, protestando contra a legalização da maconha e a distribuição de um kit anti-homofobia (chamado pelos evangélicos de "kit gay") pelo governo federal.
Os manifestantes também realizaram abaixo-assinado contra o kit e o projeto de lei que criminaliza a homofobia.
"Estamos manifestando nosso apoio à família, aos valores da família", diz o pastor Cirino Ferro, bispo da igreja Sara Nossa Terra e presidente do Comep (Conselho de Ministros Evangélicos do Paraná).
O PLC 122, que criminaliza a homofobia, está em tramitação no Senado e é chamado, no meio evangélico, de "lei da mordaça". Para Ferro, ele "pune o livre pensamento que é garantido pela Constituição" e impede os pastores de defenderem o sistema bíblico de família.
Quanto ao kit anti-homofobia, cuja distribuição em escolas públicas ainda está sendo estudada pelo MEC (Ministério da Educação), o pastor afirma que é "outra imposição que chega sem consultas prévias à sociedade, induzindo nossos filhos a aderir a coisas com as quais não concordamos".
Já os protestos contra a legalização da maconha eram motivados principalmente pela realização da Marcha da Maconha no país — em Curitiba, ela deveria ocorrer neste domingo, mas foi proibida por decisão da Justiça.
Fonte: Folha de S. Paulo
Comunicado importante do Bispo Cirino Ferro para o Blog Julio Severo sobre a reportagem da Falha de S. Paulo: “Na verdade nós tínhamos muito mais gente participando da Marcha, foi a maior de todas, provavelmente com mais de 200 mil participantes. Acho que eles levaram em consideração apenas a multidão que estava atrás do meu caminhão de som, mas tínhamos mais oito caminhões na Marcha.
Comentário de Julio Severo: Se fosse uma parada gay com 5 mil participantes, a mídia sem demora inflaria o número para 1 milhão. Quanta vergonha para o jornal Falha de S. Paulo!

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