terça-feira, 31 de maio de 2011

Marcos Mion e Record são processados por homofobia

Entidades do movimento gay reclamaram de comentários de Marcos Mion no “Legendários”, da Record.
Durante o programa, o apresentador disse que a drag queen Nany People “tem surpresinha” e perguntou “o que ela faz com o pacote” na hora do banho.
Tanto o apresentador quanto a emissora estão sendo processados por homofobia.
Ele diz que o caso está com o departamento jurídico da Record, que, por sua vez afirma que houve “exercício da liberdade de expressão” que “não feriu ninguém”.
A informação é da coluna Mônica Bergamo publicada nesta terça-feira (31) na Folha.






O apresentador Marcos Mion, que está sendo processado por entidades do movimento gay por homofobia

FONTE : FENASP
http://fenasp.com/site/index.php/2011/05/31/marcos-mion-e-record-sao-processados-por-homofobia/

Adolescente teria tentado deixar de ser gay e foi morto por ex-companheiro

A mãe de José Vanderlan Medeiros Barroso, Maria José, afirmou que o filho tentava 'deixar de ser homossexual' e rompeu o relacionamento com o namorado, identificado apenas como Varlei. De acordo com Maria, ele teria se convertido no Ministério Apostólico Gerando Vidas quando separou-se do companheiro. "Varlei passou a perseguí-lo desde então, o ameaçava de morte e chegou a esmurrá-lo, na semana passada", afirmou a mãe.

Ainda segundo Maria José, contou aos investigadores que ele e a vítima estavam na Ponta Negra foram assaltados. "O ex-namorado foi até a polícia dizer que os dois teriam sido roubados por um trio, mas que ele havia conseguido fugir. A questão é que ele só apareceu no domingo a noite, quase 24 horas depois do acontecido", assinalou.
José Vanderlan foi encontrado morto na Prainha da Ponta Negra, local conhecido como Garden e que seria usado por homossexuais. Próximo ao corpo, a polícia descobriu vários preservativos usados. Ele levou 10 garrafadas e estava completamente nu.

FONTE http://www.portaldoholanda.com/noticia/36232-adolescente-teria-tentado-deixar-de-ser-gay-e-foi-morto-por-ex-companheiro

A foice e o martelo gay

A ditadura gay não vai poupar ninguém, nem mesmo nossos filhos

Julio Severo

Um material para crianças, que tem como objetivo tratar de questões sexuais impróprias, é normalmente considerado como abuso sexual. Mas quando esse material é homossexual, por força de um anestesiamento moral a reação mais forte da população é chamar tal material meramente de “kit gay”.
Por que não kit do aliciamento gay?
Se esse kit fosse dirigido aos adultos, até poderia ser chamado de kit gay — e imoral. Mas o fato é que ele está sendo dirigido exclusivamente para nossos filhos na escola para acostumá-los à sodomia, tal qual faz o pedófilo que enche a criança de doces para seduzi-la. Se isso não é assédio, aliciamento e molestamento sexual pró-sodomia, então o que é?
Se o PLC 122 for aprovado, não poderemos nem falar nem agir contra nenhum kit de pedofilia gay, pois o chamado projeto anti-“homofobia” pune atos e opiniões contra a sodomia. Mesmo assim, por força de um anestesiamento moral a reação mais forte da população é chamar eufemisticamente o PLC 122 de “Lei da Mordaça”. Por que só isso?
Na verdade, se os católicos e evangélicos conseguirem garantir que as punições do PLC 122 não se apliquem às opiniões, as punições contra atos serão mantidas e serão tão ou mais injustas do que a censura das expressões.
Leis anti-“homofobia” como o PLC 122 ameaçam com punição expressões e atos contra a sodomia: Se você disser algo contra o kit do aliciamento gay, você será preso. Se você tomar alguma medida pessoal, legal, social ou moral contra o kit do aliciamento gay, você será preso.
Com uma alteração no PLC 122 ou qualquer outra lei anti-“homofobia”, como querem muitos pastores e padres, para permitir pelo menos a crítica à sodomia, estaremos protegidos de multas e prisões injustas? Claro que não.
Modificado para permitir apenas a liberdade de expressão, o PLC 122 prosseguirá ameaçando de punição atos contra a sodomia: Se você disser algo contra o kit pedofilia gay, você presumivelmente não será preso. Mas se você tomar alguma medida pessoal, legal, social ou moral contra o kit pedofilia gay, você será preso.
Se conquistarmos o direito de livre de expressão, removendo apenas a ameaça da “mordaça” que o PLC 122 impõe, outras ameaças permanecerão. Com um PLC 122 que só permite o direito de livre expressão (que já está garantido na Constituição), enfrentaremos as seguintes ameaças:
* Uma família evangélica ou católica que descobrir que a escola está distribuindo o kit pedofilia gay para seu filho poderá dizer que o homossexualismo é pecado, mas não poderá fazer mais nada, sob risco de ser enquadrada em leis contra “homofobia”, preconceito e discriminação.
* Um pai e mãe que descobrirem que o governo está dando milhões para radicais grupos gays prepararem kits pedofilia gay poderão dizer que o homossexualismo é pecado, mas não poderão fazer mais nada, sob risco de serem enquadrado em leis contra “homofobia”, preconceito e discriminação.
* Uma família evangélica ou católica que descobrir que a babá que contratou é lésbica poderá dizer que o lesbianismo é pecado, mas não poderá demiti-la, sob risco de ser enquadrada em leis contra “homofobia”, preconceito e discriminação.
* Um pai e mãe católicos ou evangélicos terão o direito de dizer que o homossexualismo é pecado, mas não poderão impedir que a escola pública de seu filho doutrine no homossexualismo, sob risco de serem enquadrados em leis contra “homofobia”, preconceito e discriminação.
* Um seminário católico ou evangélico que descobrir que matriculou um homossexual praticante terá o direito de dizer que o homossexualismo é pecado, mas não poderá cancelar a matricula, sob risco de ser enquadrado em leis contra “homofobia”, preconceito e discriminação.
* Uma escola católica ou evangélica que descobrir que contratou um funcionário homossexual praticante terá o direito de dizer que o homossexualismo é pecado, mas não poderá cancelar a contratação, sob risco de ser enquadrada em leis contra “homofobia”, preconceito e discriminação.
* Uma pensão católica ou evangélica, diante de uma dupla gay que quiser um quarto, terá o direito de dizer que o homossexualismo é pecado, mas não poderá recusar um quarto para os homossexuais praticarem seus atos, sob risco de ser enquadrada em leis contra “homofobia”, preconceito e discriminação.
* Um empresário católico ou evangélico terá o direito de dizer que o homossexualismo é pecado, mas não poderá demitir ou evitar a contratação de um homossexual praticante, sob risco de ser enquadrado em leis contra “homofobia”, preconceito e discriminação.
Se com ou sem garantia de liberdade de expressão, o PLC 122 punirá todos os que falarem e agirem contra as imposições da sodomia, por que então chamá-lo bondosamente apenas de “Lei da Mordaça”? Não sabemos mais reconhecer uma ditadura quando a vemos?
O kit gay foi feito pela ABGLT com milhões dados pelo governo. Essa organização gay radical, que tem histórico de perseguição aos cristãos, agora tem dinheiro e autorização do governo para criar materiais para doutrinar crianças na sodomia. Por que então chamamos esse kit bondosamente de kit gay? Por que não kit do aliciamento gay?
A ideologia que está impondo agressivamente o PLC 122 e o kit do aliciamento gay no Brasil não merece uma resposta muito mais enérgica da população?
Enquanto preferimos chamar por nomes leves as ameaças mais pesadas do movimento ideológico homossexual, os ativistas homossexuais preferem chamar de nomes pesados a nossa discordância mais pacífica:
* Quando dizemos que a sodomia é pecado ou anormal, eles automaticamente dizem que somos “homofóbicos” e incitadores de ódio e assassinato de homossexuais.
* Quando dizemos que é errado eles usarem as escolas para doutrinar nossas crianças no homossexualismo, eles automaticamente dizem que somos “homofóbicos” e incitadores de ódio e assassinato de homossexuais. Eles querem mais direitos sobre nossos filhos do que nós mesmos.
* Quando dizemos que não aceitamos alguma imposição homossexual sobre nós, eles automaticamente dizem que somos “homofóbicos” e incitadores de ódio e assassinato de homossexuais.
Em resumo, quando tratamos as ameaças mais pesadas do movimento gay com palavras delicadas, eles tratam com foice e martelo nossas discordâncias mais gentis. “Vossa Excelência LGBTTXYS me dá permissão para discordar dessas cenas de nudez e sexo que acabei de ver com meus filhos na parada gay na minha rua?” Ou então: “Vossa Excelência LGBTTXYS me dá permissão para discordar da doutrinação que você está fazendo nos meus filhos na escola?” Resposta: “Homofóbico, promotor de ódio e violência, fanático religioso e moralista, cale a boca! Você é cúmplice de todos os assassinatos de gays que fazem ponto de prostituição nas madrugadas. Temos direito de expressar livremente nossa afetividade em público e ensinar seus filhos a aceitar isso. Sua discordância é uma violência contra nossos direitos!” É a luva delicada e o lencinho da população contra a fúria da foice e do martelo gay. O lencinho, pelo menos, serve para enxugarmos nossas lágrimas após inúmeras ofensas, calúnias, desrespeito e xingamentos.
Mas quem foi que disse que luva e lencinho vencem uma ideologia ditatorial? Tal qual a ideologia do nazismo e do comunismo, que sempre andaram atreladas ao Estado e à mídia, a ideologia gay não é diferente. Quer gostemos ou não, o Estado brasileiro e a mídia estão casados com a ideologia gay.
É de admirar então que o ativismo gay esteja avançando confortavelmente na sociedade brasileira?
Ainda bem, devem pensar os ativistas, que a população não nos trata na altura exata da ignorância, ferocidade, mentiras e agressividade que usamos com eles!
A luva e o lencinho mostram também a incompatibilidade, fragilidade e despreparo das posições de alguns grupos e indivíduos cristãos no enfrentamento de um ativismo homossexual que ferozmente exige tudo, inclusive a posse da mente de nossas crianças por meio da doutrinação estatal nas escolas. A essa e outras ameaças muitas vezes eles demonstram uma cruel omissão, se escondendo em nome do Evangelho atrás de uma posição indiferente à guerra cultural que está tomando seus próprios filhos sem que eles tenham força, vontade ou coragem de reagir à altura.
Hoje, os ativistas gays exigem a mente de nossas crianças. O que estamos esperando para agir? Que eles comecem a exigir também os corpos de nossos filhos?
Movidos por uma covardia mascarada como amor do Evangelho pelos pecadores, estamos entregando nossos filhos à cova dos leões gays.
Movidos por uma covardia mascarada como amor do Evangelho pelos pecadores, não denunciamos o governo e suas leis injustas e iniquas, por medo de sofrermos perdas econômicas ou perda de concessões de rádio e TV ou perda da imagem na mídia. (Veja aqui excelente mensagem do Pe. Paulo Ricardo: http://www.youtube.com/watch?v=eHQudN-bETU)




Enquanto vacilamos, a mídia e o Estado gay mascarado de Estado laico exigem nossos filhos.
Tudo o que os ativistas gays precisam fazer é estalar os dedos, e governo e mídia se atropelam para servi-los. Enquanto isso, a maioria cristã tem de protestar muito para que o governo pense em reverter um pouco suas políticas de favorecimento homossexual. Mesmo assim, a reversão tem curta duração, pois mídia e governo estão casados com a ideologia gay. Estado laico hoje é Estado gay.
Enquanto a covardia silenciar o testemunho de justiça e resistência dos cristãos na sociedade, o ativismo gay prosseguirá sua marcha que exige a total posse da mente e corpos de nossos filhos.
Fonte: www.juliosevero.com

Má conselheira

Discursar genericamente sobre o pecado, sem nada fazer contra o agente que o pratica, é transformar a moral numa questão de teoria, sem alcance prático.

Olavo de Carvalho

Quando reagem aos ataques cada vez mais virulentos que a religião sofre da parte de gayzistas, abortistas, feministas enragées, neocomunistas, iluministas deslumbrados etc., certos católicos e protestantes invertem a ordem das prioridades: colocam menos empenho em vencer o adversário do que em evitar, por todos os meios, “combatê-lo à maneira do Olavo de Carvalho”. O que querem dizer com isso é que o Olavo de Carvalho é violento, cruel e impiedoso, humilhando o inimigo até fazê-lo fugir com o rabo entre as pernas, ao passo que eles, as almas cristianíssimas, piedosíssimas, boníssimas, preferem “odiar o pecado, jamais o pecador”. Daí que, em vez de ferir os maliciosos com o ferro em brasa da verdade feia, prefiram admoestá-los em tom de correção fraterna ou, no máximo, argumentar genericamente em termos de direitos e valores.

São, em primeiro lugar, péssimos leitores da Bíblia. Cristo, é verdade, mandou odiar o pecado e não o pecador. Mas isso se refere ao sentimento, à motivação íntima, não à brandura ou dureza dos atos e das palavras expressas.

Ele nunca disse que é possível reprimir o pecado sem magoar, contrariar e, nos casos mais obstinados, humilhar o pecador. Quando expulsou os comerciantes do templo, Ele chicoteou “pecados” ou o corpo dos pecadores? Quando chamava os incrédulos de “raça de víboras”, Ele se dirigia a noções abstratas, no ar, ou a ouvidos humanos que sentiam a dor da humilhação? Quando disse que o molestador de crianças deveria ser jogado ao mar com uma pedra no pescoço, Ele se referia ao pescoço do pecado ou ao do pecador? O pecado, não só nesses casos em particular, mas em todos os casos possíveis e imagináveis, só pode ser reprimido, punido ou combatido na pessoa do pecador, não em si mesmo e abstratamente. Discursar genericamente sobre o pecado, sem nada fazer contra o agente que o pratica, é transformar a moral numa questão de mera teoria, sem alcance prático.

Em segundo lugar, não têm discernimento moral. Não o têm, pelo menos, na medida suficiente para avaliar a gravidade relativa dos atos privados e públicos, nem para distinguir entre a paixão da carne e o ódio aberto, demoníaco, ao Espírito Santo.

Mais imbuídos de moralismo sexual burguês que de autêntica inspiração evangélica, abominam, na mesma medida, a prática homossexual em si e o uso dela como instrumento público de ofensa deliberada a Jesus, à Igreja, a tudo quanto é sagrado.

Não sabem a diferença entre a tentação carnal, que é humana, e o impulso de humilhar a cristandade, que é satânico. Falam de uma coisa e da outra no mesmo tom, como se o pecado contra o Espírito Santo fosse tão perdoável quanto uma fraqueza da carne, um deslize, um vício qualquer.

Assim procedendo, colocam-se numa posição logicamente insustentável. Sentindo então a própria vulnerabilidade sem perceber com clareza onde está o ponto fraco, vacilam, tremem e passam a atenuar seu discurso como quem pede licença ao adversário para ser o que é, para crer no que crê. Daí é que lhes vem o temor servil de “combater à maneira do Olavo de Carvalho”, a compulsão de marcar distância daquele que não se deixa inibir por idêntica fragilidade de coração.

É verdade que o Olavo de Carvalho usa às vezes palavras duras, deprimentes, humilhantes. Mas ele jamais elevou sua voz em público para condenar qualquer conduta privada, por abominável que lhe parecesse. De pecados privados fala-se em privado, com discrição, prudência, compaixão. Pode-se também falar deles em público, mas genericamente, sem apontar o dedo para ninguém. E o tom, em tal circunstância, deve ser de exortação pedagógica, não de acusação.

Examinem a conduta do Olavo de Carvalho e digam se alguma vez ele se afastou dessas normas. Quando ele humilha o pecador em público, é sempre por conta de pecados públicos, que não vêm nunca de uma simples fraqueza pessoal e sim de uma ação cultural ou política racional, premeditada, maliciosa até à medula.

Homossexualismo é uma coisa, movimento gay é outra. O primeiro é um pecado da carne, o segundo é o acinte organizado, politicamente armado, feroz e sistemático, à dignidade da Igreja e do próprio Deus – algo que vai muito além até mesmo da propaganda ateística, já que esta se constitui de meras palavras e aquele de atos de poder. Atos de prepotência, calculados para humilhar, atemorizar e aviltar, preparando o caminho para a agressão física, a repressão policial e o morticínio. O cinismo máximo dessa gente é alardear choramingando a violência pública contra os gays, estatisticamente irrisória, e alegá-la justamente contra a comunidade mais perseguida e mais ameaçada do universo, que já forneceu algumas centenas de milhões de vítimas aos rituais sangrentos dos construtores de “mundos melhores”.

O indivíduo que se deixou corromper ao ponto de entregar-se a esse exercício de mendacidade psicótica com a boa consciência de estar servindo a uma causa humanitária está longe de poder ser atingido, na sua alma, por exortações morais, apelos à “liberdade de religião”, queixas formuladas em linguagem de debate acadêmico pó-de-arroz ou mesmo argumentações racionais maravilhosamente fundamentadas. Só uma coisa pode inibi-lo: o temor da humilhação pública, que, nas almas dos farsantes e hipócritas, é sempre exacerbado e, às vezes, o seu único ponto sensível.

Sim, o Olavo de Carvalho usa às vezes palavras brutais. Mas ele o faz por premeditação pedagógica, que exclui, por hipótese, qualquer motivação passional, especialmente o ódio, ao passo que outros só se esquivam de usar essas palavras porque têm medo de parecer malvados, porque têm horror de dar má impressão e buscam abrigo sob uma capa de bom-mocismo, de desculpas evangélicas perfeitamente deslocadas, nisto concorrendo em falsidade e hipocrisia com os próceres do gayzismo.

Cometem, aliás, o mesmo erro suicida em que os liberais brasileiros caíram desde duas décadas atrás, quando, fugindo ao exemplo do Olavo de Carvalho, preferiram debater economia de mercado com os petistas em vez de denunciar o Foro de São Paulo e a lista inumerável de seus crimes. Hoje estão liquidados. A covardia é sempre má conselheira.

Fonte: Midia Sem Mascara
Divulgação: www.amordacagay.blogspot.com

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Justiça acata ação do FENASP e suspende Marcha da Maconha em Juiz de Fora-MG

“Notificado pelo membro da Coordenação Jurídica Nacional da FENASP, Antonio Carlos da Rosa Silva Junior, o MP ajuizou medida cautelar visando impedir a “Marcha da Maconha” em Juiz de Fora / MG. Ao contrário do que constou na notícia, os manifestantes haviam alocado, em seus cartazes, apenas dizeres referentes a “liberdade de expressão”. Toda a mobilização foi acompanhada de perto pela PMMG e pelo notificante, que aproveitou a oportunidade para conscientizar a população juizforana a respeito dos malefícios do uso da droga.”
FONTE: FENASP http://fenasp.com/site/index.php/2011/05/30/justica-acata-acao-do-fenasp-e-suspende-marcha-da-maconha-em-juiz-de-fora-mg/

Bolsonaro, a bola da vez,... outra vez

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Valmir Fonseca

A esquerda virulenta, por motivos diversos, alguns sobejamente conhecidos, escalou seus inimigos públicos. O número 1 são as Forças Armadas. É cansativo e enfadonho enumerar os por quês.

O Bolsonaro, não se sabe o lugar que ocupa no índex, mas deve estar entre os dez mais. Por quais motivos? Inúmeros.

Tanto as Forças Armadas, como o Bolsonaro fazem a alegria da ala mais radical do furioso petismo. São alvos fixos e enormes. Em geral, dependem apenas de si para espernear. O Bolsonaro, pelo menos, esperneia.

O Deputado Jair Bolsonaro é nosso velho conhecido. Num parque de diversões, ele seria, na tendinha do tiro de espingarda, o alvo fixo, onde qualquer petista paga um real e manda bala.

A cena se repete, há anos. O deputado sai chamuscado, lanhado, porém, resiste. Muitos não gostam do Bolsonaro, até o odeiam; muitos votam nele, o suficiente para mantê - lo no Congresso. Por isso, é difícil dirigirmos qualquer conselho para o massacrado Parlamentar. De repente, ele tem a convicção, e as reeleições o comprovam, de que o seu caminho e a sua postura estão certos. Quem sabe.

Infelizmente, o Parlamentar caiu na esquerda da mídia ou de parte da mídia e, mesmo quando está coberto de razões, a galera delira com a oportunidade de espinafrá - lo, pois é fácil distorcer palavras, manchar uma imagem, e desmoralizar até um santo ( ou vice - versa, jura o Palocci).

Porém, mesmo acuado e solitário, valendo - se de sua coragem para defender - se de difamações, e acusações infundadas ou super dimensionadas, ele tem a coragem ou o desplante de digladiar - se contra uma turba sedenta do seu sangue.

Falta - lhe, apesar da vasta experiência congressual, a fineza que emoldura um bando de corruptos que entopem a casa, carece da capacidade de falar pelas entrelinhas, de insinuar, de fingir que não sabe, de plantar boatos, de não emitir opiniões na presença de outrem, de negar mesmo quando pego com a mão na boca da botija, por tudo, destemperado ou ingênuo, tem contrariado princípios básicos da política nacional, atraindo a ira da esquerda, e da maior parte dos seus pares.

Assim, vez por outra, lá está o Bolsonaro como a bola da vez, atraindo a ira sagrada pelas mais violentas e virulentas acusações, por homofobia, por aversão aos gays (viados para a velha guarda), por racismo, por preconceito, e o pior, opinar sobre a conduta das pessoas.

Acusar alguém, festejada artista, branca, preta, amarela ou cinza de promíscua foi uma temeridade.

Circulam vídeos que mostram que a estrela é diferente, que está acima de mesquinharias, que é uma fora de série, que falar e agir com certo destempero é sinal da sua magnitude. Se fosse uma desconhecida, sim, seria uma demonstração explícita de falta de vergonha, de falta de pudor, um atentado ambulante aos bons costumes, mas para a diva dos palcos, é o seu savoir vivre saindo pelo ladrão, pois o seu talento é aquele, proibi - la de ser assim, é sufocar a arte na sua mais retumbante explosão.

Postar – se contra o chamado kit - gay, outra temeridade, o pacote elucidativo, assim como o livro que orienta e justifica o emprego do palavreado errado (de rua) estão sacramentados pelo MEC, com o aval veemente do Ministro da Educação.

Infelizmente, o Deputado Bolsonaro carece de visão de futuro, pois o atual desgoverno tem um projeto ideológico de médio alcance, destinado a, inicialmente, desorientar, para depois, apontar para a massa popular imbecilizada, o verdadeiro caminho. O da subordinação boçal e soberana, mas em troca, nada nos faltará.

Por vezes, surgem uns destrambelhados, como o Bolsonaro, que ousam denunciar; mas de acordo com Gramsci, aos poucos, como ninguém reage, a impressão geral é de que tudo está certo, e se o povo acha que está, é por que tá.

É, o deputado, mais uma vez, é a bola da vez. E o incrível, é que V.Exa está certo, mas o que fazer?

Valmir Fonseca Azevedo Pereira, General de Brigada Reformado, é Presidente do Ternuma.

Dilma quer exonerar ministro Haddad por esconder que kit gay escolar era para crianças

Edição do Alerta Total – http://www.alertatotal.net
Leia mais artigos no site Fique Alerta – www.fiquealerta.net

Por Jorge Serrão

Além de se atritar pessoalmente com Lula por sua interferência excessiva como “bombeiro” do Escândalo Palocci, Dilma Rousseff pretende abrir outra área de atrito com o antecessor. Deseja exonerar, assim que puder, o protegido de Extalinácio no Ministério da Educação. Dilma está com ódio e quer a cabeça do ministro Fernando Haddad. Motivo: ele lhe omitiu que o kit “Escola sem homofobia” seria também destinado a alunos a partir dos 11 anos de idade que cursam o ensino fundamental do 6º ao 9º ano – e não apenas aos estudantes do ensino médio, conforme, descaradamente, mentiu e omitiu o Ministério da Educação.

Dilma ficou PT da vida ao ser informada que o caderno de instruções para aplicação do kit com três vídeos, um DVD e guias de orientação a professores, continha a orientação de “dinâmicas que podem ser aplicadas à comunidade escolar e, em especial, a alunas/os do ensino fundamental (6º ao 9º ano) e do ensino médio”. O promotor do kit Gay, Fernando Haddad, é um dos protegidos de Lula que gostaria de lançá-lo candidato a Prefeito de São Paulo (ou vice, em composição do Gabriel Chalita, do PMDB.

O lixo preparado pelo MEC – segundo os modelos desinformantes de Engenharia Social e repleto de conceitos desviantes – prega que se mostre os “mitos e estereótipos” mais comuns que envolvem gays, lésbicas, bissexuais, travestis e transexuais. O livro sugere um exercício, a partir de afirmações que devem ser completadas pelos alunos: “Meninos que brincam de boneca e de casinha são…”; “Mulheres que dirigem caminhão são…”; “A pior coisa num gay é…”; “Garotas que partem para a briga são…”.

O boletim do MEC, barrado por Dilma depois de muita pressão social, traz brincadeiras de “o que é o que é”, com conceitos de parada do orgulho LGBT, homofobia, diversidade sexual, entre outros. Na brincadeira de caça-palavras, os alunos têm que decifrar 16 palavras correspondentes a definições como: “pessoa que sente desconforto com seu órgão sexual (transexual)”, “nome da ilha que deu origem à palavra lésbica (Lesbos)”, “órgão sexual que é associado ao ser homem (pênis)”.

Desmartamento

Calma! O neologismo não vem do Dicionário do Lula e nem da cartilha do MEC para escrita errada da Língua Portiguesa.

Desmartamento é o risco que a sexóloga e senadora petista Marta Suplicy corre de ser proibida, judicialmente, de concorrer à Prefeitura de São Paulo, em 2012.

O Tribunal de Justiça de São Paulo tem tudo para confirmar a condenação dela, em segunda instância, por conflito de interesses na contratação, quando foi Prefeita, de uma ONG especializada em educação sexual.

Se Marta cair na Lei da Ficha Limpa, só poderá concorrer apelando ao Supremo Tribunal Federal – o que vai dificultar muito a aprovação de seu nome pela cúpula petista...

Vida que segue... Ave atque Vale! Fiquem com Deus.

domingo, 29 de maio de 2011

O mito do bebê sem sexo

Albert Mohler

25 de maio de 2011 (AlbertMohler.com/Notícias Pró-Família) — No século XIX, o povo britânico ficou conhecendo um conto de fadas sobre “bebês d’água” por meio de um conto escrito pelo Rev. Charles Kingsley. Os bebês d’água entraram para o folclore, e gerações de crianças britânicas imaginavam os bebês d’água e seu conto.

Agora, diretamente do Canadá vem outra estranha história, mas esta não é um conto de fadas. Um pai e uma mãe do Canadá provocaram uma polêmica incontrolável por causa de sua determinação de criar seu terceiro filho como um bebê “sem sexo”.

Conforme diz em sua reportagem o jornalista Jayme Poisson: “Os vizinhos sabem que [Kathy] Witterick e seu marido, David Stocker, estão criando um bebê sem sexo. Mas eles não fingem entender isso”.

Veja bem, os vizinhos poderiam interpretar literalmente as palavras desse pai e mãe, mas a própria ideia de um bebê sem sexo é ridícula. Esse não é um bebê com um órgão sexual ambíguo, um defeito que ocorre numa percentagem muito pequena dos nascimentos. Os pais admitem que esse bebê tem um sexo biológico claro, mas não querem que o sexo biológico se torne a identidade da criança. Eles querem que a criança faça essa determinação numa data mais tarde.

O que não surpreende ninguém é que esses próprios pais se classificam como esquerdistas políticos e ideológicos. Seus dois filhos mais velhos são ambos meninos, mas os pais incentivam os meninos a se comportar e se vestir sem seguir normas. Tanto assim que o jornalista nos informa que muitos que os veem presumem que sejam meninas.
O novo bebê, chamado Storm (que em inglês significa Tempestade Violenta), é vestido e apresentado de um modo que não deixa claro seu sexo. Só os pais, os dois meninos mais velhos e um amigo íntimo da família sabem a verdade sobre o sexo biológico da criança.

Conforme diz Poisson em sua reportagem:

“Quando o bebê nasce, até mesmo as pessoas que amam mais você e conhecem você intimamente, as primeira pergunta que fazem é ‘É menina ou menino?’” diz Witterick, ajudando Storm a pular, vestido numa roupa de paraquedista de lã vermelha, em seu colo na mesa da cozinha.

“Se você realmente quer conhecer alguém, você não pergunta o que há entre suas pernas”, diz Stocker.

Pois bem, o que você realmente pergunta — não no modo curto e grosso que o sr. Stoker usou, mas no modo virtualmente universal que as pessoas perguntam acerca de um bebê: É menino ou menina?

A polêmica envolvendo Storm é um sinal dos nossos tempos. Nossa rebelião contra o Criador chegou agora ao ponto em que negaremos o fato de que nossa identidade não é só nosso próprio projeto pessoal, mas é acima de tudo estabelecida na intenção do Criador — e parte dessa intenção é o fato de que somos macho ou fêmea.
Os pais de Storm claramente creem que nossa identidade pessoal é nosso próprio projeto pessoal. Eles lamentam até o fato de que os pais fazem tantas decisões para seus filhos. “É repulsivo”, diz Stoker.

Veja bem, a decisão sobre sexo não é algo que os pais fazem. É algo que Deus faz. Nesse ponto, a cosmovisão cristã e a cosmovisão secular se chocam. Apesar disso, a realidade objetiva do sexo da criança acabará se tornando uma questão pública, independente das intenções dos pais. Como até eles reconhecem, em algum momento no futuro, decisões sobre coisas tais como qual banheiro a criança usará forçarão a pergunta.

A questão importante em jogo nesta controvérsia é a realidade objetiva do sexo. Aliás, somos o que nossos órgãos sexuais nos dizem que somos. Não porque sejamos genitalmente determinados, mas porque fomos criados por um Deus santo, cujos planos e propósitos para nós são, inescapavelmente, ligados ao nosso sexo.
O sexo não é meramente uma realidade que a sociedade inventou. Quando a Convenção Batista do Sul modificou sua confissão de fé, A Fé e a Mensagem Batista, em 2000, acrescentou uma linguagem que definiu sexo como “parte da bondade da criação de Deus”.

Alguns observadores ficaram pensando no motivo por que essa linguagem é importante. Agora você já sabe.

Publicado com a permissão de AlbertMohler.com
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/news/the-myth-of-the-genderless-baby

Kit gay estará nas escolas até fim do ano

PSDB e PT estão fazendo jogo com a doutrinação homossexual de nossas crianças?

Julio Severo

Com as pressões dos católicos e evangélicos no Congresso Nacional por causa do infame kit gay, Dilma Rousseff disse o que todos queriam ouvir: “Não aceito propaganda de opções sexuais”.

Embora muitos tivessem interpretado tal declaração como “recuo”, o ministro da Educação viu de outra forma. De acordo com a revista Veja: “O ministro da Educação, Fernando Haddad, afirmou que o controverso kit anti-homofobia será reformulado e enviado a professores da rede pública de ensino até o fim deste ano”.
Dilma manda e ministro desobedece? Claro que não.

O ministro não faria nada para desafiar sua chefe, pois há razões mais que suficientes para demiti-lo. A TV Record, em reportagem recente, noticiou o escândalo envolvendo os milhões que o MEC deu para a ABGLT, a maior organização homossexual do Brasil, para a elaboração do kit gay. Quando o assunto é doutrinar NOSSOS filhos no homossexualismo, o governo não vê nada de imoral e antiético, inclusive entregar a tarefa aos próprios militantes gays.
Outra ONG contemplada pela bondade do MEC foi a ECOS, que anos atrás publicava para os alunos de escola de São Paulo o boletim “Transa Legal”. A proposta, é evidente, não tinha nada a ver com “Casamento Legal”. ECOS, como ONG inspirada e até financiada por organizações americanas de desconstrução ética e sexual, só valoriza o sexo livre.
Em sua missão de doutrinar as nossas crianças nas maravilhas do sexo livre, ECOS se depara com todo tipo de “generosidade”. Se seus integrantes precisam participar de seminários e treinamentos nacionais e internacionais, o currículo de ECOS mostra que as empresas áreas fazem questão de doar bondosamente caras passagens aéreas para os profissionais do sexo infantil.

Para quem acha que só a esquerda do PT está danificando o Brasil, ECOS sempre agiu em São Paulo que, em grande parte, é quintal do PSDB.

A esquerda do PSDB tem tanto interesse na danificação sexual das crianças do Brasil quanto a esquerda do PT.

Com a encenação de recuo de Dilma no episódio do kit gay, o Diversidade Tucana, a ala homossexual do PSDB, está solicitando ao Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) que tome providências, junto ao Ministério Público Federal (MPF), quanto à suspensão do kit gay. O Diversidade Tucana, se alinhando com os interesses de seus colegas petistas homossexualistas, defende “a importância do material e da abordagem educativa”.

Na verdade, só estão fazendo jogo, pois quando o ministro da Educação disse que “o controverso kit anti-homofobia será reformulado e enviado a professores da rede pública de ensino até o fim deste ano”, ele não prometeu a ninguém que o kit modificado estará melhor do que a versão atual. Pelo contrário, poderá estar muito pior.

No que se refere às crianças nas escolas, a esquerda, seja do PT ou do PSDB, não confia nos pais e não abre mão de seu “direito” de doutrinar os alunos de escola.
Então por que os pais deveriam abrir mão de seu legítimo direito de educar seus filhos? Por que eles deveriam entregar a educação de seus filhos nas mãos do PT e PSDB?

sábado, 28 de maio de 2011

Blogagem profética: Blogs como instrumentos da voz do Reino de Deus

Julio Severo

Dias atrás, recebi mensagem de alguém que visitou meu blog:

Julio, tubo bom?

Na ultima terça feira (26/04/2011) na hora do almoço eu estava cochilando e durante o sonho me veio um nome na cabeça. Eu não costumo anotar meus sonhos, mas o nome estava muito claro. Acordei e anotei o nome que veio no sonho: JULIO SEVERO.
Nunca tinha ouvido falar no seu nome antes e quando cheguei coloquei no Google e vi que vc tb é um cristão e que luta para que o princípios do Evangelho não sejam corrompidos.
Bom, não acredito em coincidência…Eu também não acredito em coincidência, pelo menos não desse tipo.
Em minha entrevista à revista Cristianismo Hoje eu disse:
No começo de 1995 senti claramente Deus me dirigindo a escrever um livro sobre a ameaça do movimento homossexual. Durante algumas semanas, hesitei, pois o tema homossexual era um tabu enorme. Não havia paradas gays, nem a obsessão homossexual que vemos hoje em tudo: escolas, mídia, etc. Depois de algum tempo, venci meus temores e aceitei o chamado do Espírito, começando a pesquisar sobre o movimento homossexual. Quando, em meados de 1995, ocorreu no Brasil a primeira conferência internacional da ILGA no hemisfério sul, entendi a intenção divina de me chamar para o combate, pois depois da conferência os grupos gays brasileiros ganharam um impulso extraordinário para avançar. Deus antecipou essa agressão espiritual do inferno com uma ação da agenda do Reino de Deus. Foi assim que nasceu meu livro “O Movimento Homossexual”, publicado pela Editora Betânia em 1998.
Quando meu livro “O Movimento Homossexual” foi publicado em 1998, muitos o acharam exagerado e disseram que suas previsões nunca ocorreriam. Infelizmente, acabaram ocorrendo. E quem leu, hoje me chama de profeta. O exagerado de ontem é o profeta de hoje.
Em 1999, ao receber um exemplar autografado do meu livro O Movimento Homossexual, o Bispo Robson Rodovalho disse ter sentido uma revelação onde no futuro eu seria muito perseguido por causa da mensagem do meu livro, tendo de fugir de lugar para lugar. Foi uma palavra profética certeira, porém me entristece ver aquele que a entregou tendo se ligado ao sistema político que originou o PLC 122 e outras barbaridades.
Em 2002, mesmo sem um blog, comecei a alertar contra uma vitória eleitoral de Lula. Em 2003, com apenas uma página de artigos no JesusSite, revelo ao Brasil em primeiro mão que o governo Lula havia apresentado na ONU uma resolução classificando o homossexualismo como direito humano inalienável. Essa foi a primeira vez que esse tipo de iniciativa chega à ONU.
Depois da minha denúncia, um deputado federal pediu, da tribuna do Congresso, explicações ao governo pelo fato de que os representantes brasileiros na ONU estavam tomando atitudes sem o conhecimento do povo brasileiro e do Congresso. Houve também um abaixo-assinado contra a resolução do governo Lula e o site JesusSite sofreu ataques de hackers, chegando a ficar fora do ar. Apesar das muitas ameaças que recebeu para remover meus artigos, o JesusSite permaneceu firme.
A pioneira resolução do governo Lula na ONU nunca avançou, e a ILGA, a maior organização homossexual do mundo, se queixou de que uma resistência de base dentro do Brasil originada de sites “extremistas” estava ajudando a deter a resolução. Quem foi que disse que hoje não há pequenos Davis para deter gigantes Golias?
Com as obsessivas políticas pró-homossexualismo do governo Lula, a mensagem do meu livro, que antes era vista como exagerada, estava agora fazendo muito mais sentido. Até mesmo parlamentares estavam, em seus discursos no Congresso, fazendo referência ao meu livro.
Depois de uma insistência inspirada de um querido irmão da Chamada da Meia-Noite, acabei criando um blog no começo de 2005, e esse irmão me orientou em todos os passos iniciais. No primeiro ano, publiquei muito pouco.
Somente depois é que fui escrevendo alertas para o Brasil com mais regularidade. E Deus me honrou. Na mesma época, o filósofo e teólogo reformado Harold O. J. Brown me convida para escrever a matéria principal do seu periódico acadêmico The Religion & Society Report. A matéria, que foi publicada em versão impressa em inglês em agosto de 2006 e tem uma versão online em inglês, conta também com minha tradução. Essa foi primeira vez que vi meu trabalho de alerta sendo reconhecido por um respeitável meio de comunicação internacional.
Minha voz pequena, através do meu blog, estava agora mostrando aos Estados Unidos e ao mundo a face gayzista de Lula e sua ideologia socialista. O próprio Dr. Brown me disse que ele não sabia que Lula era tão radical, e ele queria ajudar as pessoas fora do Brasil a conhecer a verdade.
Em 2007, dei entrevista para LifeSiteNews, que é o maior site católico de notícias pró-vida do mundo. Era a minha pequena voz ecoando com valores imutáveis que transcendem fronteiras.
Entretanto, no que se refere à atuação do meu simples blog, o que mais marcou em 2007 foi a conscientização do PLC 122. Em fevereiro de 2007, um grupo de influentes católicos conservadores me procurou para participar de uma campanha de esclarecimento. Eles haviam lido os meus textos sobre a homossexualidade, preparado um documento com base nos meus artigos e queriam apenas que eu o assinasse. A parte deles seria divulgar o documento. A minha parte seria dar meu nome.
A campanha avançou muito. Depois de março de 2007, o incêndio de esclarecimento foi aumentando até ficar “fora de controle”, tendo atingido muitas consciências. Houve, porém, um preço. No próprio ano do começo da campanha, os ativistas gays, numa campanha contra mim, conseguiram convencer o Google a fechar meu blog. Com a intervenção do filósofo Olavo de Carvalho, num artigo no Jornal do Brasil denunciando os ataques contra mim, e manifestações de vários advogados, inclusive um procurador que telefonou ao Google, meu blog voltou ao ar.
Antes de fevereiro de 2007, eu já tinha intenção de denunciar o PLC 122. Mas, durante os meses de novembro e dezembro de 2006 e janeiro de 2007, eu estava refugiado com minha família, devido a perseguições, num lugar sem internet.
Antes dessas perseguições, Deus havia usado um ex-homossexual para me alertar. E novembro foi justamente o mês da aprovação do PLC 122 na Câmara dos Deputados. Mesmo sem poder agir, passei várias semanas literalmente incomodando o Dr. Zenóbio Fonseca para escrever um artigo contra o projeto anti-“homofobia”, até porque seu conhecimento jurídico era vital. Seu trabalho de assessoria não lhe dava tempo. Mas finalmente ele conseguiu escrever o texto. Logo em seguida, estava pronta a mensagem de mobilização dos católicos, a qual foi enviada para incontáveis milhares de e-mails e outros meios. O resto é história.
O resto é uma história em que centenas de blogueiros, sem mencionar milhares de encaminhadores de e-mails, reproduziram os alertas contra o PLC 122 numa corrente tão forte que sua aprovação, que se julgava como certa com o apoio influente e imponente do governo e da mídia, acabou adquirindo um prognóstico duvidoso, graças à resistência principalmente dos blogs evangélicos e católicos.
Se dependesse também da indiferença, descaso e omissão de revistas católicas e evangélicas — com um cristianismo raso e ideologias políticas de raízes profundas — o Brasil estaria hoje vivendo a plenitude do Reino do PT, com um PLC 122 aprovado pairando como guilhotina sobre a cabeça dos cristãos com voz profética.
Entretanto, os blogs que espelham a voz do Reino de Deus estão provocando um impacto muito importante diante do enorme poderio das revistas, jornais e redes de televisão que espelham — e são pagos para espelhar — a voz da ideologia e do sistema de idolatria estatal.
E diferente dos programas de televisão evangélicos, que ou se omitem ou não denunciam o governo que promove aberrações como o PLC 122, os blogs pró-família não temem abrir a boca contra as ameaças do governo.
A forte resistência hoje ao PLC 122 é um símbolo do que acontece quando blogs desprezados deixam a voz do Reino de Deus fazer a diferença. Se um blog incomoda muita gente, muitos blogs unidos no mesmo esforço repercutem muito mais a verdade que abala e incomoda.
No deserto de desinformação de revistas, jornais e blogs que espelham a voz da ideologia e do sistema, Deus pode conduzir até por meio de sonhos aqueles que precisam conhecer a verdade.
Esse é o valor que Deus dá aos blogs que espelham a Sua voz.
Quer ser usado por Deus através de um blog? Ouça e espelhe a Sua voz.

Depois de indignação pública, presidenta Dilma cancela kit de doutrinação homossexual nas escolas

Matthew Cullinan Hoffman

BRASIL, 27 de maio de 2011 (Notícias Pró-Família) — Dilma Rousseff, a presidenta do Brasil, concordou em eliminar um kit muito explícito aprovado pela ONU designado para convencer crianças e adolescentes a aceitar a conduta homossexual e o transexualismo, depois de ameaças de legisladores protestantes e católicos de bloquear novas legislações em protesto.
O “kit anti-homofobia”, que é parte do programa “Escola Sem Homofobia” patrocinado pelo Ministério da Educação do Brasil, incluía vídeos mostrando o desenho de um menino tendo fantasias de sexo com um homem, adolescentes que entram em relacionamentos homossexuais, e um estudante “transexual” que chama a si mesmo de “Bianca”.
No vídeo original, o personagem “Bianca”, conforme mostram reportagens, se excita sexualmente ao ver outro estudante do sexo masculino urinando no banheiro, embora essa cena pelo visto tenha sido removida depois, junto com outra imagem mostrando duas meninas se beijando nos lábios. O kit também supria os estudantes com jogos, brinquedos e letras de músicas, tudo com o objetivo de normalizar a homossexualidade e outros desvios sexuais. Apesar de modificações pequenas feitas nos materiais, eles continuam provocando indignação de pais e ativistas pró-família.
Sob pressão em massa de uma campanha de internet de alto nível e de legisladores, Rousseff capitulou, e a imprensa mostrou que um dos aliados dela no Congresso disse que ela viu o kit como “horroroso” e “o fim do mundo”.
“Não concordo com o kit, porque não acho que faça defesa de práticas não-homofóbicas”, Rousseff disse publicamente. “Não assisti aos vídeos. Mas vi um pedaço de um deles na televisão e não concordo com ele”.
“Não podemos interferir na vida privada das pessoas”, Rousseff continuou. “Não haverá autorização para esse tipo de política de defesa de A, B, C ou D. Agora o governo pode sim fazer uma educação de que é necessário respeitar a diferença e que você não pode exercer práticas violentas aqueles que são diferentes de você”.
Antes de se retratar dos materiais, o governo havia se gabado da aprovação que o kit havia recebido do programa da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO), que havia julgado os vídeos como “apropriados” para o público alvo, que de acordo com as reportagens é alcançar crianças desde 11 anos de idade.
“O material do projeto Escola sem Homofobia está adequado às faixas etárias e de desenvolvimento afetivo-cognitivo a que se destina”, a UNESCO escreveu, de acordo com um site do governo brasileiro.
O cancelamento do kit, que provocou polêmica no Brasil durante mais da metade do ano, fez manchetes no país todo. Revelações de que o governo gastou mais de dois milhões de reais de dinheiro público no kit só jogaram mais gasolina no fogo.
A remoção do kit representa outro golpe importante contra as velhas polícias públicas anti-família e anti-vida do governo socialista.
O Partido dos Trabalhadores do Brasil, liderado pelos populares presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff, a sucessora que ele mesmo escolheu, defende sistematicamente a descriminalização do aborto e políticas que punirão aqueles que expressarem críticas à homossexualidade. Contudo, Rousseff viu suas aspirações presidenciais ameaçadas no ano passado quando grupos pró-família destacaram o histórico do partido dela em questões da vida humana e família, forçando-a a assinar um acordo para promover a agenda de seu partido.
As pesquisas de opinião pública, bem como as pesquisas dos congressistas, indicam um fortalecimento das posições pró-vida e pró-família entre os eleitores brasileiros.
Embora Rousseff tenha tido o cuidado de indicar que rejeitou o kit, a ministra para as políticas das mulheres do governo dela assumiu uma posição mais provocadora.
“O programa de enfrentamento à homofobia é um programa definitivo. Ele não sofrerá retrocessos. O governo da presidenta Dilma [Rousseff] é pautado pela questão de direitos, a presidenta tem demonstrado isso em todos os seus gestos”, disse a ministra-chefe Iriny Lopes.
Fernando Haddad, ministro da educação de Rousseff, prometeu trazer de volta novos materiais para as escolas numa questão de meses, depois de maiores consultas com “especialistas”. O kit, conforme as reportagens, será reformulado pelas mesmas organizações de militantes homossexuais que criaram o atual kit.
Julio Severo, um dos ativistas pró-família mais influentes do Brasil, está alertando que o governo continuará a avançar a agenda homossexual, e exorta os católicos e evangélicos a continuar lutando.
“Quer Dilma tenha recuado ou não, as lideranças católicas e evangélicas não deveriam recuar”, escreve Severo, acrescentando que “Além do mais, é preciso desmascarar e combater a campanha que, em nome do combate à ‘homofobia’, está combatendo a maioria cristã do Brasil e os pais e as mães que querem proteger seus filhos de todo tipo de assédio imoral”.

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Abaixo a heterofobia

Caros amigos e leitores do blog do Anderson, nos últimos dias tenho acompanhado pela internet, jornais, TV, etc, muitos comentários acerca da homofobia bem como o kit gay há ser distribuído pelo MEC. É bem verdade, que já escrevi alguns textos me posicionado sobre o aludido assunto, mas como ele está longe de ter uma ponto final, estou nesse espaço mais uma vez para fazer algumas considerações a respeito.

Esses assuntos têm dado “pano para manga”, uma grande parte da mídia apóia a homofobia – eu também apoio, afinal a bíblia é contra todo e qualquer tipo de preconceito – mas, sou contra o Projeto de Lei da Câmara 122/2006 uma vez que o mesmo é uma afronta a constituição e a família.

Existem ainda muitos como esse expoente, que são contra tais invencionices LGBTTTs (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgêneros e o 's' se refere aos simpatizantes) como muitos pais, professores, diretores, pastores e até mesmo alunos. E a esses o movimento LGBTTTs tacha como homofóicos.

Eu pergunto: não seria esse projeto de lei bem como o famigerado kit um preconceito? Ora, se o MEC lançasse um “kit Hetero” isso seria considerado uma afronta ao movimento gay, mas lançar um kit gay não pode ser considerado uma afronta aos heterossexuais e a família, não pode nem mesmo gerar discussão que sobre o assunto que logo aqueles que possuem uma opinião contraria como os evangélicos são tachados de homofóbicos. Não seria isso uma heterofobía?

Recentemente o Governo do Rio de Janeiro lançou a campanha Rio sem homofobia. Mas quando o Pr. Silas Malafaia afixou outdoors com os dizeres “Em favor da família e da preservação da espécie humana. Deus fez macho e fêmea”. Logo foi tirado por ofender o movimento LGBTTTs. Na minha opinião tudo isso não passa de uma grande heterofobia. Abaixo a #heterofobia.

A paz seja com todos,

Anderson Ribeiro

Chefe de ONG confirma: MEC acompanhou tudo. Devolve a grana, Haddad!

Os filmes do tal kit gay foram elaborados por uma ONG — ou empresa, sei lá — chamada Ecos. A chefona da “organização” é Sylvia Cavasin, apresentada no site da turma, pomposa e estranhamente, como “Coordenadora de Advocacy”. Entendo. O trecho que segue abaixo foi extraído do Portal G1. É incrível! Sylvia fala como se fosse um quadro mesmo do governo. Segundo ela, foi tudo “amplamente discutido”. Já deixei claro que esse “amplamente” quer dizer “com a militância gay”. Destaque-se ainda que, segundo ela, a Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade (Secad) — órgão do MEC, de que o chefe é Fernando Haddad — acompanhou tudo. Assim, o ministro alegar, agora, ignorância ou é coisa de picareta ou de incompetente. Ele que tome cuidado para que não pareça uma soma das duas coisas. Leiam. Volto em seguida.
*
“Todo o material foi submetido à análise da Secad. O beijo entre as meninas foi vetado no vídeo ‘Torpedo’. Tudo foi feito com muito cuidado e amplamente discutido”, afirmou a socióloga Sylvia Cavasin, fundadora da Ecos, responsável por desenvolver o material para o programa do MEC. O vídeo feito com seqüência de fotos mostra duas estudantes adolescentes que se apaixonam e são discriminadas na escola. Elas se encontram no pátio e decidem assumir a relação na frente de todos os colegas. Elas se abraçam ao final. Não há beijo.
Os outros dois vídeos, “Probabilidade”, feito com desenhos para ilustrar a história de um estudante e a descoberta de sua bissexualidade, e “Encontrando Bianca”, sobre os conflitos de um aluno transexual sobre o uso do banheiro masculino ou feminino na escola, não sofreram grandes mudanças após a filmagem, segundo a socióloga. Os três filmes vazaram na internet.
O G1 teve acesso ao kit que foi preparado pela Ecos para o programa do MEC. Os três vídeos mencionados são reunidos em único DVD. Outros dois vídeos mais antigos, que já haviam sido produzidos anteriormente, fariam parte do kit do MEC: a animação “Medo de quê?” (2005) e o “Boneca na mochila” (1995). A orientação de como usar os vídeos nas propostas pedagógicas estão dentro do “Caderno do professor”, que acompanha o kit.O material está sob análise da Secad. Quem dá a palavra final, no entanto, é o Comitê de Publicação do MEC, que pode vetar ou sugerir novas alterações no vídeo.
O caderno foi distribuído a um grupo de multiplicadores no final do ano passado durante um processo de capacitação que faz parte do pacote do programa. O caderno está (ou estava) sob análise da Secad e, por não ter sido aprovado ainda, não tem nenhum logotipo que remeta ao MEC ou ao Governo Federal. Como não foi aprovado oficialmente, a direção da Ecos não permitiu ao G1 fazer fotos do caderno.
O caderno do professor tem poucas ilustrações e é dividido em três partes. A primeira fala sobre os conceitos de gênero, diversidade sexual, homofobia e a luta pela cidadania LGBT. A segunda trata de retratos da homofobia na escola, mostrando pesquisas sobre o tema, como enfrentar a homofobia e de que maneira o tema aparece no currículo escolar. A terceira parte fala sobre diversidade sexual na escola, mostra ao professor temas que podem ser expostos e debatidos em sala de aula e sugere um projeto de política pedagógica dentro da escola contra a homofobia.
Segundo a Ecos, a idéia central, nessa parte, é a de mobilizar a comunidade escolar para que a diversidade seja contemplada com as devidas extensão e responsabilidade nos currículos e nas práticas escolares, enfrentando os desafios cotidianos relacionados à orientação sexual e à identidade de gênero de estudantes, professores e toda a comunidade escolar. “Só com esta proposta a escola legitima o tema”, diz Sylvia. “Não adianta a iniciativa ficar só com o professor, é fundamental que a instituição assuma o projeto.”
Ela destaca ainda que, em vez de silenciar sobre práticas que acontecem nas escolas, é preciso trazer a discussão em sala de aula para as situações vividas no cotidiano escolar. Diante da suspensão do kit pela presidente Dilma, e da possibilidade de se refazer os vídeos criados sob a supervisão da Secad/MEC, a Ecos aguarda uma posição do MEC para saber o que fazer com todo o material produzido em três anos de trabalho.
VolteiA Ecos, em suma, desenha a política educacional do MEC nesse particular. Fernando Haddad terceirizou o ministério.
Ao procurar a diretoria da tal Ecos, encontro lá o nome de Osmar de Paula Leite, o “coordenador financeiro” da ONG, formado em “matemática”.
Matemática?
O Osmar viu a batatada sobe probabilidade que a sua ONG preparou para ser distribuída nas escolas ou não tem nada com isso, só cuida mesmo da bufunfa?
Por Reinaldo Azevedo

DEM quer ressarcimento de gasto com kit anti-homofobia- KIT-GAY

O presidente nacional do DEM, senador José Agripino Maia (RN), disse nesta quinta-feira, 26, que seu partido irá ingressar com ações judiciais para que o governo federal devolva aos cofres públicos os gastos referentes à elaboração do kit anti-homofobia. O material, que estava sendo preparado pelo Ministério da Educação, foi suspenso pela presidente Dilma Rousseff, que o teria considerado inadequado.
A ordem de cancelar a cartilha, cujo conteúdo era criticado por parlamentares evangélicos, ocorre em um momento no qual o governo federal enfrenta uma ameaça de CPI no Congresso, por conta das denúncias sobre a evolução patrimonial do ministro-chefe da Casa Civil, Antonio Palocci.
“Nós vamos acionar (judicialmente) para que seja devolvido aos cofres públicos todo dinheiro gasto com material que a própria presidente mandou recolher por impropriedade”, ressaltou o senador do DEM. “Ou seja, material imprestável”. O presidente da sigla informou ainda que, neste momento, o partido apura quem é o responsável pela produção do material.
Fonte: http://www.noticiasgospel.com/

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Em defesa do casamento: quando direitos são usados para exterminar a liberdade S. Michael Craven

Presidente, Center for Christ & Culture

O comunismo soviético tentou construir uma sociedade sob um novo sistema social e ético que subverteu a ordem moral natural. Ao fazer isso, as pessoas foram forçadas a viver em contradição à própria consciência. Sem a influência da consciência, o governo moral muda do indivíduo para o Estado. A lição aqui é esta: quando a sociedade exige uma conduta que contradiz o que a humanidade sabe no coração que é certo e verdadeiro, o Estado imporá tal conduta. Esse princípio é resumido na “Lei de Colson”, que essencialmente declara que quanto mais uma sociedade é governada pela consciência, menos exigirá em policiamento e obediência forçada da lei. Quanto menos consciência, ou domínio próprio (que é governar a si mesmo), mais policiamento será exigido (isto é, totalitarismo).

Esse mesmo padrão acompanha os esforços dos ativistas gays, que buscam legitimar os atos homossexuais por meio da imposição do “casamento” homossexual. Incapazes de contar com os meios democráticos para avançar sua agenda, os militantes homossexuais fazem uso de juízes ativistas, campanhas de propaganda, doutrinação dos jovens e táticas de intimidação para impor sua visão moral.

A essência da agenda homossexual e suas reivindicações exigindo a legalização do “casamento” homossexual nada tem a ver com a expansão de direitos civis. Seu compromisso, na verdade, é impor na sociedade uma ordem inteiramente diferente. Paula Ettlebrick, ex-diretora legal do Fundo de Defesa Legal Lambda, confirmou isso quando disse:

Ser homossexual é mais do que arrumar a casa, dormir com uma pessoa do mesmo sexo e buscar a aprovação do governo para fazer essas coisas… Ser homossexual significa mudar os padrões do sexo, sexualidade e família e, no processo, transformar a própria estrutura da sociedade (citado em William B. Rubenstein, Since When is Marriage a Path to Liberation? Lesbians, Gay Men, and the Law [NY: New York Press, 1993], 398, 400.).

Na mente dessa gente, é o Cristianismo (e as religiões em geral) que está atrapalhando essa transformação social. Portanto, é inteiramente natural que à medida que o “casamento” gay ganhe terreno, a conseqüência seguinte é a supressão da liberdade de religião e a perseguição religiosa. A professora de direito da Universidade de Harvard Mary Ann Glendon reconheceu essa conseqüência real da legalização do “casamento” homossexual. Ela escreve:

A liberdade religiosa também está em jogo… Toda pessoa e toda religião que discordar será tachada de intolerante e sofrerá discriminação pública. Duras penalidades serão aplicadas especialmente para pessoas e grupos religiosos que não seguirem [os novos padrões sociais]. As instituições religiosas sofrerão processos se recusarem negociar seus princípios (Mary Ann Glendon, “For Better or for Worse? The federal marriage amendment would strike a blow for freedom,” opinion post to online editorial page, The Wall Street Journal, 25 February 2004).

Sob a dura pressão dessa minoria tirânica, as nações ocidentais já começaram a criminalizar e suprimir qualquer crítica pública ao homossexualismo, violentando nossos direitos mais fundamentais de consciência e livre expressão.

Na Colúmbia Britânica, Canadá, o Dr. Chris Kempling, conselheiro escolar, foi suspenso sem salário por três meses em 2005 por escrever uma carta ao editor do jornal local criticando a legislação de “casamento” homossexual do governo liberal. Em 2006, o professor canadense David Mullan foi multado em $2.100 pela Universidade Cape Breton, depois que disse a um estudante que o homossexualismo não é natural.

Em janeiro de 2007, Christian Vanneste, membro do partido governista da França, foi multado em $4.000 sob a lei de expressão de ódio por comentários contrários ao homossexualismo. O que foi que ele disse que foi tratado como se fosse crime? Vanneste ousou sugerir que o homossexualismo é “inferior” à heterossexualidade e disse que a prática homossexual seria “perigosa para a humanidade se fosse promovida até aos limites”.

Em 2007, a Associação de Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transgêneros (ABGLT) entrou com ações criminais contra o ativista cristão Julio Severo e contra a Visão Nacional para a Consciência Cristã (VINACC) por incitarem “ódio” aos homossexuais e por “homofobia”. A queixa foi feita porque Severo regularmente denuncia a conduta homossexual como imoral em seu site, e se opõe às metas do movimento homossexual. A VINACC sofreu ações legais pelo simples fato de denunciar a conduta homossexual como pecado durante uma campanha para promover os valores da família. Como resultado, o ministério recebeu ordens de cancelar sua campanha e eventos relacionados.

Nos EUA — a terra da liberdade — um fotógrafo cristão que não quis fotografar uma “cerimônia de compromisso” de um “casal” homossexual foi levado à Secretaria de Direitos Humanos no estado de Novo México (SDHNM) em janeiro deste ano. A loja Fotografias Elane recusou o trabalho porque suas convicções estavam em conflito com a mensagem que a cerimônia passava. O “casal” homossexual entrou com um processo na SDHNM, que agora está julgando por discriminação de orientação sexual Fotografias Elane sob as leis estaduais anti-discriminação.

Em 2007, June Sheldon, professora assistente que estava ensinando um curso de hereditariedade humana na Faculdade Municipal de San José, foi demitida por responder à pergunta de um estudante na sala de aula sobre hereditariedade e conduta homossexual. Aparentemente, a professora Sheldon não ofereceu ao estudante a resposta “certa”. Marcia Walden, conselheira na empresa Computer Sciences Corporation em Atlanta, foi demitida depois que escolheu encaminhar para outro colega uma pessoa que buscou aconselhamento num relacionamento homossexual.

A Secretaria de Direitos Humanos de Nova Jérsei ameaçou processar a Associação de Acampamento Ocean Grove da Igreja Metodista Unida depois que a associação recusou permitir uma cerimônia de união civil homossexual num de seus salões de culto. Estudantes do Condado de Boyd, no Kentucky, foram ameaçados com “suspensão” e a “possibilidade de encaminhamento ao tribunal” se expressassem publicamente objeções morais ao treinamento de diversidade da escola, que tratava a conduta homossexual como normal. Um estudante colegial de Michigan foi suspenso por se recusar a remover uma etiqueta “Sou Heterossexual” de sua camiseta quando outros estudantes estavam usando um adesivo na boca para mostrar apoio ao Dia Nacional do Silêncio, um evento homossexual.

E num ato muitíssimo absurdo, as editoras evangélicas Zondervan e Thomas Nelson estão enfrentando um processo federal de $60 milhões por publicarem traduções “homofóbicas e prejudiciais” da Bíblia. O processo foi iniciado por um homem que afirma que ele e outros homossexuais têm experimentado sofrimento com base no que o processo afirma é uma interpretação errada da Bíblia.

Essa é apenas uma minúscula amostra das muitas ações ocorrendo à medida que o “casamento” homossexual se torna o centro das atenções. Isso nada menos é do que tirania e injustiça sob a bandeira da tolerância e aceitação. Com o avanço do movimento de “casamento” homossexual, a conseqüência é um aumento da tirania do Estado — um conceito impensável nos EUA. Contudo, essa é uma conseqüência previsível quando se impõe um valor moral que contradiz a verdade moral e a consciência humana.

S. Michael Craven é fundador e presidente do Center for Christ & Culture. Michael é o autor de Uncompromised Faith: Overcoming Our Culturalized Christianity (Fé sem negociação: vencendo nosso Cristianismo culturalizado), publicado por Navpress e programado para vendagem em janeiro de 2009. O ministério de Michael é dedicado à renovação dentro da igreja e trabalha para equipar os cristãos com uma abordagem inteligente e totalmente cristã em assuntos de cultura a fim de demonstrar a relevância do Cristianismo para todos os aspectos da vida. Para mais informações sobre o Center for Christ & Culture, visite: www.battlefortruth.org

Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: Crosswalk.com

Homossexuais brasileiros entram com ações legais por crime de ódio contra cristãos brasileiros

Matthew Cullinan Hoffman


SAO PAULO, 28 de novembro de 2007 (LifeSiteNews.com) — A Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT) apresentou queixa criminal contra o ativista cristão Julio Severo e a Visão Nacional para a Consciência Cristã (VINACC) por incitarem “ódio” contra os homossexuais, e por “homofobia”.


A queixa foi feita porque Severo, em seu site (http://juliosevero.blogspot.com), regularmente denuncia a conduta homossexual como imoral, e se opõe às metas do movimento homossexual. A VINACC está também sendo acusada porque publica textos de Severo.


Luiz Mott, que é geralmente reconhecido como o líder do movimento homossexual no Brasil, se regozijou com a notícia. “Estamos todos orgulhosos da ABGLT pela denúncia contra este nosso arquiinimigo Julio Severo”, ele foi citado como declarando numa lista homossexual de emails do Yahoo. “Tomara que ele seja condenado à prisão perpétua em Sodoma e Gomorra”.


Mott é um militante promotor da agenda dos “direitos gays” no Brasil e aliado do governo socialista de Lula. Ele também é um promotor aberto da legalização da pedofilia e pederastia, um fato que Severo ajudou a expor (veja cobertura anterior de LifeSiteNews em http://www.lifesite.net/ldn/2007/jul/07073011.html).


Severo nega promover ódio aos homossexuais. “Oponho-me à conduta homossexual, e isso é muito claro no meu blog”, Severo declarou para LifeSiteNews. “Penso que essa conduta é prejudicial para os gays e para a sociedade, espiritualmente, mentalmente e fisicamente. Contudo, não odeio as pessoas que vivem no homossexualismo, adultério, fornicação, roubos. Odeio os atos deles. Pela Palavra de Deus, amo os pecadores e tento levá-los a Cristo por meio do Evangelho”.


O texto “ofensivo” que formou a base para a queixa não traz nenhum indício de “ódio” aos homossexuais, mas critica fortemente a conduta deles.


“A minoria homossexual perde numericamente para a vasta maioria cristã, mas cresce em poder político, legislativo, social e midiático, ameaçando uma dominação assustadoramente opressora”, escreveu ele. “A maioria — composta de cristãos, nominais ou não — fica parada e de boca aberta enquanto a minoria grita exigindo direitos. Seu grito essencialmente clama: ‘Sodomia já! Abaixo a normalidade sexual! Abaixo o casamento homem mulher!’”


O texto também critica os católicos e protestantes liberais por apoiarem o governo socialista do Brasil, o qual por sua vez apóia o movimento de “direitos” homossexuais.


Há possibilidade significativa de um veredicto contra Severo e a VINAAC no atual clima político do Brasil, o qual é extremamente favorável à causa homossexual.


A VINACC foi processada vários meses atrás simplesmente por denunciar a conduta homossexual como pecaminosa durante uma campanha para promover a heterossexualidade e os valores da família. A manifestação “ofensiva” que resultou numa acusação foi um outdoor onde se lia: “Homossexualismo: E fez Deus homem e mulher e viu que era bom”.


Como conseqüência, a VINACC recebeu ordens de cancelar completamente sua campanha e todos os eventos relacionados. A organização obedeceu (veja cobertura anterior em http://www.lifesite.net/ldn/2007/jul/07073108.html).


Embora não existam leis que proíbam os cristãos de falar contra a conduta homossexual, os juízes ativistas liberais do Brasil, em muitos casos, agem simplesmente como se tais leis existissem, e decretam veredictos contra os que ousam se expressar contra a sodomia. Os ativistas homossexuais, em união com o governo Lula, estão tentando aprovar leis que criminalizarão explicitamente toda a oposição à conduta homossexual no Brasil.


“Por um longo tempo, os militantes gays vêm tentando me pegar”, Severo declarou para LifeSiteNews. “Agora eles pensam que tiveram êxito, pois leram meu artigo recente que diz que os cristãos precisam se arrepender. Eles precisam se arrepender porque seus próprios pecados impedem os pecadores no mundo de se arrependerem e ajudam o pecado (homossexual ou outro) a se espalhar na sociedade”.


Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com.br; www.juliosevero.com


Fonte: LifeSiteNews

Kit gay: Governo realmente recuou?

Suspensão do kit não descontinua homossexualização estatal nas escolas em nome do combate à “homofobia”

Julio Severo

Apesar do fato de que Dilma suspendeu a distribuição do kit gay, a campanha do governo federal de combate à “homofobia” prosseguirá normalmente nas escolas, conforme informou o ministro Gilberto Carvalho.
A decisão de suspensão tomada por Dilma ocorreu por pressão das bancadas católicas e evangélicas, que ameaçaram obstruir as votações na Câmara dos Deputados, assinar a convocação do ministro Palocci para se explicar sobre seus últimos escândalos, pedir uma CPI contra o Ministério da Educação e ainda exigir a demissão do ministro da Educação.
Com a decisão de Dilma, as duas bancadas recuaram em suas ameaças.
Entretanto, de acordo com o jornal O Globo, o ministro Gilberto Carvalho deixou claro que a decisão da Dilma não é um “recuo” nas políticas de combate à “homofobia”.
Do ponto de vista dos ativistas homossexuais, quem é que deve ser combatido por “homofobia”?
A ABGLT, a maior organização de militantes gays do Brasil, diz que os que se opõem ao kit gay são “homofóbicos”. Mas o próprio colunista da revista Veja, Reinaldo Azevedo, que é católico e aceita o “casamento” homossexual e a adoção de crianças por duplas gays, também se opõe, afirmando que o “objetivo do kit gay é promover assédio moral contra alunos heterossexuais”.
Se você aceita o assédio homossexual contra seus filhos, você é um respeitador de direitos humanos. E se você não aceitar? Aí, quer queira quer não, você será tachado de retrógrado, “homofóbico”, fanático religioso, etc. A única opção de se evitar ofensas e ataques da feroz militância gay é se submetendo alegremente a todas as imposições da agenda deles, inclusive entregando alegremente seus filhos à doutrinação homossexual. Sem isso, você é automaticamente um “homofóbico”.
Os ativistas gays estão furiosos com a suspensão de seu kit nas escolas. O mais enfurecido deles, Jean Wyllys, disse: “Se a presidenta optar por ceder à chantagem — não há outro nome — dos inimigos da cidadania plena fazendo de seu mandato um lamentável estelionato eleitoral, só me resta esperar que, na próxima eleição, os LGBTs e pessoas de bom senso despertem sua consciência política e lhe apresentem também sua fatura: não voto!”
O bom do que ele disse é que se a eleição de um candidato socialista dependesse exclusivamente dos votos dos homossexuais, o Brasil nunca mais veria socialistas na presidência do Brasil e em muitos outros cargos importantes. Mas todo socialista se elege a custa de mentiras, não de adeptos do sexo homossexual.
Além disso, quem é Wyllys para se enfurecer nessa questão? Quem tem direito exclusivo de se enfurecer são os pais e mães das crianças, que estão sendo submetidas a experimentos de doutrinamento ideológico da militância gay.
A Rede Record atribuiu o “recuo” de Dilma às conversas com seu aliado Marcelo Crivella e ao partido político dele, o que traz uma questão: a decisão de Dilma foi uma jogada para engradecer a posição do senador da Igreja Universal como representante dos evangélicos e facilitar a negociação do PLC 122 entre amigos?
Seja por Crivella ou por uma sórdida barganha para livrar políticos corruptos de julgamentos necessários, o fato é que o governo de Dilma Rousseff está determinado a combater a “homofobia” — que inclui classificar de “homofóbicos” pais e mães que veem o kit gay como instrumento para promover assédio homossexual contra seus filhos na escola.
A ABGLT, que é a peça central do escândalo envolvendo milhões dos cofres públicos na elaboração do kit gay, iniciou campanha de apoio ao kit. A ABGLT é hoje uma organização brasileira conhecida internacionalmente por ter movido perseguição a líderes cristãos do Brasil que estavam em sua lista negra de “homofóbicos”.



Quer Dilma tenha recuado ou não, as lideranças católicas e evangélicas não deveriam recuar. Palocci merece ser julgado e punido. O MEC precisa ser investigado numa CPI, pois o kit gay custou mais de três milhões de reais, numa parceria escandalosa entre o MEC e as ONGs ABGLT e ECOS. Quanto ao ministro da Educação, Fernando Haddad, como é que ele pode escapar impune depois de tudo o que fez?
Além do mais, é preciso desmascarar e combater a campanha que, em nome do combate à “homofobia”, está combatendo a maioria cristã do Brasil e os pais e as mães que querem proteger seus filhos de todo tipo de assédio imoral, inclusive homossexual.
A guerra continua.

Após suspensão de kit, governo chama ABGLT para reunião

Fonte: Terra Magazine [como sempre, fazendo propaganda gay]

A Secretaria-Geral da Presidência da República se reunirá na próxima terça-feira (31) que vem com a Associação Brasileira de Gays, Lésbicas e Transexuais (ABGLT). O convite aconteceu na noite de quarta-feira (25), mesmo dia em que foi anunciada a suspensão do projeto Escola Sem Homofobia, desenvolvido pelo Ministério da Educação.
A reunião animou o presidente da ABGLT, Toni Reis, que não acredita ser o fim da linha para a iniciativa, conhecida como kit anti-homofobia.
— Achei de bom tom terem chamado a ABGLT para a reunião em Brasília. Vamos dialogar. Tudo na política dá para reverter. Não vejo o atual governo como homofóbico — afirma, salientando a necessidade de ações de defesa da poplação LGBT por parte do Estado.
O presidente da ABGLT prossegue:
— Matamos no Brasil mais homossexuais do que no Irã. Foram 3448 homossexuais mortos nos últimos 20 anos, conforme dados do Grupo Gay da Bahia. Queremos fazer um apelo à cidadania, ao respeito".
[Comentário de Julio Severo: Para conferir a proporção de crimes homossexuais no Brasil, veja este importantíssimo artigo: http://juliosevero.blogspot.com/2010/11/homolatria-as-vitimas-vip-da-violencia.html]
Mobilização

A ABGLT lançou na quarta a campanha Eu apoio o Kit Escola sem Homofobia: quero uma escola que respeite a diversidade. Não ao Bullying Homofóbico e à Violência contra a população LGBT. No texto de convocação, postado no site da entidade, um recado direto:
"Infelizmente os homofóbicos estão nos atacando de forma desumana.
Precisamos da manifestação de seu apoio para a disponibilização do kit de materiais do projeto Escola Sem Homofobia para profissionais de educação e estudantes do Ensino Médio.
Assine e envie o email abaixo, ou vc pode fazer seu próprio e-mail, para o Ministério da Educação e para o Palácio do Planalto".
A mensagem ainda faz um apelo para que os colaboradores divulguem a campanha nas redes sociais. Até o início da tarde desta quinta-feira (26), cerca de 700 e-mails haviam sido encaminhados, de acordo com a entidade.

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Senado aprova audiências públicas para PLC 122 solicitadas por Magno Malta

Senador Magno Malta (PR/ES) vai ouvir o Brasil sobre as questões polêmicas envolvendo os homossexuais

A Comissão de Direitos Humanos do Senador Federal aprovou nesta quinta-feira, por unanimidade, o requerimento de autoria do senador Magno Malta solicitando audiências públicas para debater com a sociedade civil o projeto de lei 122/2006, que trata, entre outros tópicos, a união estável entre casais do mesmo sexo. “Vamos atravessar a fronteira da religião e chegar ao coração da família brasileira para, pela primeira vez, ouvir o que pensa sobre esta mudança de comportamento que afeta hábitos e valores universais da sociedade”, explicou Magno Malta.

Presidente da Frente Parlamentar Mista em Defesa Permanente da Família Brasileira, o senador Magno Malta, que ouvir as lideranças de diversas entidades civis e religiosas. “Vamos convidar para o debate público a Confederação Brasileira de Bispos do Brasil, as denominações evangélicas, os espíritas, budistas, kardescistas, maçons e entidades civis como OAB, Ministério Público, Rotary Club, Lions Club e outras associações que há anos desenvolvem trabalhos pela valorização e união da família Brasileira”. Detalhou o senador.

Magno Malta não participou da sessão da Comissão de Direitos Humanos, presidida pelo senador Paulo Paim (PT/RS), por motivos de saúde. Ele recebeu a informação da aprovação do requerimento com alegria. “O Supremo Tribunal Federal, com apenas 10 ministros, mudou a lei permitindo até adoção de crianças por casais homossexuais. Mas o mérito desta questão cabe ao parlamento, porém, nesta democracia representativa, temos que antes de votar ouvir o que o Brasil pensa e o que de melhor quer a maioria”.

Para Magno Malta, tentaram confundir a opinião publica criando um estigma de preconceito com quem comunga o cristianismo. “Família é família, religião é religião. Não podemos misturar os valores. Os Espíritas são excelentes pais, os maçons são pessoas responsáveis e de moral, os católicos são referências em união familiar e nos bons costumes. Assim também os evangélicos, que tem hábitos saudáveis e éticos, os budistas, que respeitam o próximo como a si mesmo. Enfim, vamos levar o dialogo para fora da religião e esclarecer os pontos que interessam as famílias”, frisou o senador.

A PLc 122/06 traz em seu bojo, além do chamado casamento homossexual, dando todos os direitos concedidos ao casal homem e mulher, polêmicas como adoção de crianças, cerceamento da liberdade de expressão proibindo textos e pensamentos contrários ao homossexualismo e privilégios que outras classes sociais não têm, criando castas, uma verdadeira divisão social. “A sociedade brasileira desconhece esta pauta, hoje, só as partes interessadas, homossexuais e políticos estão incluídos neste debate. Vamos viajar o Brasil e buscar informações, estudos, opiniões e novos conceitos para votar com justiça e sem interesse próprio”.

Magno Malta vai mais longe e esclarece que, “é importante examinar este assunto com visão de futuro e respeito. Todas as pessoas merecem respeito e não podemos discriminar ninguém, nem por raça, cor, credo ou sexo. Mas quando o tema envolve crianças, referências de conduta, então, devemos pensar com os horizontes ampliados no futuro da nação.” Alertou Magno Malta.
Assessoria de Imprensa.

União estável homossexual é INCONSTITUCIONAL!

No calor da discussão a respeito da (im)possibilidade do reconhecimento da chamada “união estável homossexual”, dada a votação da ADPF 132, iniciada hoje (04/05/2011) no STF, vimos nos manifestar pela inconstitucionalidade patente do voto proferido pelo Min. Aires Brito.
De fato, no plano jurídico, temos que a interpretação do art. 1.723 do Código Civil de 2002 (Lei nº 10.406/02) deve estar acorde com o disposto no art. 226, §3º, da Constituição da República, por uma regra básica de interpretação: a maior hierarquia do texto Magno. Segundo o preceito constitucional, “Para efeito da proteção do Estado, é reconhecida a união estável entre o homem e a mulher como entidade familiar, devendo a lei facilitar sua conversão em casamento.”
Nestes termos, os princípios constitucionais alegados para o deferimento da união homossexual (entre outros, dignidade da pessoa humana e igualdade) não podem fazer eliminar os requisitos constitucionalmente declinados para um instituto – como, no caso, a diversidade de sexo. Se assim fosse, teríamos a ocorrência de inconstitucionalidade originária, o que é descabido dada a unidade da Constituição, conforme interpretação corrente da doutrina e do próprio STF.
Outrossim, enquanto pertencente aos quadros do Poder Judiciário, não pode o STF se arvorar como “legislador constitucional”, suprimindo aspectos textuais expressos.
Portanto, somos, para o momento, pela impossibilidade jurídica do reconhecimento de união civil homossexual, quadro que pode ser alterado apenas através de emenda ao texto constitucional.
Esperamos, no mais, que o STF adote uma postura verdadeiramente jurídica, e não ideológica.
FENASP

Filmete demonstra que objetivo de kit gay é promover assédio moral contra alunos heterossexuais.

O filme abaixo, que seria distribuído nas escolas, como se nota, não tem o objetivo de fazer com que diminua o preconceito contra alunos gays. Ao contrário: tudo bem-analisado, ele supõe uma espécie oblíqua de preconceito contra quem se sabe hétero. Segundo, então, a Lei as Probabilidades — a real, não aquela coisa estúpida ensinada pela turma de Haddad —, o garoto ou a garota heterossexuais têm menos chances de arrumar alguém para ficar, entenderam? Eles são aqueles a quem falta alguma coisa! A piada de Wood Allen virou norte conceitual no Brasil. Segundo o cineasta, o bom de ser bissexual é que dobram as chances de ter com quem sair no sábado à noite. No MEC, não dobram, claro! Aumentam só 50%. Bando de idiotas!
É evidente que o material pode ser considerado uma espécie de assédio moral contra os alunos heterossexuais. Uma coisa, reitero, é debater a tolerância com a diversidade e a diferença, pregando a aceitação do “outro”. Ok. Outra, distinta, é, ao arrepio das famílias — a quem cabe a orientação moral mais profunda dos indivíduos —, promover esse tipo de questionamento.
Como Dilma tomou uma decisão depois da pressão de parlamentares cristãos, é óbvio que setores majoritários da imprensa — além de “verdopatas”, são também “gayzistas” — verão na decisão manifestação de um atraso insuportável etc e tal.
E, como se nota abaixo, o erro do filme não é só de moral. Ele também viola a matemática. Fora, Haddad!
Por Reinaldo Azevedo

Nossa primeira vitoria

Graças a Deus conseguimos a nossa primeira vitória que foi barrar esse tal de Kit gay, parabéns a bancada evangélica que nos representa muito bem, o que venceu foi a moralidade da familia e o respeito com nossos filhos, foi o respeito pelo fé cristã, foi a dignidade humana, saímos vitoriosos, Deus usou a sabedoria divina através da nossa bancada para riscar esse kit do mapa por enquanto.

Agora é ficarmos atento, qualquer tentativa de voltar com esse tal kit devemos nos posicionar novamente contra esse tipo de coisa.

O POVO DE DEUS TEVE SUA PRIMEIRA VITÓRIA, AGORA SE PREPAREM QUE AINDA TEMOS UMA BATALHA MAIOR AINDA QUE É CONTRA A CRIMINALIZAÇÃO DA HOMOFOBIA, CONTRA A CRIMINALIZAÇÃO DA DEMOCRACIA, CONTRA A CRIMINALIZAÇÃO DOS NOSSOS DIREITOS, CONTRA A CRIMINALIZAÇÃO DA NOSSA LIBERDADE DE EXPRESSÃO.

VAMOS JUNTOS PARA CONQUISTARMOS MAIS UMA VITÓRIA.

Dilma Rousseff manda suspender kit anti-homofobia, diz ministro

SEGUNDO GILBERTO CARVALHO, PRESIDENTE ACHOU VÍDEO 'INAPROPRIADO'.
BANCADAS RELIGIOSAS HAVIAM AMEAÇADO CONVOCAR PALOCCI.

Nathalia Passarinho
Do G1, em Brasília
Após protestos das bancadas religiosas no Congressso, a presidente Dilma Rousseff determinou nesta quarta-feira (25) a suspensão do "kit anti-homofobia", que estava sendo elaborado pelo Ministério da Educação para distribuição nas escolas, informou o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho.
"O governo entendeu que seria prudente não editar esse material que está sendo preparado no MEC. A presidente decidiu, portanto, a suspensão desse material, assim como de um vídeo que foi produzido por uma ONG - não foi produzido pelo MEC - a partir de uma emenda parlamentar enviada ao MEC", disse o ministro, após reunião com as bancadas evangélica, católica e da família.
Segundo ele, a presidente decidiu ainda que todo material que versar sobre "costumes" terá de passar pelo crivo da coordenação-geral da Presidência e por um amplo debate com a sociedade civil. "O governo se comprometeu daqui para frente que todo material que versará sobre costumes será feito a partir de consultas mais amplas à sociedade", afirmou.
Segundo o ministro, a determinação do governo não é um "recuo" na política de educacional contrária à homofobia
"Não se trata de recuo. Se trata de um processo de consulta que o governo passará a fazer, como faz em outros temas também, porque isso é parte vigente da democracia", disse.
De acordo com Carvalho, Dilma vai se reunir nesta semana com os ministros da Educação, Fernando Haddad, e da Saúde, Alexandre Padilha, para tratar do material didático.
"A presidenta vai fazer um diálogo com os ministros para que a gente tome todos os devidos cuidados. Em qualquer área do governo estamos demandando que qualquer material editado passe por um crivo de debate e de discussão e da coordenação da Presidência."
Retaliação suspensa
Diante da decisão de Dilma, o ex-governador do Rio de Janeiro, Anthony Garotinho (PR-RJ), que participou da reunião com Carvalho, afirmou que estão suspensas as medidas anunciadas pelas bancadas religiosas em protesto contra o "kit anti-homofobia".
Em reunião, os parlamentares haviam decidido colaborar com a convocação do ministro da Casa Civil, Antonio Palocci, para que ele explique sua evolução patrimonial.
O ministro Gilberto Carvalho negou ter pedido que os parlamentares desistissem de trabalhar pela convocação de Palocci diante da decisão da presidente sobre o "kit anti-homofobia".
"Isso é uma posição deles. Nós falamos para eles que, em função desse diálogo, que eles tomassem as atitudes que eles achassem consequentes com esse diálogo. Eles é que decidiram suspender aquelas histórias que eles estavam falando. Não tem toma lá da cá, não", afirmou.
Os deputados também ameaçaram obstruir a pauta da Câmara e abrir uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar a contratação pelo MEC da ONG que elaborou a cartilha.
“Ele [Gilberto Carvalho] disse que tem a palavra da presidente da República de que nada do que está no material é de consentimento dela. E nós suspendemos a obstrução e todas as nossas medidas”, afirmou Garotinho.
Conteúdo 'virulento'
Para o líder do PR na Câmara, deputado Lincoln Portela (MG) o conteúdo do material didático é “virulento”.
“A preocupação das pessoas que estão envolvidas nesse cenário é a didática do material colocado. Achamos que a didática é muito agressiva. Temos que tomar cuidado para que a dosagem do remédio não seja mais forte do que aquilo que o paciente quer e necessita”, afirmou.
O kit que estava sendo analisado pelo MEC faz parte do programa Escola Sem Homofobia, do Governo Federal, e contém material didático-pedagógico direcionado aos professores. O objetivo era dar subsídios para que eles abordem temas relacionados à homossexualidade com alunos do ensino médio.

Evangélicos protestam contra "kit gay" e criminalização da homofobia

Autoria: Jornal esquerdista Folha de S. Paulo, de 21 de maio de 2011

Marcha para Jesus reúne 200 mil pessoas em Curitiba, mas jornal esquerdista reduz para 50 mil

Organizada por cerca de 600 igrejas evangélicas, a Marcha para Jesus reuniu aproximadamente 50 mil pessoas neste sábado (21) em Curitiba.
A multidão percorreu ruas do centro da cidade e se concentrou numa praça do bairro Centro Cívico, onde há shows programados até as 18h de hoje.
Além de confraternizar, os participantes do evento aproveitaram a oportunidade para defender bandeiras evangélicas, protestando contra a legalização da maconha e a distribuição de um kit anti-homofobia (chamado pelos evangélicos de "kit gay") pelo governo federal.
Os manifestantes também realizaram abaixo-assinado contra o kit e o projeto de lei que criminaliza a homofobia.
"Estamos manifestando nosso apoio à família, aos valores da família", diz o pastor Cirino Ferro, bispo da igreja Sara Nossa Terra e presidente do Comep (Conselho de Ministros Evangélicos do Paraná).
O PLC 122, que criminaliza a homofobia, está em tramitação no Senado e é chamado, no meio evangélico, de "lei da mordaça". Para Ferro, ele "pune o livre pensamento que é garantido pela Constituição" e impede os pastores de defenderem o sistema bíblico de família.
Quanto ao kit anti-homofobia, cuja distribuição em escolas públicas ainda está sendo estudada pelo MEC (Ministério da Educação), o pastor afirma que é "outra imposição que chega sem consultas prévias à sociedade, induzindo nossos filhos a aderir a coisas com as quais não concordamos".
Já os protestos contra a legalização da maconha eram motivados principalmente pela realização da Marcha da Maconha no país — em Curitiba, ela deveria ocorrer neste domingo, mas foi proibida por decisão da Justiça.
Fonte: Folha de S. Paulo
Comunicado importante do Bispo Cirino Ferro para o Blog Julio Severo sobre a reportagem da Falha de S. Paulo: “Na verdade nós tínhamos muito mais gente participando da Marcha, foi a maior de todas, provavelmente com mais de 200 mil participantes. Acho que eles levaram em consideração apenas a multidão que estava atrás do meu caminhão de som, mas tínhamos mais oito caminhões na Marcha.
Comentário de Julio Severo: Se fosse uma parada gay com 5 mil participantes, a mídia sem demora inflaria o número para 1 milhão. Quanta vergonha para o jornal Falha de S. Paulo!

Bancadas católica e evangélica conseguem obter de Dilma suspensão temporária do kit pedofilia gay

Julio Severo

Sob pressão intensa da bancada católica e evangélica, a presidenta Dilma Rousseff acabou de dar ordens expressas proibindo temporariamente a distribuição de qualquer material ligado ao “Kit Gay” nas escolas.
Ontem os deputados da Frente Parlamentar Evangélica e da bancada católica avisaram que devido à falta de atenção do governo de Dilma e às mentiras contadas pelo ministro da Educação, eles iriam obstruir as votações na Câmara, iriam assinar a convocação do ministro Palocci para se explicar sobre seus últimos escândalos, iriam pedir uma CPI contra o Ministério da Educação e ainda exigiram a exoneração do ministro da Educação.
Devido às ameaças contra seus ministros, e não contra a evidente imoralidade pedofílica do kit gay, hoje a presidenta Dilma deu ordens expressas proibindo temporariamente o ministro Haddad de distribuir os kits gays nas escolas públicas.
Não se sabe ainda se essa reação é uma vitória para nós, mas prova conclusivamente que pressões nos lugares certos causam incômodos com resultados positivos.
Quer deter o kit gay e o PLC 122? Faça pressões para que os corruptos do PT sejam julgados e demitidos, e o PT na mesma hora para de impor a imoralidade e a ditatura gay.
Meu conselho é: a pressão deve continuar!
Vamos então lutar para que Palocci e Haddad sejam mandados para a cadeia. Ou quem comete corrupções e promove pedofilia merece algo melhor?

Evangélicos contra PLC 122/2006

Caros amigos e leitores do Blog do Anderson é bem verdade que em virtude das muitas tarefas não estou podendo atualizar esse espaço diariamente como dantes fazia. Mas, a falta de tempo não tem me impedido de “navegar” mesmo que por alguns minutos na World Wind Web. Desta forma, tenho lido bastante sobre o Projeto de Lei da Câmara 122/2006, mais conhecido como PLC 122.

Muitos evangélicos de igual modo estão há ouvir falar acerca do assunto, no entanto, a sua grande maioria não sabe se posicionar em relação a isso, por não conhecer efetivamente o que vem a ser esse Projeto de Lei da Câmara implantado em 2006 pela ex-deputada Iara Bernardi. Por isso reservei esse tempo a fim de tentar esclarecer melhor essa questão.

Esse projeto visa punir severamente não só os homofóbicos, ou seja, aqueles que têm um medo incontrolável dos homossexuais. Uma vez que fobia segundo o dicionário significa; medo obsedante, angustiante, que certas doenças provocam em circunstâncias determinadas. Esta palavra pode ainda entrar como composto nos nomes de diversas espécies de medos doentios como: agorafobia, medo mórbido do vazio e do espaço; claustrofobia, medo de ficar encerrado; ereutofobia, medo de enrubescer; acrofobia, medo das alturas, aracnofobia medo de aracnídeos, etc...

Assim, nós cristãos que pregamos contra o pecado, e segundo a Palavra de Deus a pratica de relação sexual entre pessoas do mesmo sexo é pecado, estamos sendo taxados de homofóbicos só porque discordamos da prática homossexual. Portanto, quem discordar do espiritismo, como nós, cristãos, podemos ainda ser chamados de “espiritismofóbicos”, orientados pela Sagrada Escritura somos contra a idolatria, logo podemos ser chamados de “idolatrofóbicos”.

Ora, onde esta a nossa liberdade de expressão prevista na constituição? Vale dizer, que a Constituição da República em vigor disciplina o trinômio democracia-censura-liberdade de expressão e informação.A liberdade de expressão e informação, consagrada em textos constitucionais, sem nenhuma forma de censura prévia, constitui uma característica das atuais sociedades democráticas. Essa liberdade é, inclusive, considerada como termômetro do regime democrático. A nossa atual Constituição Federal regula a liberdade de expressão e informação nos Arts. 5° e 220.

Art. 5°, IV - é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato;
Art. 5°, IX - é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença;
Art. 5°, XIV - é assegurado a todos o acesso à informação e resguardo do sigilo da fonte, quando necessário ao exercício profissional;
Art. 220 - A manifestação do pensamento, a criação, a expressão e a. informação, sob qualquer forma, processo ou veículo, não sofrerão qualquer restrição, observado o disposto nesta Constituição.
§1° - Nenhuma lei conterá dispositivo que possa constituir embaraço à plena liberdade de informação jornalística em qualquer veículo de comunicação social, observado o disposto no art. 5°, IV, V, X, XIII e XIV;
§2° - É vedada toda e qualquer censura de natureza política, ideológica e artística.

Diante do exposto, como verbalizou o Pr. Silas Malafaia “Não podemos ficar de braços cruzados diante desse grande levante contra a família e a igreja”. Vamos orar e fazer o que compete a nós como parte da igreja e da sociedade.

A paz seja com todos,

Anderson Ribeiro

Bancada religiosa na Câmara quer a demissão do ministro Fernando Haddad

BRASÍLIA - Reunidos no final da tarde desta terça-feira, a bancada de evangélicos e católicos da Câmara defenderam a renúncia ou a demissão do ministro da Educação, Fernando Haddad. Os religiosos estão revoltados e acusam Haddad de ter descumprido a palavra a respeito da discussão sobre o material de combate à homofobia nas escolas. Na semana passada, Haddad reuniu-se com essa bancada , na Câmara, e afirmou que desconhecia o material (três vídeos e material impresso), mas aceitou a indicação de parlamentares desse grupo para participar da discussão sobre esse tipo de material. No final de semana, o ministro afirmou que teve acesso a esse material e que não entendeu haver os problemas apontados pelos religiosos , que o considerou uma apologia ao homossexualismo e que, ao contrário de seu propósito, estimulava a homofobia. Evangélicos e católicos afirmaram-se que se sentiram traídos e querem a demissão de Haddad.
O líder do PR, Lincoln Portela (MG), da base do governo, apresentou a proposta da demissão, aplaudido pelos 35 parlamentares desse grupo que estava reunido.
Nossa paciência chegou ao fim com esse ministro. Nós representamos 50 milhões de brasileiros. Não o queremos no ministério
- Nossa paciência chegou ao fim com esse ministro. Nós representamos 50 milhões de brasileiros. Não o queremos no ministério. As pessoas só nos amam de duas maneiras: ou nos respeitam ou nos amam - disse Lincoln Portela.
O deputado Garotinho (PSB-RJ), evangélico, chegou a defender a convocação do ministro da Casa Civil, Antonio Palocci, como uma forma de atingir Haddad.
- Estamos dando fôlego a esse governo. Nossa decisão precisa ser política. Se eles querem salvar o Palocci, nós queremos salvar a família brasileira. Vamos trazer o ministro e ir a Dilma e exigir que demita o Haddad - disse Garotinho.
Lincoln Portela foi contra a convocação de Palocci e defendeu o ministro no caso do aumento de seu patrimônio a partir de consultorias quando era deputado.
Presente na reunião, o senador Magno Malta (PR-ES), evangélico, ameaçou abandonar a base do governo.
- Se tiver que esticar a corda, vamos esticar. Se tiver que votar contra o governo ou deixar a base, vamos assim decidir. . Esses filmes do Ministério da Educação mostram uma verdadeira academia de homossexuais. Vou fazer um discurso contra o Haddad. Vou bater para sangrar - disse Malta.

terça-feira, 24 de maio de 2011

Projeto põe em risco comercialização e a distribuição da Bíblia

A Bíblia Sagrada, o livro que mais condena a prática do homossexualismo, está agora sendo ameaçada de ter sua distribuição e comercialização proibidos, devido um Projeto de Emenda Constitucional (PEC) que tramita no Congresso Nacional e que estipula a proibição de toda e qualquer literatura que se coloque contra a prática homossexual no país.

A inconstitucionalidade do projeto de lei da homofobia (PLC nº 122/2006) e o estado totalitário marxista.

tréplica a Paulo Roberto Iotti Vecchiatti

Paul Medeiros Krause
Elaborado em 09/2007. Página 1 de 1A A


Somente agora cobrei ânimo para retribuir a honra que o Dr. Paulo Roberto Iotti Vecchiatti me dispensou, oferecendo réplica ao meu artigo "Projeto de Lei n.º 5003-b/2001 (crimes de homofobia): a lei da mordaça gay, os superdireitos gays, inconstitucionalidade e totalitarismo" (http://jus2.uol.com.br/doutrina/texto.asp?id=9306), por meio do seu texto "Constitucionalidade do Projeto de Lei n.º 5003/2001. Uma réplica a Paul Medeiros Krause" (http://jus2.uol.com.br/doutrina/texto.asp?id=10248).

Senti-me particularmente honrado por meu nome constar do título do trabalho. Ademais, considerei extremamente elegante o modo como o Dr. Vecchiatti tratou as minhas idéias, procurando demonstrar o seu total equívoco e a minha mui censurável ignorância. Agradeço, pois, ao Dr. Vecchiatti pela sua tentativa de me livrar das trevas do erro e da insensatez.

Como, contudo, a estultícia ainda não me abandonou, sendo eu também um certo tanto renitente, servir-me-ei de alguns argumentos do Dr. Vecchiatti, a fim de desenvolver um pouco mais meu ponto de vista.

No artigo replicado, defendi a inconstitucionalidade do PL 5003-b/2001, oriundo da Câmara dos Deputados, e que passou a ser designado, no Senado, por PLC (Projeto de Lei da Câmara) n.º 122/2006. Naquela oportunidade, argumentei que o projeto de lei cerceia a liberdade de pensamento e de crença, cominando pena de reclusão de até cinco anos para qualquer manifestação, ainda que de ordem religiosa ou filosófica, de oposição ao homossexualismo. Destaquei o recrudescimento das penas acessórias – a redação proposta para o art. 16 da Lei 7.716, de 5 de janeiro de 1989, praticamente decreta a morte civil do condenado. Apontei, outrossim, para que se cuida de hipótese clara de policiamento ideológico, com a aplicação de penas excessivamente gravosas, desproporcionais.

Ponderei que o projeto de lei referido não é neutro, científico ou imparcial, mas alicerçado na ideologia marxista; que ele conta com o apoio decisivo do governo federal e dos partidos de esquerda. Diante disso, sublinhei, é compreensível a hostilidade dos seus defensores a valores próprios da civilização ocidental, judaico-cristã. Sobre este ponto, entretanto, não identifiquei qualquer comentário do Dr. Vecchiatti. Gostaria de ter visto sair de sua pena o reconhecimento de que ele faz profissão de fé em doutrinas desenvolvidas por: Antonio Gramsci, Georg Lukacs, Max Horkheimer, Teodoro Adorno, Erich Fromm e Herbert Marcuse. Leia-se, por exemplo, deste último, Eros e civilização.

Do texto Politicamente correto: o que é, de onde veio e para onde pode nos levar [01], extraem-se algumas informações úteis:

"Gramsci disse que os trabalhadores jamais iriam perceber os seus verdadeiros interesses de classe, assim como definidos pelo marxismo, até serem libertados da cultura ocidental, particularmente do Cristianismo, já que todos eles estavam cegos, pela religião e pela cultura, aos seus reais interesses de classe. Lukacs, que foi considerado o teórico marxista mais brilhante desde o próprio Marx, perguntou-se, em 1919: ´´Quem irá nos salvar da cultura ocidental?´´

Em 1923, na Alemanha, foi fundado um centro de estudos que tomou para si a tarefa de traduzir o marxismo de termos econômicos para culturais, o que criou o discurso politicamente correto que conhecemos hoje.

Os trabalhos iniciais do Instituto eram convencionais, mas em 1930 assumiu um novo diretor, chamado Max Horkheimer, e as visões dele eram bem diferentes.

Horkheimer era muito interessado em Freud e a chave para que ele pudesse traduzir o marxismo de termos econômicos para termos culturais era precisamente sua combinação com o freudismo. Se, no começo de sua história, o Instituto preocupava-se principalmente com a subestrutura econômica da sociedade burguesa, nos anos que se seguiram sua atenção se voltou para a superestrutura cultural. De fato, a fórmula marxista tradicional, no que diz respeito à relação entre as duas, foi posta em questão pela Teoria Crítica.

Todas essas coisas da moda – feminismo radical, os departamentos de estudos das mulheres, dos gays, dos negros – são ramificações da Teoria Crítica, criada pela Escola de Frankfurt nos anos 1930. De acordo com essa teoria, a sociedade capitalista ocidental é repressora e deve ser, não apenas passivamente compreendida, mas desmistificada e transformada como um todo, para permitir a plena emancipação do indivíduo.

Outros membros importantes que se juntaram ao time foram Teodoro Adorno e, especialmente, Erich Fromm e Herbert Marcuse, que introduziram um elemento que é central no PC [politicamente correto]: o sexo. Marcuse, particularmente, clamava em seus escritos por uma sociedade ´´polimorficamente perversa´´, sua definição para a sociedade futura que desejava criar. Na visão de Fromm, masculinidade e feminilidade não refletiam diferenças essenciais como então se acreditava. Na verdade, essas diferenças derivavam de funções da vida, que eram em parte socialmente determinadas. ´´Sexo é uma convenção; diferenças sexuais são convenções´´."

Essas considerações prévias são essenciais para compreender o texto do Dr. Vecchiatti. Sabendo ele ou não, as idéias que defende não são neutras: são ideológicas (não científicas) e, como tais, sempre limitadas e parciais, formuladas com o objetivo de suplantar os fundamentos da civilização ocidental supostamente opressora.

Após afirmar que todas as premissas das quais parti são equivocadas – não digo o mesmo do Dr. Vecchiatti: algumas de suas premissas são corretas, embora ele as desenvolva equivocadamente –, asseverou o ilustre articulista: "Em síntese, alegou aquele jurista [este que ora escreve] ser o referido projeto de lei inconstitucional por desnecessário".

Na verdade, fiz notar que o projeto de lei da mordaça gay é desnecessário porque agressões físicas ou injúrias a quaisquer pessoas, homossexuais ou não, já configuram crime, sendo despicienda a lei contra a alegada homofobia. Imputou-me, ainda, o nobre debatedor, desconhecimento do conteúdo do princípio da isonomia. A meu ver, a imputação não procede.

É óbvio que discriminações que não sejam arbitrárias, que tenham fundamento lógico-racional, são toleradas ou estão de acordo com o princípio da igualdade. O que não se conforma, porém, com o princípio da isonomia é tratar os homossexuais como se fossem uma raça, conferindo-lhes os privilégios – severíssimos para os demais – da lei anti-racismo. Mais do que isso: a lei da mordaça gay pretende tornar a lei anti-racismo ainda mais rígida. As novas penas acessórias – os efeitos da condenação – praticamente destroem a vida do condenado. Entendo que não há justificativa razoável para os homossexuais e o pensamento filosófico marxista gozarem dos privilégios outorgados pela Lei 7.716, de 1989, a lei anti-racismo. Em outras palavras, a discriminação que o projeto de lei pretende promover é arbitrária, desproporcional, atentando contra a natureza das coisas.

O que os defensores da causa gay não reconhecem é que, na verdade, visam fazer calar, policiar, os que discordam das suas opiniões. Chamo a atenção para a redação proposta para o § 5.º do art. 20 da Lei 7.716, de 1989:

"§ 5.º O disposto neste artigo envolve a prática de qualquer tipo de ação violenta, constrangedora, intimidatória ou vexatória, de ordem moral, ética, filosófica ou psicológica. (NR)" (grifou-se)

A amplitude do dispositivo acima deveria causar perplexidade em qualquer estudioso minimamente comprometido com o Estado Democrático de Direito. Alguém afirmar que o homossexualismo é imoral não poderá causar constrangimento psicológico a algum homossexual? Terá, por isso, que responder pela prática de crime?

O Dr. Vecchiatti afirma ser fato notório o cometimento intenso de delitos homofóbicos. Todavia, neste ponto ele incorre no erro que me atribui, o de alegar sem provar. Um ou dois casos noticiados pela mídia, com a hiperdramatização característica dos defensores da causa gay [02], que faz ver os fatos com lentes de aumento, não comprovam o cometimento importante, em número significativo, de crimes de intolerância – agressão física ou psíquica – contra homossexuais, justificador de uma tutela jurídico-penal específica. Cabe indagar com base em que critérios objetivos o Sr. Luiz Mott do Grupo Gay da Bahia definiu ser o Brasil o campeão mundial da homofobia. Pelo que se sabe, os países islâmicos tratam o homossexualismo com muito maior rigor. A afirmação de Luiz Mott é mera frase de efeito. Ele está defendendo os interesses de seu grupo. Somente os órgãos oficiais de segurança pública poderiam oferecer dados confiáveis a esse respeito. A cifra, em verdade, é ínfima, tal como no caso das mortes de mulheres causadas por aborto criminoso. Aumentam-se as estatísticas para criar comoção popular.

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O que está por trás realmente do projeto de lei de homofobia é a tentativa de impor a todos o dogma da moralidade ou naturalidade do homossexualismo, que não é científico, mas de origem ideológica, marxista, tornando-se penalmente punível a contestação a essa pretensa verdade. Nada mais truculento. Nada mais inadmissível. Trata-se de evidente policiamento ideológico.

Ocorre, porém, que muitos juristas e parte significativa da sociedade já incorporaram, inconscientemente, após anos e anos de bombardeio dos deformadores da opinião pública, o modo de pensar da Escola de Frankfurt, de sorte que julgam tratar-se a moralidade e naturalidade do homossexualismo verdades de fé absolutas, incontrastáveis, até mesmo no campo das idéias ou das crenças. Por certo, a lei não poderia obrigar quem quer que fosse a aceitar o dogma da infalibilidade papal. Todavia, almeja-se impor aos brasileiros o dogma da infalibilidade de Erich Fromm e Herbert Marcuse.

Assinalo que já reputo inconstitucional a Lei 7.716, de 1989, com as alterações procedidas pela Lei 9.459, de 13 de maio de 1997, ao tratar da mesma forma o racismo e a discriminação por motivos religiosos. Com efeito, na Constituição [03], o racismo mereceu um tratamento severíssimo, não podendo outras formas de discriminação serem a ele igualados. Os crimes de racismo são inafiançáveis e imprescritíveis, sempre punidos com reclusão.

O Dr. Vecchiatti parte do entendimento de que todos devem acatar a definição marxista de "preconceito" e "repressão". Ocorre que a não-aceitação da prática homossexual como moral e natural, por razões de ordem religiosa e filosófica, não configura um preconceito. Preconceituoso é tachar de preconceito visões amadurecidas, sopesadas ao longo de milênios, sobre a homossexualidade. A minha discordância com a definição de preconceito do articulista ora contrastado não merece cadeia. As crenças e convicções filosóficas do Dr. Vecchiatti e do Grupo Gay da Bahia não devem gozar do privilégio da infalibilidade, da imutabilidade, da intangibilidade. Todos podem ser passíveis de crítica, inclusive os homossexuais. Todas as crenças e convicções filosóficas e éticas merecem idêntico tratamento pelo direito positivo. A lei não deve impor a todos o modo marxista de enxergar o mundo.

Aliás, não creio que haja suporte jurídico e moral para a realização das paradas gays ou paradas do orgulho gay, mormente com dinheiro público. Trata-se de promoção explícita e irresponsável da imoralidade. Concordem ou não, a Constituição assegura-me o direito de pensá-lo e afirmá-lo, sem ser punido por isso.

Acrescente-se que o entendimento da Organização Mundial de Saúde acerca da homossexualidade não é critério decisivo para defini-la ou não como doença (e, muito menos, como moral ou imoral). Primeiro, porque em ciências biológicas não existem verdades definitivas. Segundo, porque tal entendimento não é unânime entre os especialistas – veja-se o já citado Gerard J. M. van den Aardweg. Terceiro, porque as causas da homossexualidade ainda não são suficientemente conhecidas. Quarto, porque é evidente o lobby dos militantes gays e da esquerda internacional nos organismos internacionais, como o é para a aprovação do projeto de lei de que se cuida.

Somente no dicionário dos militantes gays pederastia e homossexualismo não são sinônimos. Servindo-se de um método dos pensadores de esquerda, o desconstrucionismo, o Dr. Vecchiatti assevera que a Bíblia não condena o homossexualismo.

Com efeito, no desconstrucionismo, destrói-se o sentido original de um texto, para, em seguida, conferir-lhe o sentido desejado ou almejado. Foi o que os teólogos da libertação fizeram com os textos bíblicos, desconstituindo o seu sentido original para imprimir-lhes uma chave de interpretação marxista. O nobre Dr. Vecchiatti utiliza-se de exegese da Bíblia elaborada por militantes gays ("Edições GLS"), com evidente desprestígio da sua dicção literal, bem como da interpretação que lhe conferem as comunidades cristãs e os exegetas de competência científica reconhecida.

Ora, alterando-se o significado das palavras e dos textos, de acordo com o que é conveniente, pode-se justificar qualquer coisa.

É utilizando-se o desconstrucionismo que os defensores da causa gay, servindo-se dos princípios da igualdade, da dignidade humana etc., destruindo o seu conteúdo e sentido real, atribuem-lhes o significado que lhes interessa, para abonar as suas propostas de inovação legislativa. Prossegue o texto da Dra. Marli Nogueira [04]:

"Para o marxista cultural, o método é o desconstrucionismo. O desconstrucionismo remove todo o sentido de um texto, substituindo-o por qualquer sentido desejado. Então se descobre, por exemplo, que toda a obra de Shakespeare é sobre a opressão das mulheres, ou a Bíblia é sobre raça e sexo. Todos esses textos tornaram-se úteis para provar que ´´toda a História é sobre quais grupos têm poder sobre os outros´´."

De todo pertinentes, portanto, as seguintes ponderações da Dra. Marli Nogueira [05]:

"Daí a natureza ideológica e potencialmente totalitária dessas manifestações. Totalitária porque a essência de todas as ideologias consiste em espremer a realidade para dentro de uma teoria – como ocorre, por exemplo, com a idéia de que toda a história de nossa cultura se resume à opressão das mulheres. Como a realidade contradiz essa teoria, ela mesma deve ser proibida, o que é feito pelos Estados que se tornaram reféns das ideologias. É por isso que as ideologias são potenciais geradoras de Estados totalitários."

Por fim, caro leitor, não duvide: o Estado brasileiro está se tornando um estado comunista totalitário. Cabe às pessoas de bom senso insurgirem-se enquanto houver tempo. A omissão poderá custar muito caro às nossas liberdades.

Notas

01 De autoria da Dra. Marli Nogueira, Juíza do Trabalho em Brasília, baseado em artigo de William S. Lind, publicado por Mídia Sem Máscara, em fevereiro de 2006, e elaborado com a contribuição de Miguel Nagib e Félix Maier. Disponível em: . Acesso em: 26 set. 2007.

02 Vide AARDWEG, Gerard J. M. van den. A batalha pela normalidade sexual e homossexualismo. Tradução de Orlando Reis. Aparecida: Santuário, 2000.

03 Art. 5.º, XLII: "a prática do racismo constitui crime inafiançável e imprescritível, sujeito à pena de reclusão, nos termos da lei".

04 Op. cit.

05 Op. cit.