quinta-feira, 30 de junho de 2011

PLC 122 é sepultado: Brasil está enfim livre da tirania gay?

Julio Severo

Cumprindo sua palavra de que seria necessário criar um novo projeto anti-“homofobia”, a senadora petista Marta Suplicy tomou o primeiro passo, oficialmente sepultando o PLC 122, cujas ameaças eram bem conhecidas, inclusive num vídeo produzido por mim: http://www.youtube.com/watch?v=jIOOE0n2V5g

O sepultamento ocorreu durante almoço hoje entre o senador Magno Malta e Suplicy. Participaram também da reunião os parlamentares evangélicos socialistas senador Walter Pinheiro (PT/BA), deputada federal Benedita da Silva (PT/RJ) e o deputado Gilmar Machado (PT/MG).

Antes do início da Parada do Orgulho LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais) em São Paulo na semana passada, Marta havia desabafado: “Estou tentando fazer um acerto para que não tenhamos tantos opositores ao projeto, mesmo que isso acarrete em algumas mudanças que não são boas. Estamos pensando em como fazer passar o conteúdo do PL 122, sem o número 122”.

A senadora reconheceu que a imagem do projeto de ditadura gay estava muito demonizada. “O nome ficou muito complicado de se aprovar, o que, no conteúdo, não é mais complicado. Temos um conteúdo mais ou menos acordado.

O que está difícil de acordar é o que fazemos com esse número, porque demonizaram tanto que eles não sabem o que fazer agora para dizer que o demônio não é mais demônio”, declarou Marta Suplicy, referindo-se aos opositores do projeto.

Desde o início de 2007, com uma importante ajuda de católicos, tenho alertado o Brasil contra o PLC 122. Mas não posso dizer que podemos comemorar, pois a intenção da senadora nunca foi enterrar a obsessão política de impor uma ditadura gay no Brasil..

Do cemitério onde sepultaram o PLC 122 podem criar um novo projeto Frankenstein. Vontade petista para isso não falta.

Divulgação: http://www.mordacagay.blogspot.com
Fonte: http://www.juliosevero.blogspot.com

Pastor Silas Malafaia promete falar sobre a Parada Gay

O pastor Silas Malafaia anunciou no site de sua Igreja, que o Programa de Sábado do Vitória em Cristo “vai tremer”, prometendo falar sobre a Parada Gay, que “ridicularizou os católicos”.

Ele escreveu também no seu Twitter: “Neste sábado, o programa Vitória em Cristo será quente! Não perca!”A Parada Gay no último domingo gerou polêmica ao utilizar imagens de santos com modelos semi-nus, o que ofendeu a Igreja Católica. A parada utilizou 170 cartazes distribuídos em postes com 12 modelos masculinos com a mensagem: “Nem Santo Te Protege” e “Use Camisinha”.

Segundo o presidente da parada, Ideraldo Beltrame, o motivo foi para mostrar à sociedade que todas as pessoas “seja qual for a religião delas, precisam entrar na luta pela prevenção das Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST).

Aids não tem religião”.A ação causou revolta dos líderes católicos, além de declarados evangélicos dentro da parada. O cardeal D. Odilo Pedro Scherer, arcebispo de São Paulo, disse que isso “ofende profundamente o sentimento da Igreja Católica”.“Isso ofende profundamente, fere os sentimentos religiosos do povo.

O uso debochado da imagem dos santos é ofensivo e desrespeitoso que nós desaprovamos”, disse ele na entrevista da Globo.Os declarados evangélicos que apoiaram a parada concordaram dizendo, “Não tinha necessidade de usar pessoas peladas para representar santos. Faz a campanha, mas não envolve as coisas de Deus”.

A organização da parada tentou provavelmente atingir a Igreja católica, segundo o cardeal. O Pastor José Alves, da Comunidade Cristã Nova Esperança também acredita o mesmo, dizendo A campanha foi mais de encontro aos ditames da Igreja Católica. Nós não temos santos. Entretanto, para ambas as Igrejas católicas e evangélicas a atitude foi desaprovada.Fonte: Christian Post

Decisão do Juiz na Integra

Procedimento Ex-Officio – art. 25, 4 do COJEG

Exercício do Poder Correcional

Controle de Legalidade de Ato Notarial

Decisão

Requisitei de ofício cópia do ato notarial, cujo teor foi noticiado pela imprensa como sendo a primeira “união” reconhecida entre pessoas do mesmo sexo no Brasil, consistente em escrituração de declaração de “união estável” feita por dois cidadãos do sexo masculino, onde alegam conviverem sob o mesmo teto a mais de um ano, de forma contínua e pública, optando por regime de bens nos termos do art. 1.725 do CC.

Reporta o ato notarial à recente decisão do e. Supremo Tribunal Federal [cujo acórdão ainda não fora publicado], conferindo interpretação conforme ao disposto no art. 1.723 do Código Civil Brasileiro para dele excluir qualquer significado que impeça o reconhecimento deste tipo de união, dizendo que o reconhecimento deve ser feito “segundo as mesmas regras e com as mesmas conseqüências da união estável heteroafetiva” (cf. parte dispositiva do voto do Ministro Ayres Britto)[1], em enchança de proteção à dignidade da pessoa humana, nos termos do inc. III, do art. 1º, da Constituição Federal.

Trata-se, a escritura assentada em livro de registro de ato notarial que pretende alterar a situação civil de duas pessoas do mesmo sexo, pretendendo o reconhecimento do Poder Público para com o relacionamento declarado de ver albergada a situação jurídica sob o manto protetor do art. 1.723 do Código Civil Brasileiro.

Tomadas estas premissas, decido.

O Poder Constituinte Originário legitimador da elaboração da Constituição de 1988, exercido pelo Congresso Nacional no linde da transposição do regime político havido em 1964 por imposição militar, deu-se em face dos movimentos populares que eclodiram principalmente a partir do final de 1969, consolidando a chamada resistência democrática.

Tais movimentos, embora evasivos e centrados apenas na possível redemocratização (tema de uma esperança), tomaram, nos grandes centros e em algumas regiões do interior do país, rumos violentos, protagonizados por ativismo político de alguns setores militantes da sociedade e das organizações políticas.

A par disto se consolidou nas Universidades, Sindicatos, Igrejas, Ordens Profissionais (a exemplo da OAB e ABI) e Organizações Políticas (muitas delas clandestinas), entes que de fato compunham a inteligência do movimento de resistência e por redemocratização, uma forte oposição ao autoritarismo enraizado no regime de 64, principalmente a partir do AI-5, editado em 1969, suprimindo liberdades públicas.

Nestes anos negros que necessitavam da luz, foram emergindo nos centros politizados o forte sentimento de nação democrática que se expandiram para as praças e ruas sedimentado na indignação e resistência à opressão, como um valor condicionante de “vontade de constituição”, que teve no Menestrel das Alagoas (Senador Teotônio Vilela) um de seus maiores apologista.

A reconstitucionalização do Brasil estava, neste momento histórico (1969-1987) sendo redesenhada, ganhando seus contornos prementes – contudo, com traços imprecisos e quilhados no mar tormentoso do regime militar que oprimia a difusão de idéias e a liberdade de expressão, em todas as áreas.

Neste esboço feito a tempo, os valores, princípios e condições de exercício do Poder Constituinte pelos representantes do povo, iam se fluidificando naquele movimento que Lyra Filho bem gravou como de convulsões de forças centrípetas e centrifugas do meio social, consolidando os lindes para que a Constituição Formal fosse escrita.

Sobretudo se propunham como valores e princípios de resistência e não como vetores revolucionários, tanto que as duas ordens materiais de constitucionalização do Estado e da Sociedade conviveram por longos três anos, entre meados de 1985 até o dia 5 de outubro de 1988, uma emprestando contornos para a outra, sem importantes rupturas institucionais – algo que a Lei de Anistia havia preparado.

Este breviário de fatos (rememorados por quem também viveu esse tempo) tem grande relevo para se identificar quais os principais valores, princípios e condições ditaram os limites do Poder Constituinte ao Legislador de 1988, e que se tornaram o núcleo principiológico da Constituição Cidadã.

Embora o rol não seja tão extenso, tomemos apenas alguns dos eixos desses vetores de constitucionalização, ou seja: i) pré-existência de um Estado de Direito condicionante do princípio de transição política de regimes; ii) pré-existência de princípios de liberdades públicas que se alocaram no cerne da primeira Constituição do Brasil (1824), formando um núcleo liberal; iii) pré-existência do conceito de Família como núcleo base da sociedade, difundida como Instituição Matrimonial com origem no sistema canônico da Igreja Católica, premida pela indissolubilidade do matrimônio; iv) pré-existência de um sentimento popular de cristandade, originário na primeira Constituição Brasileira (1824) fruto de um Estado Confessional, que sedimentou a religiosidade do Povo e, depois (1890) na pluralidade de credos decorrente da separação entre Estado e Igreja que abriu as portas para a evangelização, verberada pelo Decreto 119-A, da República; v) pré-existência de um sistema de privacidade e reserva de autonomia privada, frente ao Estado (com fonte naquilo que se denominou ainda no Império Romano de pater familias); vi) pré-existência de direitos humanos dignificantes, postos principalmente em documentos internacionais subscritos pelo Brasil, como, p. ex., a Declaração Universal de Direitos Humanos com contornos condicionantes (heteroconstitucionalidade), onde a família é expressamente definida como núcleo base da sociedade, formada a partir da união entre homem e mulher (art. 16º, da Declaração Universal dos Direito do Homem de 1948[2]).

Isto tudo de certa forma posto como preâmbulo da Constituição Formal brasileira em 1988, fundada na pretensão de harmonia social, que possui a seguinte redação enunciativa: “Nós, representantes do povo brasileiro, reunidos em Assembléia Nacional Constituinte para instituir um Estado Democrático, destinado a assegurar o exercício dos direitos sociais e individuais, a liberdade, a segurança, o bem-estar, o desenvolvimento, a igualdade e a justiça como valores supremos de uma sociedade fraterna, pluralista e sem preconceitos, fundada na harmonia social e comprometida, na ordem interna e internacional, com a solução pacífica das controvérsias, promulgamos, sob a proteção de Deus, a seguinte CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL.”

Digo isto para constatar e afirmar que os Poderes Constituídos não são maiores que o Poder de Constituição, ou seja, o Executivo, o Legislativo e o Judiciário (e principalmente este último) não possuem o Poder de alterar os fundamentos da Constituição Material, mesmo considerando a dinamicidade dos valores que se movimentam neste núcleo. Pois, os preceitos normativos da Constituição Formal, naquilo que se constitui Cláusula Pétrea, são imutáveis e somente um novo Poder Constituinte os pode alterar ou revogar [tratam-se de limitações material e formal do poder constituinte derivado] e que são cadenciados na sua evolução histórica por um conjunto de valores morais da sociedade, que se traduzem do governo moral resultante da lei [fator distinto do governo físico, com uso da força de coerção, que também resulta da lei].

Portanto, nem mesmo a interpretação [como vicissitude constitucional] conforme a Constituição, por ato de concreção confiado a Corte Constitucional, detentora do monopólio de última palavra quanto a constitucionalidade das leis e atos normativos, pode sobrepor à Constituição Material, para lhe modificar o sentido ou o conteúdo, emprestando a determinada norma um parcial contorno de constitucionalidade/inconstitucionalidade.

Cabe aqui ressaltar que o Poder é exercido conforme a Constituição [portanto Constituição Formal possui a primazia da normatividade ordenada], não podendo ser sobreposta na sua normatividade pela vontade/decisão de órgãos que exercem algum tipo de poder dela derivado, ou, em outras linhas, como constatado por Luis Alberto Warat: somente existe uma norma cogente sobrepairando acima da Constituição, a de que todos devem obedecer a Constituição.

É o que expressa o parágrafo-único do art. 1º da Constituição da República, declarando: “todo poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente, nos termos desta Constituição” (grifo).

Pois bem, pré-existindo a comunidade política (o Povo) como delegante do poder constituinte e sedimentada em núcleos bases, compreendidos como família resultante da união entre um homem e uma mulher, não pode o Executivo, o Legislativo ou o Judiciário ampliar o leque de proteção constitucional da Família Constitucional, para incluir neste conceito positivo outro tipo de coabitação, contrário senso daquilo que se sedimentou e evoluiu como comportamento natural na sociedade.

É que a Família no Sistema Constitucional brasileiro alberga apenas os tipos elementares dispostos no art. Art. 226, da Constituição Federal, para efeito de especial proteção do Estado como antes exigido pela Declaração Universal pactuada, in verbis:

Art. A família, base da sociedade, tem especial proteção do Estado.

§ 1º – O casamento é civil e gratuita a celebração.

§ 2º – O casamento religioso tem efeito civil, nos termos da lei.

§ 3º – Para efeito da proteção do Estado, é reconhecida a união estável entre o homem e a mulher como entidade familiar, devendo a lei facilitar sua conversão em casamento.

§ 4º – Entende-se, também, como entidade familiar a comunidade formada por qualquer dos pais e seus descendentes.

§ 5º – Os direitos e deveres referentes à sociedade conjugal são exercidos igualmente pelo homem e pela mulher.

§ 6º – O casamento civil pode ser dissolvido pelo divórcio, após prévia separação judicial por mais de um ano nos casos expressos em lei, ou comprovada separação de fato por mais de dois anos.

§ 6º O casamento civil pode ser dissolvido pelo divórcio. (Redação dada Pela Emenda Constitucional nº 66, de 2010)

§ 7º – Fundado nos princípios da dignidade da pessoa humana e da paternidade responsável, o planejamento familiar é livre decisão do casal, competindo ao Estado propiciar recursos educacionais e científicos para o exercício desse direito, vedada qualquer forma coercitiva por parte de instituições oficiais ou privadas.

§ 8º – O Estado assegurará a assistência à família na pessoa de cada um dos que a integram, criando mecanismos para coibir a violência no âmbito de suas relações. (grifos)

Aliás, este dispositivo não é norma “isolada no contexto da Constituição” Material e Formal brasileira, pois encontra seu fundamento nos antecedentes artigos nucleares da Constituição, encontradiços no cerne fundamental da Carta Política.

Primeiramente no que se condensa dos valores dispostos no preâmbulo e em seguida no disposto nos incs. II e III, do art. 1º e no disposto no inc. II do art. 4º da Constituição da República.

O inc. I, do art. 5º, ademais, define ao dispor sobre o conceito de igualdade – como não poderia deixar de ser – de modo natural e decorrente da estrutura biológica dos seres criados que os cidadãos se dividem quanto ao sexo como “homens e mulheres”, que são iguais em direitos e obrigações e mesmo considerando o sentido evolutivo deste princípio para obter dele o máximo de efetividade possível, não há como alterar substancialmente a natureza individual de cada ser para criar o chamado terceiro sexo..

A idéia de um terceiro sexo [decorrente do comportamento social ou cultural do indivíduo[3]], portanto, quando confrontada com a realidade natural e perante a Constituição Material da Sociedade (Constituição da Comunidade Política) não passa de uma ficção jurídica, incompatível com o que se encontra sistematizado no Ordenamento Jurídico Constitucional.

Os cidadãos (homens ou mulheres) de fato possuem igualdade de tratamento e não devem sofrer qualquer discriminação (seja qual for seu comportamento sexual privado, no que se constitua em prática lícita ou não incriminada por uma lei penal anterior) desde que pautado no cumprimento daquilo que é ordenado pelas Leis Constitucionais [não podendo fazer o que é proibido].

Dispondo o indivíduo da liberdade de fazer ou não fazer tudo que não lhe seja expressamente proibido, obtendo assim igualdade de tratamento na esfera de proteção jurídica do Estado [o que não pode haver é discriminação, termo este que não se reduz à proteção jurídica do Estado, devido ao poder de repressão de que é imbuída a autoridade de punir condutas ilícitas e pelo mero fato de que nem tudo que é permitido é legítimo].

A liberdade sexual (de relacionar-se com pessoa do mesmo sexo) desde que não proibida (como exemplo do que ocorre no art. 253 do Código Penal Militar, que criminaliza a sodomia e no art. 233 do Código Penal, quanto ao ato obsceno, além das diversas normas de posturas dos Municípios que regulam a permanência em locais de uso comum do povo), encontra sede apenas no âmbito da vida privada, não sendo sua exteriorização por comportamentos anticonstitucionais aptos a gerarem direitos, dignos de proteção da Constituição Formal ou Material.

Conceber um remendo ou meio termo constitucional para “nivelar” comportamentos privados, seria o mesmo que se admitir a prática em público de ato heterossexual ou mesmo de admitir que um determinado vocalista de banda de rock fizesse a exposição de seus órgãos íntimos em público, com fundamento na ordem que não discrimine padrões de condutas sexuais.

Não sendo, portanto, o relacionamento sexual entre pessoas do mesmo sexo tido sob o mesmo teto de forma contínua, duradoura e de conhecimento público, apto a gerar núcleo familiar [Família Constitucional nos termos do art. 226 da CF, bem como no núcleo base da Comunidade Política] – por lhe faltar a principal característica de sentido do relacionamento familiar, ou seja, a possibilidade de constituir prole comum, não se lhe pode ressalvar a garantia de proteção do Estado.

É este último aspecto de possibilidade da constituição de prole comum que caracteriza a Família Constitucional, o fator justificante da opção feita pela Comunidade Política (o Povo), via de seus representantes, na Assembléia Nacional Constituinte, para destacar no texto da Constituição a especial proteção dispensada a Família Monogâmica (formada por homem ou mulher) e para a Família Monoparental (formada por qualquer dos pais e seus descendentes), filhos havidos naturalmente ou por adoção.

Tal especial proteção se deve ao princípio germinal da formação do Estado que é o da sua pretensão de historicidade (continuidade de existência política), que não se realiza sem as sucessivas gerações de seus cidadãos, vivendo cada qual o seu tempo histórico.

Vista esta senda constitucional, ressalto que o ato escritural em apreciação se traduz como anotação anticonstitucional [ilegítima] em sede de Registro Público, não podendo deste ato se retirar qualquer benefício jurídico.

Ocorre que os atos notarias devem estrita observância ao princípio da legalidade em prol da segurança registral, não podendo o responsável pelo Serviço delegado pretender albergar direitos controversos, extraídos de simples declaração de vontades individuais sobre a vida privada de dois cidadãos do mesmo sexo, dando a estes algum significado de reconhecimento público ou estatal de que juntos formam núcleo familiar.

Ademais, pretendendo-se alterar o estado civil das pessoas via de reconhecimento de sociedade de fato, é certo que tais anotações somente podem ocorrer em sede de Registro Civil da pessoa natural e por ordem judicial, provinda do Juiz de Direito competente. O mero ato declaratório (perante o Registro de Títulos e Documentos) não é capaz de suprir os requisitos formais para garantia de qualquer direito de proteção constitucional dispensada à Família núcleo-base da sociedade, considerando as atribuições residuais deste tipo de registro (parágrafo-único do art. 127, da LRP).

Assim, com fundamento no art. 48 da Lei de Registros Públicos e em face do poder permanente de correição, conferido ao Juiz em geral, no disposto no art. 26, item 4, do Código de Organização Judiciária do Estado de Goiás, diante da nulidade formal e matéria do ato notarial aqui apreciado, inapto para gerar qualquer direito perante terceiros, determino o cancelamento da “Escritura Pública de Declaração de União Estável” lavrada nos termos do Livro 00337-N, ás fls. 072/073 no 4º Registro Civil e Tabelionato de Notas, devendo o Senhor Oficial cientificar os interessados.

Outrossim, oficie-se a todos os Cartórios de Registro de Títulos e Documentos, da Comarca de Goiânia e do Registro Civil para que se abstenham de proceder a qualquer escrituração de declaração de união estável entre pessoas do mesmo sexo sem que haja expressa determinação em sentença judicial de reconhecimento, proferida pelo Juiz de Direito competente.

Cumpra-se.

Goiânia, 17 de junho de 2011.

JERONYMO PEDRO VILLAS BOAS

Juiz de Direito da 1ª Vara da Fazenda Pública
Fonte: FRENTE PARLAMENTAR EVANGELICA

MOÇÃO DE LOUVOR na Integra

A Frente Parlamentar Evangélica, a Frente Parlamentar em Defesa da Família e o Fórum Evangélico Nacional de Ação Social e Política vêem tornar pública MOÇÃO DE LOUVOR E APLAUSOS ao Dr. Jerônymo Pedro Villas Boas, Juiz de Direito da 1ª Vara da Fazenda Pública Municipal e de Registros Públicos da Comarca de Goiânia, Estado de Goiás, pela independência, conhecimento, coragem e apego à nossa Constituição Federal ao prolatar sentença onde decide restaurar a ordem jurídica perturbada pelo STF que, ao reconhecer a união homoafetiva afrontou a Constituição Federal, §3º do art. 226. Entendemos que o STF invadiu competência do Congresso Nacional ao alterar a nossa Constituição sob o argumento de que a interpretou. Esse ativismo é perigoso e gera insegurança jurídica para todos.


Decidiu o Dr. Jerônymo: “..., diante da nulidade formal e matéria do ato notarial aqui apreciado, inapto para gerar qualquer direito perante terceiros, determino o cancelamento da “Escritura Pública de Declaração de União Estável”...” “Outrossim, oficie-se a todos os Cartórios de Registro de Títulos e Documentos, da Comarca de Goiânia e do Registro Civil para que se abstenham de proceder a qualquer escrituração de declaração de união estável entre pessoas do mesmo sexo...”

Conclamamos outros magistrados e tribunais do Brasil a terem postura e atitude semelhantes às exteriorizadas pelo Meritíssimo Juiz de Direito, Jerônymo Pedro Villas Boas a fim de sustarem todos e quaisquer registros que, ao arrepio da lei, reconheçam união estável entre pessoas do mesmo sexo.


Brasília, 21 de junho de 2011

Deputado João Campos
Presidente da Frente Parlamentar
Evangélica do Congresso Nacional

Sen. Magno Malta
Presidente da Frente Parlamentar
em Defesa da Família

Pr. Wilton Acosta
Presidente do Fórum Evangélico
Nacional de Ação Social e Política

Senador Magno Malta e alguns parlamentares do PT da bancada evangélica estão tentando salvar Marta Suplicy, com aprovação de um novo PLC122

Ésta nota acaba de ser lançada pela frente da família!


Presidente da Frente Parlamentar em Defesa da Família, Senador Magno Malta, almoçou com a Senadora Marta Suplicy, Senador Walter Pinheiro, Deputado Gilmar Machado, Deputada Lauriete e a Deputada Benedita da Silva, para discutir um novo texto, qual irá contemplar todos os cidadãos, na questão da homofobia. Com um resultado muito positivo e que as reuniões vão continuar.

Nota sobre Frente Parlamentar da Familia e FENASP em "Ato de Apoio ao Juiz Dr. Jeronymo Villas Boas

Para começo de conversa sou evangélico, faço parte da Videira e venho da minha opinião da seguinte forma:

Um pastor deu o seguinte esclarecimento sobre juiz "Juiz é um cidadão investido de autoridade publica com o poder de exercer a atividade jurisdicional, julgando os conflitos de interesse que são submetidas a sua apreciação"

A Constituição Brasileira em seu art. 226 diz o seguinte:

Art. 226 A Família base da sociedade, tem especial proteção do Estado
§ 3º Para efeito de proteção do estado é reconhecida a união estável ente o (homem e a mulher) como (Entidade Familiar), devendo a Lei facilitar sua conversão em casamento.

Como se pode ver o Juiz Jeronymo Villas Boas se baseou neste artigo para anular o contrato de união estável entre aqueles dois indivíduos, o que ocorre é que o STF não respeitou esse artigo, passou por cima, como se ele estivesse rasgado nossa constituição, vem a pergunta ele não julgou o conflito de interesse que foi apresentado a sua pessoa? A resposta imediata sim, ele não foi imparcial? Sim foi imparcial, tem mais ele não levou somente a constituição em consideração, ele levou em consideração também a Bíblia.

Não existe Lei ou Projeto de Lei sobre esse assunto, existe um projeto mas para derrubar a decisão do STF, que agiu em desacordo com a Constituição, mesmo que existe essa Lei seria inconstitucional por causa do art. 226 da constituição, todos nós temos o direito de protestar quando não concordamos com algo, somos evangélicos, sim somos, devemos nos misturar com a politica, sim devemos, até por que somos cidadãos temos o direito de votar e ser votado.

O Juiz é filho de Deus, como nós, é pastor da igreja assembléia, ele fez o que devia ter feito, e parabenizo a frente parlamentar da Família e a Fenasp pela moção de louvor ao magistrado, também é abominação homem dormir com homem como se fosse mulher e mulher com mulher também, a Bíblia condena irmãos.

O que aconteceu é que o STF fez julgou baseado em uma ação de homossexuais procedente a união homoafetiva, mas essa decisão deveria ter sido derrubada pelo Congresso. ACORDA PODER LEGISLATIVO, DERRUBEM ESSA DECISÃO LOGO ANTES QUE SEJA TARDE DEMAIS. Como exemplo: Se vim uma questão para mim decidir, é logico que vou ter que dar minha opinião, não posso passar para outro decidir em meu lugar ai vou está sendo omisso e hipócrita.

Ele não estava querendo ser Jesus Cristo coisa nenhuma, ele está sendo ético em sua decisão, não incendiou odio coisa nenhuma, foi imparcial como juiz, foi democrático, ele tem o dever de questionar sim, quer o STF ache bom ou não.

Ele é um represente de Deus sim, tem mais quem deve está do lado do inimigo é o STF.

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Frente Parlamentar da Família e FENASP em "Ato de apoio ao Juiz Dr. Jerônymo Villas Boas"

Dr. Jeronymo Villas Boas recebe apoio do Fenasp e Das Frentes Evangélica e da família por sua coragem na defesa da Constituição

“A Frente Parlamentar Evangélica, a Frente Parlamentar em Defesa da Família e o Fórum Evangélico Nacional de Ação Social e Política veem tornar pública MOÇÃO DE LOUVOR E APLAUSOS ao Dr. Jerônymo Pedro Villas Boas, Juiz de Direito da 1ª Vara da Fazenda Pública Municipal e de Registros Públicos da Comarca de Goiânia, Estado de Goiás, pela independência, conhecimento, coragem e apego à nossa Constituição Federal ao prolatar sentença onde decide restaurar a ordem jurídica perturbada pelo STF que, ao reconhecer a união homoafetiva afrontou a Constituição Federal, §3º do art. 226. Entendemos que o STF invadiu competência do Congresso Nacional ao alterar a nossa Constituição sob o argumento de que a interpretou. Esse ativismo é perigoso e gera insegurança jurídica para todos.

Decidiu o Dr. Jerônymo: “..., diante da nulidade formal e matéria do ato notarial aqui apreciado, inapto para gerar qualquer direito perante terceiros, determino o cancelamento da “Escritura Pública de Declaração de União Estável”, “Outrossim, oficie-se a todos os Cartórios de Registro de Títulos e Documentos, da Comarca de Goiânia e do Registro Civil para que se abstenham de proceder a qualquer escrituração de declaração de união estável entre pessoas do mesmo sexo...”.

Conclamamos outros magistrados e tribunais do Brasil a terem postura e atitude semelhantes às exteriorizadas pelo Meritíssimo Juiz de Direito, Jerônymo Pedro Villas Boas a fim de sustarem todos e quaisquer registros que, ao arrepio da lei, reconheçam união estável entre pessoas do mesmo sexo”.

Esta é a íntegra do texto preparado pelo Fenasp em ação conjunta com os parlamentares das Frentes Evangélica e da Família, lida pelo deputado federal João Campos, PSDB de Goiás, ao saudar o juiz no Plenário 1 da Câmara dos Deputados na manhã desta quarta-feira, 22.

Parlamentares católicos e evangélicos, bem como representantes de Conselhos de pastores e representantes do movimento Provida, da igreja Católica receberam o Dr. Villas Boas que recentemente invalidou o registro de uma união homo afetiva em Goiânia. O magistrado cancelou o registro do casamento porque havia falhas processuais, já que os ritos exigidos para casais heterossexuais não foram cumpridos, “Para se estabelecer um casamento com a definição do regime jurídico, é preciso cumprir os ritos. O casal não o fez e o contrato não era apenas uma declaração de união, mas um casamento" justificou.

Villas Boas defende seu entendimento e afirma que a decisão do STF é inconstitucional e que a modificação na Constituição para permitir a união de homo afetivos tem de ser feita pelo Congresso. O magistrado faz questão de salientar que não está enfrentando o STF, mas apenas seguindo suas convicções e aplicando a lei como está escrita, "os ministros interpretaram a lei, mas não sou obrigado a aplicar o que eles dizem, e sim o que está formalmente na lei", declarou.

Os deputados Anthony Garotinho, Roberto de Lucena, João Campos, Wilton Acosta, presidente do Fenasp, entre outros estiveram presentes e manifestaram seu apreço e admiração pela atitude de Villas Boas pela coragem em defesa da Constituição Brasileira. O senador Magno Malta esteve com o magistrado antes da reunião e deputados que não puderam comparecer enviaram representantes para reiterar total apoio a Villas Boas.

Cynthia Ferreira
Extraído de: www.fenasp.com

Bolsonaro é absolvido no Conselho de Ética da Câmara



Maioria absolveu Bolsonaro das acusações de quebra de decoro
O deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) foi absolvido pela maioria dos parlamentares, no Conselho de Ética da Câmara, da acusação de quebra de decoro parlamentar.

O Conselho analisou o parecer do relator nesta quarta-feira. Dez deputados votaram contra o relator, que aceitou a denúncia por racismo e homofobia, e sete votaram a favor. Houve também cinco ausências na votação.

Bolsonaro foi acusado de quebra de decoro por declarações consideradas racistas e homofóbicas, no programa de TV “CQC”, e por ter ofendido a senadora Marinor Brito, de acordo com representação do PSOL.

Fonte: Pop

terça-feira, 28 de junho de 2011

Nota sobre: Primeiro casamento civil gay do Brasil acontece hoje em Jacareí (SP)

Todos sabemos que casamento de fato é somente entre homem e mulher, o que eles estão nada mais é do que um contrato de união estável, o estado pode até reconhecer esse tal casamento, mas a Bíblia abomina, condena, o que estão fazendo é contra a Lei de Deus, estão fazendo pelas leis dos homens, mas a lei que tem maior peso é a de Deus, como será que vai ser essa lua de meu? quem vai fazer o papel de mulher? será que vão ter relações?.

A igreja tem que combater em todos os sentidos essa pouca vergonha que está acontecendo em nosso país, um pais que está deixando de lado a moral, a ética e os princípios familiares.

Para se constituírem família tem que se unir um homem e uma mulher, para casarem e ter filhos, isso é uma família, agora dois marmanjos e duas marmanjas juntos se beijando e tendo relações ai é de embrulhar o estomago.

Resumindo, mais uma vez os juízes covardes por medo do STF afrontam a constituição brasileira, convertendo a união estável em casamento civil.

ABAIXO O DESRESPEITO A CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA
ABAIXO A DESOBEDIÊNCIA DA LEI DE DEUS
POR QUE A LEI MAIOR É A DE DEUS

Primeiro casamento civil gay do Brasil acontece hoje em Jacareí (SP)

O comerciante Luiz André Rezende Moresi e o cabeleireiro José Sergio Sousa vão registrar o primeiro casamento civil gay do Brasil

Corregedora do TJ cassa decisão de juiz que anulou união em Goiás
Casal que teve união gay cancelada participa de casamento coletivo no Rio
Veja imagens da cerimônia de casamento coletivo homoafetivo no Rio
Pela primeira vez no Brasil um casal de homossexuais trocará alianças. A cerimônia inédita está programada para acontecer às 10h30 desta terça-feira (28), no 1º Cartório de Registro Civil de Jacareí (a 83 km de São Paulo), onde será assinada e entregue a primeira certidão de casamento civil emitida no país a um casal homossexual.

Na ocasião, o comerciante Luiz André Rezende Moresi, 36, e o cabeleireiro José Sergio Sousa, 29, serão oficialmente declarados casados e constituídos em uma nova família. Convidados, familiares e amigos ligados a ONG Revida, organização não governamental da luta contra a homofobia e responsável por organizar a Parada do Orgulho Gay de Jacareí, a qual o casal comanda e trabalha, devem marcar presença em frente ao cartório para comemorar a conquista dos noivos.

“Não vamos fazer nenhuma recepção, mas vamos festejar no cartório após recebermos o documento e estamos pensando em almoçar em algum restaurante, uma programação básica. Mas vamos celebrar quando completarmos 10 anos de união com uma superfesta”, disse Luiz André.

Agora, o casal terá a certidão de casamento com adoção de sobrenome de ambos e mudança do estado civil de solteiros para casados. O primeiro casamento gay do Brasil ocorre depois de quase dois meses depois de o STF (Superior Tribunal Federal) ter reconhecido a união estável entre casais do mesmo sexo e na data em que é comemorado o Dia Mundial do Orgulho LGBT.

Autorização

A conversão para casamento civil foi autorizada pelo juiz da 2ª Vara da Família de Jacareí, Fernando Henrique Pinto, baseada no artigo 226 da Constituição Federal, que autoriza a mudança de união estável em casamento, medida que agora também pode ser aplicada após o STF ter equiparado a união estável homossexual a uma entidade familiar, passando a ter os mesmos direitos que um casal heterossexual. O Ministério Público também deu o parecer favorável.

O casal registrou a união estável no dia 17 de maio, um dia depois de o STF ter reconhecido os mesmos direitos dos casais heterossexuais e 14 dias após darem entrada no pedido de conversão no cartório de registro civil.

Fonte: Rodrigo Machado
Uol

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Nota sobre a matéria: Marta quer Mudar nome do PLC 122/2006

A Senadora Marta acha que somos besta, acha que o simples mudar de nome ou numero vai alterar alguma coisa. Não vai alterar em nada, nem ela fazendo mil modificações esse projeto deve ser votado, esse projeto deve ser arquivado para sempre.

Não é mudar um simples nome ou numero ou ainda fazer algumas concessões que o referido projeto tem que ser aprovado, estamos de olho, não é por pressão da minoria, encabeçada pelo ex-bbb Jean Willys que se deve ser aprovado, e qualquer tentativa de votação deve ser barrada.

A Senadora Marta se esqueceu que para ela ser eleita precisou de votos dos heterossexuais, sendo que se não fosse esses votos talvez não teria sido eleita como foi.

Esse projeto fere a constituição federal, pode mudar de nome 500 vezes que o mesmo será rejeitado, para esse projeto só existe uma saída, o seu arquivamento, bem como o cancelamento pra valer do KIT Gay.

A Sociedade está de olho.

Nota sobre a Marcha pra Jesus

Devido aos recentes ataques feitos pelas midias de ponta, devido ter um projeto que afronta a familia brasileira, a constituição, o cidadão brasileiro e nós evangelicos que também somos cidadãos deste país, venho aqui expressar minha opinião sobre a Marcha para Jesus:

1º Temos o direito e o dever de organizar uma marcha com tamanha grandeza para levar o nome de Jesus ao maior numero de pessoas possiveis, esse ano teve cerca de cinco milhões de pessoas nas ruas de São Paulo.

2º O Pastor Silas Malafaia agiu certo em descer o cacete nessa midia sençacionalista , parcial, que tenta de todas as formas denegrir, agredir e humilhar nós como evangelicos, eles querem que permanecemos calados, sem fazer movimento nenhum, na Marcha pra Jesus, a cobertura foi irrisória, algumas vezes nos tachando de preconceituosos.

Hoje no Bom Dia Brasil, teve Globo, passou uma cobertura grande a respeito da parada Gay, inclusive com entrevista, nesta entrevista um dos integrantes do movimento realatou que eles não querer mudar as pessoas para ser homossexuais, agora pergunto, como não? e o Kit Gay o que é? nada mais é do que uma lavagem celebral nas crianças e assim sendo formar uma sociedade sodomita.

3º A Marcha pra Jesus está crecendo a cada ano, um movimento solido, com base familiar, sem confusão, em que todos vão por um objetivo, adorar a Deus, pregar o evangelho, comemorar, festejar, alem do mais os evangelicos também tem o direito de se divertir, tem o direito de fazer suas reividicações, também tem o direito de fazer suas manifestações.

4º A Marcha pra Jesus aproxima as pessoas em torno do evangelho, encurta distancias entre os familiares, pois vem caravanas de todos os lugares para participar do evento, a marcha é uma programação familiar, onde todos podem participar com alegria, desde o mais novo até o mais velho, todos juntos louvando e orando por esse imenso Brasil, conhecem mais através da palavra e de louvores o nosso Deus vivo.

Conclusão: Querer comparar a Marcha para Jesus com a parada gay é o mesmo que comparar um elefante com uma formiga, ou seja não se pode comparar até por que a Marcha pra Jesus presa pelos princípios familiares.

foi na Marcha para Jesus onde o pastor Silas falou que na constituição reconhece como união afetiva no artigo 226 entre homem e mulher. o o que diz o artigo: Art. 226: A família é a base da sociedade, tem especial proteção do Estado.

§ 3º Para efeito de proteção do Estado, é reconhecida a união estável ente o homem e a mulher, como entidade familiar, devendo a lei facilitar suas conversão em casamento.

No art. 2º da Constituição diz: São poderes da União, independentes e harmônicos entre si, o Legislativo, o Executivo e o Judiciário.

As atribuições de cada um

Legislativo - Vem de legislar, criar leis e fiscalizar
Executivo - Vem de Executar, é ele que tem o poder de por as Leis em Pratica
Judiciário - É o que julga se as coisas estão de acordo com a Lei.

Por tanto o poder Judiciário STF, invadiu as atribuições do poder Legislativo, então o pastor Silas tem todo direito de reclamar, e não só ele não, todos temos direito de reclamar, de soltarmos nossa voz contra essa injustiça, sendo assim a Marcha para Jesus foi um sucesso e cumpriu seu papel.

domingo, 26 de junho de 2011

Marta Suplicy quer mudar nome do projeto que criminaliza homofobia


Foto: Anderson Barbosa/Fotoarena/AE
Senadora Marta Suplicy durante a Parada Gay de São Paulo

A senadora Marta Suplicy disse neste domingo, antes do início da Parada do Orgulho Gay em São Paulo, que algumas mudanças devem ser feitas no Projeto de Lei 122, que criminaliza a homofobia. Segundo ela, a ideia é repensar o nome do projeto para fazer com que seu conteúdo seja aprovado.

“Estou tentando fazer um acerto para que não tenhamos tantos opositores [ao projeto], mesmo que isso acarrete em algumas mudanças que não são boas. Estamos pensando em como fazer passar o conteúdo do [PL] 122, sem o [número] 122”, disse.

Segundo a senadora, a mudança do nome ajudaria a tirar a “imagem demonizada” que foi associada ao projeto.

"O nome ficou muito complicado de se aprovar, o que, no conteúdo, não é mais complicado. Temos um conteúdo mais ou menos acordado. O que está difícil de acordar é o que fazemos com esse número, porque demonizaram tanto que eles não sabem o que fazer agora para dizer que o demônio não é mais demônio”, declarou Marta Suplicy, referindo-se aos opositores do projeto.

No conteúdo, a senadora explicou que a principal mudança prevista será no texto do Artigo 20 do PL. “Antes era bem complexo. Conseguimos um meio termo”, disse.

A senadora também comentou a demora na tramitação da matéria no Congresso nacional. “Se formos pensar, foram 16 anos para se ter no país uma possibilidade real de cidadania para a comunidade LGBT [referindo-se à aprovação no Supremo Tribunal Federal do casamento entre pessoas do mesmo sexo]. E não foi o Congresso Nacional que aprovou. O Congresso Nacional, nesses 16 anos, se apequenou, se acovardou e não fez nada em relação à comunidade LGBT”, declarou a senadora.

Para que o projeto seja aprovado, ela acredita que a luta não deve se concentrar na tentativa de convencer a bancada religiosa a mudar suas convicções, mas em atrair uma parte do Congresso Nacional que ainda não se manifestou sobre o PL 122. “É essa parcela do Congresso Nacional que tem que ser conquistada”.

A aprovação do projeto de lei é o principal tema da 15ª Parada do Orgulho LGBT que ocorreu neste domingo na Avenida Paulista, em São Paulo.

fonte: e-band

Marcha para Jesus atrai 5 milhões de pessoas e incomoda críticos

Julio Severo

A 19ª edição da Marcha para Jesus, uma das maiores manifestações religiosas do mundo, se transformou num ato contra o PLC 122, contra a legalização da maconha e contra as afrontas cometidas pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
O evento, que ocorreu em 23 de junho de 2011 na cidade de São Paulo, reuniu mais de 5 milhões de pessoas e enfureceu a esquerda radical.

“Ranço um tanto raivoso” dos evangélicos?

Cuspindo fogo e enxofre, Gilberto Dimenstein, da Folha de S. Paulo, se queixa de que a Marcha para Jesus “tem um ranço um tanto raivoso”, enquanto que a parada gay “usa alegria para falar e se manifestar” — como se atos sexuais obscenos e uso de drogas, tão comuns nesses eventos gays, representassem a verdadeira alegria, e como se ninguém mais tivesse direito de se manifestar contra os abusos do STF, sob risco de levar o rótulo de ter “um ranço um tanto raivoso”.

Esse “ranço um tanto raivoso” foi muito bem mostrado pela mídia esquerdista, que não poupou nenhuma crítica à Marcha para Jesus. O noticiário Último Segundo destacou que participaram da Marcha para Jesus Marcelo Crivella (PRB-RJ), ligado à Igreja Universal do Reino de Deus, e o Pr. Silas Malafaia, que foi tachado de “radical” por ter dito: “O STF rasgou a Constituição que, no artigo 226, parágrafo 3º, diz claramente que união estável é entre um homem do sexo masculino e uma mulher do sexo feminino. União homossexual uma vírgula… Amanhã se alguém quiser fazer uma marcha em favor da pedofilia, do crack ou da cocaína vai poder fazer. Nós, em nome de Deus,




Para decepção da Folha de S. Paulo e Último Segundo, 5 milhões de pessoas estavam ali para confirmar as palavras de Malafaia, que, numa coragem que raramente se vê no Brasil, afirmou: “Eles querem aprovar uma lei para dizer que a Bíblia é um livro homofóbico e botar uma mordaça em nossa boca. Se aprovarem o PL 122 no mesmo dia, na mesma hora, tudo quando é pastor vai pregar contra a prática homossexual. Quero ver onde vai ter cadeia para botar tanto pastor”.
É de admirar tanta manifestação de “ranço um tanto raivoso” contra os evangélicos por parte de uma mídia que apoia de coração o PLC 122 e todos os abusos do STF?
Escândalos financeiros da Renascer versus escândalos financeiros do PT

Finalizando sua matéria, Último Segundo tentou desqualificar a Marcha para Jesus citando questões financeiras de seu fundador: “O apóstolo Estevam Hernandes, da Igreja Renascer, organizador da marcha, reafirmou o caráter estritamente religioso do evento e disse que manifestações como as de Malafaia e Crivella são opiniões pessoais. Apesar disso, admitiu ser contra o ‘casamento gay’ e a liberação da maconha. Questionado por um repórter sobre o qual fator pesa mais na desagregação da família, o homossexualismo ou o crime de evasão de divisas, pelo qual foi condenado a pena de 140 dias de prisão nos EUA, o apóstolo mudou de assunto”.
O problema de Hernandes é o mesmo do Bispo Macedo, que lidera uma denominação que é alvo de frequentes manchetes internacionais de corrupção e lavagem de dinheiro.

Por que Macedo e Hernandes e suas denominações lidam com o dinheiro de um modo que os expõe a escândalos? Com certeza, eles percebem o óbvio: o que o governo tira de impostos é muito mais do que o justo. E tentam proteger seu dinheiro com esquemas para desviá-lo da ganância estatal.

Macedo e Hernandes bem que poderiam dar atenção ao exemplo de Tiradentes, que se revoltou contra o governo português pela cobrança abusiva de 20 por cento de impostos sobre os cidadãos do Brasil. Superando em muito a ganância do governo português, o atual governo brasileiro cobra quase 40 por cento de impostos, e só isso já deveria ser inspiração suficiente para motivar todos os pastores do Brasil a proclamarem jejuns, orações e ações contra esse roubo descarado. Mas em vez de orientar suas denominações e pastores a denunciarem esse imenso roubo estatal contra o Brasil, Macedo e Hernandes preferem apoiar o governo que rouba e recorrer a meios ilegais (pelos padrões do insaciável tubarão brasileiro do imposto de renda) para proteger suas próprias riquezas.

Contudo, não é por esse motivo que a Folha de S. Paulo, Último Segundo e outros jornais esquerdistas estão manifestando seu “ranço um tanto raivoso”. Se eles se importassem com lavagem de dinheiro e evasão de divisas, eles dariam a Lula e ao PT o mesmo tratamento de desprezo que dão aos evangélicos. Em matéria de roubo e lavagem de dinheiro, ninguém no Brasil supera o PT e outros partidos socialistas.
De longe, o maior problema é apoio ao PT

O maior problema de Estevam Hernandes foi ter dado para Marta Suplicy na Marcha para Jesus de 2008 espaço para ela falar. Suplicy, que é a relatora atual do PLC 122, tem o total apoio da Folha de S. Paulo, Último Segundo e outros jornais esquerdistas e já teve oportunidade até de falar do púlpito da Igreja Renascer em época de eleição.
De maneira paradoxal, Silas Malafaia e a multidão de evangélicos da atual Marcha para Jesus estavam então denunciando ameaças semeadas até mesmo em Marchas para Jesus anteriores, onde Marta Suplicy foi uma das estrelas do show.
Mas não é por causa de Suplicy no evento que a Folha de S. Paulo, Último Segundo e outros jornais esquerdistas criticam a Marcha para Jesus. Aliás, até protestantes estão fazendo isso. O tabloide sensacionalista Genizah, com seu habitual radicalismo de esquerda, atacou a Marcha para Jesus a partir de uma perspectiva como se ser calvinista fosse a maior das virtudes e ser neopentecostal fosse a pior. Seguindo essa linha, o Pr. Renato Vargens, outro calvinista, igualmente atacou a Marcha para Jesus.
Ranços doutrinários versus ranços ideológicos

Independente dos erros dos neopentecostais, o Pr. Silas Malafaia e a Marcha para Jesus deste ano cumpriram um papel vital denunciando o PLC 122 e o STF — tendo sido, de longe, a maior manifestação cristã no Brasil contra essas ameaças. Cumpriram um papel que nem o Genizah nem Vargens ousaram cumprir. Por isso, a mídia esquerdista está furiosa. Por isso, os invejosos estão ladrando.
Se o grande problema é o fato de que o casal Hernandes apoiou Suplicy, esse não é um pecado de monopólio exclusivo da neopentecostal Renascer. Aliás, quase todas as igrejas têm culpa no cartório nessa questão, inclusive as calvinistas. Em 2002, Guilherminho Cunha, presidente do Supremo Concílio da Igreja Presbiteriana do Brasil, deu seu apoio a Lula para presidente.
Seja como for, tanto o Genizah quanto Vargens deram apoio no passado ao Rio de Paz, um movimento esquerdista, fundado por um pastor presbiteriano, cujo objetivo é o desarmamento da população civil, que foi um dos principais pilares da União Soviética e da Alemanha nazista. Nunca se subjuga um povo sem antes desarmá-lo. Como um cristão pode se prestar a esse tipo de serviço ideológico é um mistério, assim como é um mistério o motivo por que, sob o canto da sereia caiofabiana vários anos atrás, líderes de praticamente todas as grandes denominações evangélicas do Brasil entregaram suas almas no altar eleitoral de Lula e do PT.
Precisamos agora aprender com os erros passados, embora no meu caso eu tivesse aprendido com os erros dos outros, pois nunca votei no PT.
Precisamos parar de levantar acusações contra questões menores, enquanto ameaças imensas estão prontas para nos tragar, com a ajuda de uma mídia que nos odeia. Não podemos deixar “ranços doutrinários raivosos” criarem divisões neste momento em que governo, mídia e ativismo gay estão unidos num “ranço ideológico raivoso” contra nós.
Gilberto Dimenstein, da Folha de S. Paulo, que atribuiu um “ranço raivoso” aos evangélicos, também disse: “Por trás da parada gay, não há esquemas políticos nem partidários”. Se eu levar a sério essa declaração, terei então de supor que as imensas verbas para os grupos gays não estão vindo do governo, mas da Branca de Neve e os Sete Anões!
Dimenstein também disse: “Na parada evangélica há uma relação que mistura religião com eleições, basta ver o número de políticos no desfile em posição de liderança”. Sim, reconheço que ele está certo. Crivella é grande aliado de Lula, Dilma e do PT. O casal Hernandes se mostrou fiel a Lula e Marta Suplicy. E o próprio Malafaia cometeu seus pecados, apoiando duas vezes Lula para a presidência e na primeira vez o nefasto Sérgio Cabral para governador do Rio. E Dimenstein e a Folha de S. Paulo são fiéis àqueles que fielmente patrocinam seu jornalismo “objetivo, justo e imparcial”. Por pura coincidência, o maior patrocinador desse tipo de jornalismo é o próprio governo petista.
Se Dimenstein e a Folha de S. Paulo não tivessem essas ligações, poderiam de fato atirar a primeira pedra. Mas, como estão envolvidos até o pescoço, só podem lançar acusações preconceituosas e ladrar.
Em vez de ver o “ranço raivoso” que o STF, o movimento ideológico homossexual e o governo federal estão demonstrando sistematicamente contra a família e os bons costumes, Dimenstein prefere enxergar esse ranço entre os evangélicos.
Escritores católicos dão apoio à Marcha para Jesus

Entretanto, não é preciso ser evangélico para apoiar o bem que a Marcha para Jesus está fazendo. Até Reinaldo Azevedo e Nivaldo Cordeiro, que são católicos, estão dando todo apoio. Aliás, Nivaldo, que é colunista colega meu no site noticioso Mídia Sem Máscara, deu uma opinião positiva da Marcha para Jesus neste vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=Lk33GVIutic
Portanto, em vez de criticarmos a Marcha para Jesus, denunciemos o apoio de protestantes, pentecostais e neopentecostais ao PT e ao socialismo. Esse, de longe, é um problema muito maior do que picuinhas doutrinárias.

O que estamos esperando? Se queremos fazer uma diferença saudável, denunciemos todo apoio evangélico ao PT e ao socialismo. Atacar a Marcha para Jesus, num momento crítico como esse, é suicídio e ser cúmplice das hostes satânicas enfurecidas com as manifestações do testemunho cristão na sociedade.

Fonte: www.juliosevero.com

sábado, 25 de junho de 2011

Nota sobre a matéria: Em torno da causa gay

Depois de tantas pressões que vem de todos os lados bombardeando as midias tendenciosas, começamos a ver que algumas agora estão começando a mostrar a verdade, atribuir qualquer assinato de pessoas homossexuais, e simples, mas saber o real motivo que levou a esses assassinatos é outra historia, por que a ong da Bahia não mostra os motivos, será que foi só por discriminação?

Como o Jornalista Ruy Fabiano Relata, se for levar em consideração isso, então teríamos muitos assassinatos heterossexuais veja o trecho que ele afirma isso, Ruy Fabiano " A premissa não se sustenta estatisticamente. Os números, comparativamente aos casos gerais de homicídios anuais no país – cerca de 50 mil! —, são irrelevantes. Segundo o Grupo Gay da Bahia, de 1980 a 2009, foram documentados 3.196 homicídios de homossexuais no Brasil, média de 110 por ano. Mais: não se sabe se essas pessoas foram mortas por essa razão específica ou se o crime se deu entre elas próprias, por razões passionais, ou pelas razões gerais que vitimam os outros 49 mil e tantos infelizes, vítimas do surto de insegurança que abala há décadas o país. Se a lógica for a dos números, então o que há é o contrário: um surto de heterofobia, já que a quase totalidade dos assassinatos se dá contra pessoas de conduta hétero".

Sendo assim senhores, concordo com o Senhor Ruy Fabiano, do Blog do Noblat, mas ainda há muito a se esclarecer, como por exemplo. Quanto o governo federal investe na parada gay?, quantos que o governo gastou com o KIT Gay?, Por que a mídia secular sempre diminui o numero de evangélicos presentes nos eventos organizados por esse grupo?, por que aumenta o números de pessoas que participam da Parada Gay? O que leva o STF a invadir o espaço do legislativo?, sendo que a prerrogativa que eles usaram não são a deles mas sim a do Congresso Nacional, que é a de legislar.
Por que querem aprovar um projeto que tira nossa liberdade de expressão e vai contra a Constituuição Federal?

Ficam essas perguntas no Ar.

Em torno da causa gay

Jornalista Ruy Fabiano

Toda a campanha em favor da causa gay, e que orienta a aprovação do projeto de lei 122, em tramitação no Senado, parte de uma mesma premissa: haveria, no Brasil, um surto de homofobia — isto é, hostilidade e ameaça física aos gays.

A premissa não se sustenta estatisticamente. Os números, comparativamente aos casos gerais de homicídios anuais no país – cerca de 50 mil! —, são irrelevantes.
Segundo o Grupo Gay da Bahia, de 1980 a 2009, foram documentados 3.196 homicídios de homossexuais no Brasil, média de 110 por ano.

Mais: não se sabe se essas pessoas foram mortas por essa razão específica ou se o crime se deu entre elas próprias, por razões passionais, ou pelas razões gerais que vitimam os outros 49 mil e tantos infelizes, vítimas do surto de insegurança que abala há décadas o país.

Se a lógica for a dos números, então o que há é o contrário: um surto de heterofobia, já que a quase totalidade dos assassinatos se dá contra pessoas de conduta hetero.
O que se constata é que há duas coisas distintas em pauta, que se confundem propositalmente e geram toda a confusão que envolve o tema.

Uma coisa é o movimento gay, que busca criar espaço político, com suas ONGs e verbas públicas, ocupando áreas de influência, com o objetivo de obter estatuto próprio, como se opção de conduta sexual representasse uma categoria social.

Outra é o homossexualismo propriamente dito, que não acrescenta nem retira direitos de cidadania de ninguém.

Se alguém é agredido ou ameaçado, já há legislação específica para tratar do assunto, independentemente dos motivos alegados pelo agressor. Não seria, pois, necessário criar legislação própria.

Comparar essa questão com o racismo, como tem sido feito, é absolutamente impróprio. Não se escolhe a raça que se tem e ver-se privado de algum direito por essa razão, ou previamente classificado numa categoria humana inferior, é uma barbárie.

Não é o que se dá com o homossexualismo. As condutas sexuais podem, sim, ser objeto de avaliação de ordem moral e existencial, tarefa inerente, por exemplo (mas não apenas), às religiões.

Elas — e segue-as quem quer — avaliam, desde que existem, não apenas condutas sexuais (aí incluída inclusive a dos heterossexuais), mas diversas outras, que envolvem questões como usura, intemperança, promiscuidade, infidelidade, honestidade etc.

E não é um direito apenas delas continuar sua pregação em torno do comportamento moral humano, mas de todos os que, mesmo agnósticos, se ocupam do tema, que é também filosófico, político e existencial.

Assim como o indivíduo, dentro de seu livre arbítrio, tem a liberdade de opções de conduta íntima, há também o direito de que essa prática seja avaliada à luz de outros valores, sem que importe em crime ou discriminação. A filosofia faz isso há milênios.

Crime seria incitar a violência contra aqueles que são objeto dessa crítica. E isso inexiste como fenômeno social no Brasil. Ninguém discute o direito legal de o homossexual exercer sua opção. E a lei lhe garante esse direito, que é exercido amplamente.

O que não é possível é querer dar-lhe dimensão que não tem: de portador de direitos diferenciados, delírio que chega ao extremo de se cogitar da criação de cotas nas empresas, universidades e partidos políticos a quem fez tal opção de vida.

Mesmo a nomenclatura que se pretende estabelecer é falsa. A união de dois homossexuais não cria uma família, entendida esta como uma unidade social estabelecida para gerar descendência e permitir a continuidade da vida humana no planeta.
Casamento é instituição concebida para organizar socialmente, mediante estatuto próprio, com compromissos recíprocos, a geração e criação de filhos.

Como aplicá-lo a outro tipo de união que não possibilita o que está na essência do matrimônio? Que se busque então outro nome, não apenas para evitar confusões conceituais, mas até para que se permita estabelecer uma legislação que garanta direitos e estabeleça deveres específicos às partes.

Há dias, num artigo na Folha de S. Paulo, um líder de uma das muitas ONGs gays do país chegou a afirmar que a heterossexualidade não resultaria da natureza, mas de mero (e, pelo que entendi, nefasto) condicionamento cultural, que começaria já com a criança no ventre materno.

Esqueceu-se de observar que, para que haja uma criança no ventre materno, foi necessária uma relação heterossexual, sem a qual nem ele mesmo, que escrevia o artigo, existiria.

Portanto, a defesa de um direito que não está sendo contestado — a opção pelo homossexualismo — chegou ao paroxismo de questionar a normalidade (e o próprio mérito moral) da relação heterossexual, origem única e insubstituível da vida. Não há dúvida de que está em cena um capítulo psicótico da história.

Fonte: Blog do Noblat
Divulgação: www.amordacagay.blogspot.com

Jeronymo Pedro Villas Boas e a questão do casamento gay

O juiz que trabalhou visando cancelar a casamento gay em cartório de Goiânia é um pastor da Assembleia de Deus.

O magistrado veio à cidade de São Paulo, na tarde de quinta-feira, 23 de junho, acompanhado do senador Magno Malta. Ambos compareceram na Marcha Para Jesus, evento que segundo a Polícia Militar ultrapassou a marca de 1 milhão e meio de pessoas. Villas Boas recebeu apoio de parlamentares evangélicos e de lideranças evangélicas importantes... Se quiser, poderá transformar-se em mais uma eminência política a defender a família em parlamentos do Brasil. Talvez como senador, ou deputado federal, ou estadual ou vereador.

Magno Malta, criticando o Supremo Tribunal Federal bradou: "Para nós, os crentes, Supremo é Deus!" E a multidão o aplaudiu. Neste momento, o juiz Jeronymo Pedro Villas Boas estava ao lado dele.

E diante desse quadro, já surgiram até ativistas homossexuais de Portugal a me interpelar. A tal pessoa disse que o magistrado é poleiro... Esse lusitanismo é expressão que acusa uma pessoa de ser interesseira.

Eu penso diferente. É uma oportunidade que interessa. Coisa parecida, mas jamais igual.

É aquela questão de escolher a pessoa que se candidata prometendo se engajar e fazer ou votar em outra que já está engajada na causa e fazendo. Jerônymo Pedro Villas Boas mostrou que é alguém de pulso firme, e é isso que os cristãos, evangélicos e católicos, procuram.

Casamento homossexual: de que lado você está?

Essa questão passa pela interpretação da Bíblia Sagrada.

Do lado esquerdo estão aqueles que fazem interpretações liberais das Escrituras, juntos com os que detestam as Escrituras e todas as religiões. E do lado direito estão todos os que defendem sua fé e amor aos Textos Sagrados.

O cerne de tudo isso é que a Palavra de Deus criou a figura do casamento, sendo a composição dele um macho para uma fêmea. Não foram feitos casais macho com macho e fêmea com fêmea.

Esse pessoal que é contra a figura bíblica do matrimônio não conhece a Bíblia Sagrada com o grau de conhecimento que deveriam. Se eles procurassem ter ao menos alguma noção do hebraico, saberiam que a etimologia do nome Eva (hayyã), a primeira mulher, remetido ao idioma original do Antigo Testamento, é "vida" / "com vida". E o nome Adão ('ãdhãm) é "humanidade".

Ora, parece uma declaração sensacionalista, mas é verdade: a tendência do casamento que não é a união de um homem com uma mulher leva a humanidade para a morte.

E ao falar em morrer - antes que os homossexuais digam que sou homofóbico - esclareço que não estou incitando nenhuma espécie de violência. Remeto-me outra vez à etimologia bíblica: morte significa "separação" (Gênesis 2.17; Romanos 5.14). Em grego: "thanatos" , derivação de "thnḗskō", que por seguinte denota e conota tanto a morte física quanto a espiritual; representa a separação da vida (salvação) de Deus no porvir.

O casamento gay é a separação conjugal do homem com a mulher, é a separação do ser humano com Deus.

E.A.G.

Fonte: Eliseu Antonio Gomes
http://www.ubeblogs.net/
por Eliseu Antonio Gomes

O texto preconceituoso de Gilberto Dimenstein contra os evangélicos

Reinaldo Azevedo

Gilberto Dimenstein, para manter a tradição — a seu modo, é um conservador, com sua mania de jamais surpreender — , resolveu dar mais uma contribuição notável ao equívoco ao escrever hoje na Folha Online sobre a Marcha para Jesus e sobre a parada gay. Segue seu texto em vermelho. Comento em azul.

São Paulo é mais gay ou evangélica?

Sem qualquer investimento voluntário na polissemia, é um texto tolo de cabo a rabo; do título à última linha. São Paulo nem é “mais gay” nem é “mais evangélica”. Fizesse tal consideração sentido, a cidade é “mais heterossexual” e “mais católica”, porque são essas as maiorias, embora não-militantes. Ora, se a diversidade é um dos aspectos positivos da cidade, como sustenta o articulista, é irrelevante saber se a cidade é “mais isso” ou “mais aquilo”, até porque não se trata de categorias excludentes. Se número servisse para determinar o “ser” da cidade — e Dimenstein recorre ao verbo “ser” —, IBGE e Datafolha mostram que os cristãos, no Brasil, ultrapassam os 90%.

Como considero a diversidade o ponto mais interessante da cidade de São Paulo, gosto da idéia de termos, tão próximas, as paradas gay e evangélica tomando as ruas pacificamente. Tão próximas no tempo e no espaço, elas têm diferenças brutais.

Nessas poucas linhas, o articulista quer afastar a suspeita de que seja preconceituoso. Está, vamos dizer assim, preparando o bote. Vamos ver.

Os gays não querem tirar o direito dos evangélicos (nem de ninguém) de serem respeitados. Já a parada evangélica não respeita os direitos dos gays (o que, vamos reconhecer, é um direito deles). Ou seja, quer uma sociedade com menos direitos e menos diversidade.

Está tudo errado! Pra começo de conversa, que história é essa de que “é um direito” dos evangélicos “não respeitar” os direitos dos gays? Isso é uma boçalidade! Nenhum evangélico reivindica o “direito” de “desrespeitar direitos” alheios. A frase é marota porque embute uma acusação, como se evangélicos reivindicassem o “direito” de desrespeitar os outros.

Agora vamos ver quem quer tirar o direito de quem. O tal PLC 122, por exemplo, pretende retirar dos evangélicos — ou, mais amplamente, dos cristãos — o direito de expressar o que suas respectivas denominações religiosas pensam sobre a prática homossexual. Vale dizer: são os militantes gays (e não todos os gays), no que concerne aos cristãos, que “reivindicam uma sociedade com menos direitos e menos diversidade”. Quer dizer que a era da afirmação das identidades proibiria cristãos, ou evangélicos propriamente, de expressar a sua? Mas Dimenstein ainda não nos ofereceu o seu pior. Vem agora.

Os gays usam a alegria para falar e se manifestar. A parada evangélica tem um ranço um tanto raivoso, já que, em meio à sua pregação, faz ataques a diversos segmentos da sociedade. Nesse ano, um do seus focos foi o STF.

Milhões de evangélicos se reuniram ontem nas ruas e praças, e não se viu um só incidente. A manifestação me pareceu bastante alegre, porém decorosa.

Para Dimenstein, no entanto, a “alegria”, nessa falsa polarização que ele criou entre gays e evangélicos, é monopólio dos primeiros. Os segundos seriam os monopolistas do “ranço um tanto raivoso”. Ele pretende evidenciar o que diz por meio da locução conjuntiva causal “já que”, tropeçando no estilo e no fato. A marcha evangélica, diz, “faz ataques a diversos segmentos da sociedade” — neste ano, “o STF”.

O democrata Gilberto Dimenstein acredita que protestar contra uma decisão da Justiça é prova de ranço e intolerância, entenderam? Os verdadeiros democratas sempre se contentam com a ordem legal como ela é. Sendo assim, por que os gays estariam, então, empenhados em mudá-la? No fim das contas, para o articulista, os gays são naturalmente progressistas, e tudo o que fizerem, pois, resulta em avanço; e os evangélicos são naturalmente reacionários, e tudo o que fizerem, pois, resulta em atraso.

Que nome isso tem? PRECONCEITO!

Por trás da parada gay, não há esquemas políticos nem partidários.

Bem, chego a duvidar que Gilberto Dimenstein estivesse sóbrio quando escreveu essa coluna. Não há?

Na parada evangélica há uma relação que mistura religião com eleições, basta ver o número de políticos no desfile em posição de liderança.

Em qualquer país do mundo democrático, questões religiosas e morais se misturam ao debate eleitoral, e isso é parte do processo. Políticos também desfilam nas paradas gays, como todo mundo sabe.

Isso para não falar de muitos personagens que, se não têm contas a acertar com Deus, certamente têm com a Justiça dos mortais, acusados de fraudes financeiras.

Todos sabem que o PT é o grande incentivador dos movimentos gays. Como é notório, trata-se de um partido acima de qualquer suspeita, jamais envolvido em falcatruas, que pauta a sua atuação pelo mais rigoroso respeito às leis, aos bons costumes e à verdade.

Nada contra –muito pelo contrário– o direito dos evangélicos terem seu direito de se manifestarem. Mas prefiro a alegria dos gays que querem que todos sejam alegres. Inclusive os evangélicos.

Gilberto Dimenstein precisa estudar o emprego do infinitivo flexionado. A inculta e bela virou uma sepultura destroçada no trecho acima.

Mas é pior o que ele diz do que a forma como diz. Que história é essa de “nada contra”? Sim, ele escreve um texto contra o direito de manifestação dos evangélicos. O fato de ele negar que o faça não muda a natureza do seu texto. Ora, vejam como os militantes gays são bonzinhos — querem que todos sejam alegres —, e os evangélicos são maus: pretendem tolher a livre manifestação do outro.

SÓ QUE HÁ UMA DIFERENÇA QUE A ESTUPIDEZ DO TEXTO DE DIMENSTEIN NÃO CONSIDERA: SÃO OS MILITANTES GAYS QUE QUEREM MANDAR OS EVANGÉLICOS PARA A CADEIA, NÃO O CONTRÁRIO. São os movimentos gays que querem rasgar o Artigo 5º da Constituição, não os evangélicos.

Civilidade é a diversidade. São Paulo, portanto, é mais gay do que evangélica.

Hein??? A conclusão, obviamente, não faz o menor sentido nem decorre da argumentação. Aquele “portanto” dá a entender que o autor demonstrou uma tese. Bem, por que a conclusão de um texto sem sentido faria sentido? Termina tão burro e falacioso como começou.

Fonte: Reinaldo Azevedo
Divulgação: http://www.amordacagay.blogspot.com

quinta-feira, 23 de junho de 2011

“Juiz é evangélico”

Com essa manchete, O Globo, vergonhosamente, tenta desqualificar a decisão do juiz Jeronymo Pedro Villas Boas, que anulou a união civil selada por um casal homossexual em Goiânia. A matéria enfatiza ainda, no primeiro parágrafo, que Villas Boas é “religioso e frequenta cultos evangélicos pelo menos duas vezes por semana”, como se isso tivesse alguma influência quando se trata de obedecer ou não o que diz a Constituição.


De mais a mais, qual é o problema dos evangélicos não apoiarem as uniões entre gays? E dos católicos? E dos judeus, alguém já perguntou a posição deles? Se eles têm todo o direito de professar suas religiões, conforme a Constituição e, desde que, não a contrariem, têm, portanto, o direito de manifestar suas convicções em palavras e atos, não cabendo censura alguma a essas manifestações.


Quando um bom juiz, religioso, interpreta corretamente a lei dos homens e essa interpretação coincide com a lei do seu Deus é apenas um acaso, feliz para ele. E Villas Boas é um homem com influência entre os colegas e cujo currículo não dá margem a dúvidas. Além de vice-presidente Institucional da AMB desde dezembro do ano passado, ele é diretor de assuntos institucionais da Associação dos Magistrados do Estado de Goiás (Asmego). Antes de assumir a 1ª Vara da Fazenda Pública Municipal de Goiânia, o magistrado atuou na Vara da Família e também na Auditoria Militar.


“O juiz não pode ter sua liberdade de decidir escravizada. Existe uma coisa que se chama independência do juiz. A desembargadora está, no meu ponto de vista, equivocada. Juiz nenhum pode ser censurado ou processado por uma deliberação fundamentada. Quem viveu em tempos de autoritarismo sabe quanto vale a liberdade. Eu atesto que não é nada bom viver em regimes autoritários.”


Nelson Calandra, presidente da AMB, sobre a esdrúxula e previsível decisão da desembargadora Beatriz Figueiredo Franco, do Tribunal de Justiça de Goiás, anulando a decisão do juiz Jeronymo Pedro Villas Boas.

Fonte: Luiz Lehman.
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quarta-feira, 22 de junho de 2011

Juiz que anulou união homoafetiva diz que não há problema em manifestar sua crença

BRASÍLIA - O juiz da 1ª Vara da Fazenda Pública de Goiânia, Jeronymo Pedro Villas Boas, que anulou uma união homoafetiva , participou nesta quarta-feira de um ato da bancada evangélica na Câmara dos Deputados. No evento, ele confessou que é pastor da Assembleia de Deus e disse que não há problema em manifestar sua crença e que o Estado não pode se imiscuir na liberdade de culto.

A frente parlamentar evangélica e a federação evangélica aprovaram uma moção de louvor e aplauso à decisão de Jerônymo.

- Agradeço em meu nome e de minha família. Meus filhos, minha esposa estão sofrendo ataques nas ruas. Dizem: lá vai a esposa do juiz homofóbico. Antes de tomar minha decisão, conversei com minha família. Família é projeto de Deus. Abdiquei dessa tranquilidade, desse conforto. Deus me incomodou, Deus como que me impingiu a decidir - declarou, negando ainda que tenha adotado uma postura discrimatória.

- Não estou discriminando ninguém. Mas não podem querer me impor sua conduta, seus valores, me impor o silêncio. Nós coexistimos em igualdade. O deputado (Anthony) Garotinho (PR-RJ) está aqui. Ele, quando era governador, visitava presídios, não discrimina qualquer um com opção sexual diferente. Desde que isso não seja crime, não tem preconceito, reparo a fazer. Mas não podem querer calar nossa boca, não podem querer impedir que os pastores preguem, que os padres falem, que a maçonaria não os aceite como membros - argumentou

O juiz diz que defende a legalidade, inclusive para os casais homossexuais.
Estamos diante da possibilidade de que o Brasil enfrente o fim da monogamia. Se o leque da família constitucional não é taxativo, todo tipo de relacionamento virá a ser família

- Minha decisão se resume à legalidade. Eles não se submeteram à regras. Aqueles que vão se casar se submetem às regras, publicam os proclamas. Há um processo de habilitação antes de celebrar um casamento civil, religioso, união estável. Não basta ir ao cartório e registrar - afirmou, acrescentando que cabe a um juiz ver se o cartório está cumprindo as regras.

- Eu tenho o poder correcional dos atos praticados neste tabelionato. Esse caso veio a mim porque foi noticiado pela imprensa. Mandei pesquisar todos os atos feitos a partir do dia 5 de maio e farei o mesmo controle. Se não for impedido por decisão superior - disse.

Jeronymo também comentou que o Brasil corre o risco de ver o fim da monogamia se não observado o que diz a Constituição sobre a família.

- Estamos diante da possibilidade de que o Brasil enfrente o fim da monogamia. Se o leque da família constitucional não é taxativo, todo tipo de relacionamento virá a ser família.

O juiz justifica que a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que garante aos homossexuais os mesmo direito civis dos demais brasileiros, não é vinculante e o acórdão daquela sessão ainda não foi publicado.
- As pessoas no Brasil, para viverem juntas e se unirem, têm que ter os requisitos formais da lei. Quem reconhece isso é um juiz - disse Villas Boas.


Fonte: Jornal O GLOBO

Garotinho apoia juiz que contrariou STF sobre união gay e fala em "desobediência santa"

Na manhã desta quarta-feira, o juiz que contrariou o parecer do STF sobre a união estável entre homossexuais e anulou o registro de um casal, em Goiania, deu declarações na Câmara dos Deputados.

Ele afirmou que foi Deus quem o fez agir daquela forma. "Deus me incomodou, como que me impingiu a decidir", disse o juiz Jeronymo Villas Boas. Ele foi convidado a falar, em um ato das frentes parlamentares Evangélica e da Família e de lideranças evangélicas, em sua defesa.

O deputado Anthony Garotinho declarou seu total apoio ao magistrado, na Câmara. "Essa desobediência santa nos inspira", afirmou ele. Nesta terça-feira o Tribunal de Justiça de Goiás anulou a decisão do magistrado, contrária ao parecer do STF.

terça-feira, 21 de junho de 2011

Comentario sobre o caso de Goiânia

Pela primeira vez na historia vejo um caso tomar tamanhas proporções, onde a maioria perde para a minoria, quando deveria ser o contrario, as familias brasileiras que são maioria, centrada, com valores e eticas não aprovam a atitude da desembargadora de Goias que é Heterofobica e muitos menos a decisão do STF de anular se for para lá a decisão desse honrado Juiz, Creio que o povo Brasileiro vai unir mais uma vez para derrubar essa decisão do supremo, que segundo a repostagem "não tem volta" tem volta sim, depende do povo brasileiro arregaçar as mangas mais uma vez, ir novamente a Brasilia, só que agora que não seja 50.000, mais umas 500.000 mil pessoas para pedir ao STF que seja revogado, senhores vamos mandar e-mails para os ministros, através do fale conosco e vamos lutar para que nossa carta magna e a Bíblia seja respeitada, quem deveria legislar sobre a Constituição era o Congresso Nacional e não o STF.

Fica minha nota de repudio ao STF.

OBS: Estou amparado pela CF Art. 5º IV - é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato;

Rinaldo Moreira da Nóbrega
Cidadão Brasileiro

Fux considera anulação de união homoafetiva por juiz de Goiás um atentado ao STF

O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), Luiz Fux, criticou nesta segunda-feira (20/6) a decisão do juiz Jerônymo Pedro Villas Boas que anulou uma união estável de um casal homossexual de Goiânia. Segundo ele, a sentença é um “atentado” ao STF e passível de cassação.

“Se ele (o juiz) foi contra ao entendimento do Supremo Tribunal Federal, eu entendo isso como um atentado à decisão do Supremo, que é passível de cassação”, afirmou Fux, antes de participar de um debate sobre a reforma do Código de Processo Civil, em São Paulo.

Em maio, o STF equiparou os direitos de casais de pessoas do mesmo sexo ao de casais de heterossexuais. Com isso, casais gays passaram a poder firmar contratos de união estável em cartórios de todo país.

Para o juiz Villas Boas, da 1ª Vara da Fazenda Pública Municipal e de Registros Públicos de Goiânia, a decisão do STF vai contra a Constituição. Por isso, ele determinou a anulação de um contrato de união estável entre dois homens, registrado na capital de Goiás e ainda determinou que todos os cartórios da cidade não registrem mais documentos desse tipo.

A sentença de Villas Boas foi divulgada na última sexta-feira (17/6). A decisão é de primeira instância, portanto, passível de recurso.

Fux disse que, certamente, uma reclamação a respeito da decisão do juiz chegará ao STF. O Supremo, então, deve reverter a sentença e manter os direitos dos homossexuais. O ministro do STF disse ainda que a reclamação contra a decisão do juiz ficará registrada no seu histórico funcional. Será também encaminhada aos órgãos disciplinares do Judiciário.

“As reclamações sempre trazem um resíduo funcional”, afirmou ele. “Sempre se encaminha aos órgãos disciplinares para que a autonomia (de um juiz) não prejudique o povo.”

O ministro Gilmar Mendes, ex-presidente do STF, confirmou que a decisão do juiz de Goiânia deve ser anulada. Disse também que não acredita que a decisão do STF seja revertida. “Acredito que não há nenhuma justificativa para temor”, disse ele, que também participou do debate em São Paulo.

Mendes não descartou, porém, a possibilidade de outros juízes do país questionarem a decisão do STF sobre os direitos de casais gays, mesmo sendo o Supremo a instância máxima da Justiça. “Sempre deverá surgir uma peculiaridade", disse.

Desembargadora de Goiás anula decisão de juiz herói e pede punição para ele

GOIÂNIA - A desembargadora Beatriz Figueiredo Franco, do Tribunal de Justiça de Goiás (TJ-GO), anulou a decisão do juiz da 1º Vara da Fazenda Municipal de Goiânia, Jeronymo Pedro Villas Boas, que na sexta-feira passada tornou inválida a declaração de união estávelcelebrada entre Liorcino Mendes Pereira Filho e Odílio Cordeiro Torres Neto. A partir da decisão da corregedora, volta a ser aplicada em Goiânia a súmula vinculante do Supremo Tribunal Federal (STF) que reconhece a união entre as pessoas do mesmo sexo.


Desembargadora Beatriz Figueiredo Franco

A corregedora também tornou sem efeito uma outra decisão de Vilas Boas, que solicitou a todos os cartórios de Goiânia que o informassem a respeito de uniões homoafetivas registradas na cidade.
- Ele não poderia ter decidido de forma contrária ao STF. Um juiz de primeiro grau não exerce o cargo para criticar ou revogar uma decisão do Supremo.
A desembargadora Beatriz disse ao GLOBO que nesta quarta-feira irá levar o caso à Corte Especial do Tribunal e propor abertura de um processo diciplinar contra Villas Boas.

Fonte: Jornal O Globo

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Juiz que anulou “casamento” gay diz que STF ultrapassou limites

Julio Severo

O juiz Jeronymo Pedro Villas Boas, que anulou na última sexta-feira (17) um dos primeiros contratos de união civil entre homossexuais do Brasil, disse: “Na minha compreensão, o STF mudou a Constituição. Apenas o Congresso tem competência para isso. O Brasil reconhece como núcleo familiar homem e mulher”.

Um dos membros da união civil gay anulada, que está aparecendo nas manchetes posando de “casal ofendido”, é o militante gay Léo Mendes, presidente da organização radical Articulação Brasileira de Gays. Ele prometeu tomar atitudes contra o juiz.
Ontem (19), o presidente em exercício da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), Miguel Cançado, divulgou nota repudiando a decisão judicial, que classificou como “um retrocesso moralista”.

Quando o STF (Supremo Tribunal Federal) desrespeitou a Constituição em favor da união civil gay, a OAB não mostrou a cara para defender a Constituição. Mas quando um juiz corajoso segue a Constituição, a OAB aparece imediatamente para repudiá-lo.
Quando o STF soltou o assassino Italiano Cesare Battisti, a OAB também não mostrou a cara.

O homem corajoso sustenta valores corretos mesmo sob risco de perder o emprego. Assim foi na Alemanha nazista, onde o juiz Lothar Kreyssig também desafiou as ordens imorais dos que estão em cima. Que Deus possa levantar mais desses juízes no Brasil!
Por favor, façam contato imediato com o juiz:

Email: ouvidoria@tjgo.jus.br

Contato pelo site: http://www.tjgo.jus.br/ouvidoria/externo/cadastro.do

Tel.: (62) 3216-2349

Telefone gratuito: 0800-648-6464

Façam também contato com o Congresso Nacional para que proteja o nobre juiz de retaliações e vingança

Com informações do G1 e da Folha de S. Paulo.

Fonte: Julio Severo
Divulgação: http://www.amordacagay.blogspot.com

domingo, 19 de junho de 2011

NOTA DE APOIO AO JUIZ DE GOIÂNIA - JERONYMO PEDRO VILLAS BOAS

Parabéns ao juiz de Goiânia, Jeronymo Pedro Villas Boas, mas parabéns mesmo, por ter levado em conta a família brasileira a nossa carta magna, parabéns ao Juiz de Goiânia por que ele não compactuou com a interpretação equivocada do STF, parabéns ao juiz de Goiânia, por que a união entre pessoas do mesmo sexo é inconstitucional, como o padre Reginaldo Manzote disse agora pouco no Faustão, “não devemos equiparar uma união homoafetiva com a família”, isso não está de acordo com a Bíblia, é um desvio de conduta, como já falei em outras postagens, só existem dois cromossomos o masculino X e o feminino Y, todo mundo que já estudou sabe disso.

Não podemos permitir essa equiparação, ora como pode dois homens e duas mulheres se casarem se a Bíblia condena tal pratica, eles podem até casar no Civil, mas no religioso não tem como.

Sodoma foi destruída por causa da Homossexualidade, que os habitantes daquele lugar queriam ter relações sexuais com dois anjos que veio em forma de homem, os anjos tiveram que intervir cegando aqueles povos para que os mesmos não encontrassem a porta da casa de Ló.

No outro dia tirou Ló sua mulher e filhos e eles fugiram para um lugar seguro, quando chegaram lá a cidade foi destruída.

PARABÉNS AO JUIZ DE GOIÂNIA, QUE SIRVA DE EXEMPLO AO STF, E QUE O CNJ TOME O MESMO CAMINHO, QUE O STF VOLTE ATRÁS DE SUA DECISÃO.

Juiz contesta STF e cancela união gay em Goiânia

OAB diz que decisão de juiz sobre união gay em Goiás é "retrocesso moralista"

Em São Paulo

Mesmo com decisão do STF, casal gay tem união estável cancelada em Goiás
O presidente em exercício da OAB nacional, Miguel Cançado, divulgou nota neste domingo (19) afirmando ser “um retrocesso moralista” a decisão do juiz da 1ª Vara da Fazenda Pública Municipal e Registros Públicos de Goiânia, Jeronymo Pedro Villas Boas, de anular o registro de uma união gay no Estado. Esta foi a primeira tentativa de um casal homossexual se unir oficialmente em Goiás após a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de reconhecer a união estável entre gays.

Na decisão, o juiz goiano contestou a decisão do Supremo e disse que a Corte não tem competência para alterar normas da Constituição Federal. Segundo Miguel Cançado, ao decidir sobre a união estável, o STF exerceu o papel de guardião e intérprete da Constituição. “As relações homoafetivas compõem uma realidade social que merecem a proteção legal”, afirmou.

A decisão do juiz goiano que cancelou o contrato também determinou a comunicação a todos os Cartórios de Registro de Títulos e Documentos e do Registro Civil da comarca de Goiânia para que nenhum deles faça a escrituração de declaração de união estável entre pessoas do mesmo sexo. Segundo a ordem, só terá validade o ato entre pessoas do mesmo sexo se houver decisão judicial prévia.

O casal Liorcino Mendes e Odílio Torres registrou a união em 9 de maio. Nesta segunda-feira (20), Mendes, que é jornalista e bacharel em direito, vai pedir ajuda à Comissão da Diversidade Sexual da OAB e encaminhar denúncia ao CNJ (Conselho Nacional de Justiça).

Procurados pelo UOL Notícias para comentar a decisão judicial, eles afirmaram que foi uma medida escandalosamente ilegal e desrespeitosa. “O Poder Judiciário não pode criar um ambiente de insegurança jurídica no país. E mais do que isso: não podemos aceitar que cidadãos homossexuais paguem impostos e altos salários de juízes para que estes, de forma discriminatória e preconceituosa, desrespeitem até as decisões da maior Corte do país.”

Em um dos trechos, Mendes afirmou que a união foi um dos momentos de maior felicidade da vida do casal. “Nos sentimos como pessoas dignas de direitos e não mais cidadãos de segunda categoria, onde éramos obrigados apenas a cumprir deveres como pagar impostos, votar, mas sempre tendo nossos direitos como pessoas naturais negados.”

Mendes utiliza várias normas jurídicas para fundamentar o pedido e contestar a decisão do juiz, que, segundo ele, não poderia proferir uma decisão como esta. E pede ao ministro Cezar Peluso, presidente do CNJ, que o conselho mova uma ação para pedir o afastamento imediato do juiz, e manter a união.

“Este foi o maior momento de frustração em nossas vidas. Um sentimento de descrédito sobre as instituições públicas, sobre a Justiça do nosso Estado”, finalizou Mendes.

*Com informações de Rafhael Borges, em Goiânia

Fonte: Uol Noticias
Divulgação: http://www.amordacagay.blogspot.com

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Frente Evangélica pretende aprovar outra lei que substitui o PLC 122

O projeto do senador Paulo Paim não criminaliza o discurso religioso contra homossexuais, pelo contrário, ele o defende

Frente Evangélica pretende aprovar outra lei que substitui o PLC 122
A Frente Parlamentar Evangélica anunciou essa semana que vai apoiar o projeto de lei 6418/2005, de autoria do senador Paulo Paim (PT-RS) que criminaliza a homofobia, mas sem interferir no discurso religioso que a condena.

É possível fazer com que a senadora Marta Suplicy, relatora do PL 122 e ABGLT (Associação Brasileira de Gays, Lésbicas e Transexuais) desistam do polêmico projeto e passam a apoiar esse novo texto que aguarda o parecer da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) da Câmara sob relatoria da deputada federal Janete Rocha Pietá (PT-SP).

O texto do PL 6418 pune discriminação por orientação sexual no ambiente de trabalho, repartições públicas e comerciais ou quem incentiva práticas discriminatórias e, ainda, tipifica violência motivada por orientação sexual (entre outras) e criminaliza associações de pessoas que incitem violência – como os grupos neonazistas. Além de proibir qualquer referência ao nazismo – lei parecida com essa existe na França.

Leia o projeto 6418/2005:http://www.camara.gov.br/sileg/integras/482709.pdf
Fonte: http://noticias.gospelprime.com.br/frente-evangelica-pretende-aprovar-outra-lei-que-substitui-o-plc-122/
Será que essa cambada (deputaiada gospel) vai conseguir, sei não, tudo o que essa cambúia quer é se dar bem e sair bonito na foto, metanóia neles.


Que o SENHOR tenha misericórdia de nós! AMÉM!
Postado por Márcio Mendes às 10:12 0 comentários

terça-feira, 14 de junho de 2011

JAIR BOLSONARO: ENTREVISTA À REVISTA PLAYBOY DESMASCARA MAIS UMA TENTATIVA DE IMPOSIÇÃO DO GRUPO LGBT.




Mais uma vez o Deputado Federal Jair Bolsonaro (PP-RJ) fala nada mais que a verdade, na chamada de capa da entrevista cedida a Revista Playboy do mês de junho de 2011.

Com tal colocação, o parlamentar nada mais fez do que constatar mais uma imposição do PLC 122, ou seja, o artigo 7º da referida matéria, é bem claro quanto a punição aos que se recusarem à alugar ou vender imóveis para gays, lésbicas, travestis ou bissexuais.

“Art. 7º-A Sobretaxar, recusar, preterir ou impedir a locação, a compra, a aquisição, o arrendamento ou o empréstimo de bens móveis ou imóveis de qualquer finalidade: Pena: reclusão de 2 (dois) a 5 (cinco) anos.”

Trabalhamos e gastamos suor para conquistar um apartamento ou casa e agora querem nos forçar a alugar para gays, caso contrário, sua pena será de prisão de 2 a 5 anos.

Ora bolas, o que é meu, tenho o direito de alugar ou vender para quem eu quiser, assim como posso não querer alugar um imóvel para um travesti, também poderia não querer cede-lo para um jovem solteiro que hipoteticamente transformaria meu bem particular em um local de festas, possibilitando incomodar os vizinhos, ou até mesmo, me negar aluguel para um casal normal que possua filhos pequenos, e que de alguma forma venha a atingir meus interesses quanto a preservação de meu patrimônio.

Não é novidade para ninguém que a aprovação do PLC 122/06 transforma os gays em uma classe privilegiada incapaz de ser contrariada. Um grupo que se preza, sendo ele de gays ou não, nunca coloca a opção sexual acima da razão ou dos interesses comuns da sociedade.

ABAIXO O PLC 122. COBRE DE SEU SENADOR E DEPUTADO FEDERAL QUE SE MANIFESTEM DE MANEIRA CONTRÁRIA A ESTE ABSURDO. DIREITOS IGUAIS PARA TODOS!

A LUTA CONTINUA!

Deputado gay Jean Wyllys ofende cristãos e declara guerra aos 'inimigos'

O recém-eleito deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ), homossexual militante que conseguiu alguma notoriedade participando do programa Big Brother Brasil da Rede Globo, lançou, na semana passada, uma campanha de combate ao cristianismo.
Em sua página do Twitter, Jean publicou várias mensagens dizendo que cristãos são doentes, homofóbicos, preconceituosos, violentos, ignorantes e fanáticos, e que ele se dedicará ainda mais a eliminar a influência do cristianismo na sociedade. O deputado enfatizou que seu mandato tem como foco a defesa dos interesses da militância gay e o combate a seus “inimigos”.

O deputado, que é membro da Frente Parlamentar LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, transgêneros e travestis) no Congresso Nacional, aproveitou para convocar seus seguidores para se juntar a ele em sua guerra particular. Jean obteve respostas diversas: angariou o apoio previsível de seus seguidores militantes da causa gay, e provocou a reação de inúmeros outros usuários da rede social, indignados com as ofensas do parlamentar aos cristãos e com seus ataques à liberdade de expressão, religião e comunicação.
Jean promove uma campanha de censura a usuários do Twitter que são contrários às idéias que ele defende, como o “casamento” homossexual, as cartilhas de suposto combate à “homofobia” do MEC (mais conhecidas como Kit Gay) e o PLC 122/2006 (lei da mordaça gay), projeto de lei que pretende transformar em crime qualquer crítica ou oposição ao comportamento homossexual ou às pretensões do lobby gay.
Uma das primeiras vítimas da campanha censória de combate ao cristianismo deflagrada por Jean Wyllys foi o usuário Carlos Vendramini.
Valendo-se do direito que qualquer cidadão possui em uma democracia, Vendramini fez, no Twitter, críticas ao Kit Gay, ao PLC 122/06 e a outros projetos dos militantes gays e aos parlamentares que os apóiam, como Jean Wyllis, Marta Suplicy e Cristovam Buarque, dentre outros. Incomodado com as críticas, o deputado disse, em seu blog, que estava acionando advogados da Frente LGBT para censurar o perfil de Vendramini, que Jean imagina ser “membro fundamentalista de uma parcela conservadora da direita católica em São Paulo” (sic) e estar praticando “perseguição” a ele.
Fonte: Jornal do Brasil
Considerações deste editor de Blog , Meus amados em primeiro lugar, que sirva de lição para você que gosta de Big Brother Brasil, nunca mais assistir essa porcaria visual, essa doença de está espiando, fuçando a vida dos outros. E ainda há crentes que ficam na torcida por essas pessoas. Em Segundo está na hora dos verdadeiros Cristão se manifestarem, defendendo as causas SANTAS , em favor da familias. O Brasil precisa conhecer verdadeiramente o que é ser SANTO ao Senhor Jesus.

Em Cristo ,

Fonte: Ruan Balbi.

Discurso feito por minha pessoa na Câmara Municipal de Almas-TO

EXCELENTÍSSIMO SENHOR PRESIDENTE, EXCELENTÍSSIMO SENHOR SECRETÁRIO, EXCELENTÍSSIMOS SENHORES VEREADORES, EXCELENTÍSSIMA SENHORA VEREADORA.

Primeiramente venho agradecer aos senhores vereadores e vereadora, que contribuíram com R$ 20,00 (vinte reais) para que eu pudesse fazer a nota de Micro empreendedor Individual, os senhores Jucimar Rocha de Oliveira, Francisco de Assis Ferreira Lima, Luiz Henrique Fonseca, Jurimar José Trindade, Juracy Batista dos Santos e Lilian Zórá Soares da Silva Santos, agradeço de coração:

O que me trás aqui está noite é a respeito do PLC 122/2006, um projeto que ao meu ver fere os princípios da constituição federal, ou seja, o mesmo é inconstitucional, esse projeto ira tirar nossos direitos garantidos na carta magna, esse projeto está invertendo o modelo de família brasileira, esse projeto está sendo votado para que nem padres e nem pastores possam falar a respeito, esse projeto ele senhores quer acabar com o direto de expressão, com o direito de pregar, com o direito de prestar culto, será senhores que estamos vivendo em um país realmente democrático, por que os gays, no sendo mais claro da palavra quer passar por cima das leis?, eles querem que a bíblia, nossa Lei Maior seja considerada homofobica, onde vamos para com isso? Senhores vereadores estou triste, estou triste por saber que alguns deputados e senadores estão querendo tomar essa iniciativa, sendo assim senhores vereadores venho repudiar a Senadora Marinor Brito, o Deputado Federal Jean Willes, ex-BBB que está tentado de todas as forma empurrar de goela abaixo do cidadão brasileiro esse Projeto de Lei que é uma vergonha.

Vejamos alguns artigos para entender melhor:

“Art. 5º Impedir, recusar ou proibir o ingresso ou a permanência em qualquer ambiente ou estabelecimento público ou privado, aberto ao público: Pena: reclusão de 1 (um) a 3 (três) anos.”{NR)
“Art. 6º Recusar, negar, impedir, preterir, prejudicar, retardar ou excluir, em qualquer sistema de seleção educacional, recrutamento ou promoção funcional ou profissional: Pena – reclusão de 3 (três) a 5 (cinco) anos. Parágrafo único. (Revogado) ”(NR)
Art. 7º A Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989, passa a vigorar acrescida dos seguintes art. 8º-A e 8º-B:

“Art. 8º-A Impedir ou restringir a expressão e a manifestação de afetividade em locais públicos ou privados abertos ao público, em virtude das características previstas no art. 1º desta Lei: Pena: reclusão de 2 (dois) a 5 (cinco) anos.”

“Art. 8º–B Proibir a livre expressão e manifestação de afetividade do cidadão homossexual, bissexual ou transgênero, sendo estas expressões e manifestações permitidas aos demais cidadãos ou cidadãs: Pena: reclusão de 2 (dois) a 5 (cinco) anos.”

Senhores vereadores, isso é uma piada, agora vocês não sabem da maior, existe um projeto ainda pior, de autoria da Senadora Marta Suplicy do PT, isso mesmo do meu partido sobre esse projeto falarei a seguir, um projeto heterofobico que nem esse PLC 122/2006.
Temos que lutar pela família brasileira, temos que Lutar contra esse tipo de imposição que eles querem fazer, os senhores devem está estranhando, mas a Senadora Marta é a responsável por tudo isso que está acontecendo em nosso Brasil, senhores vereadores, eu como cidadão brasileiro já fiz minha parte, criei o blog http://www.amordacagay.blospot.com, com o intuito de alertar as pessoas contra esse mal que está tentando se estabelecer em nossa nação, estão tentando empurrar de goela a baixo que a homossexualidade é normal, não é não, todos sabemos e aprendemos desde cedo que só existe dois tipos de cromossomos, os masculinos X e os Femininos Y, não existe um terceiro, isso é uma tremenda de uma baixaria, eu na qualidade de evangélico não aceito esse tipo de coisa, solicito aos senhores que solicitem um documento e mandem para o senado federal e para a Câmara dos deputados, repudiando essa manobra.

Graças a Deus mais de 50 mil pessoas compareceram na marcha pela família, onde o pastor Silas Malafaia entregou para o presidente do senado mais de um milhão de assinaturas, é sinal de que todos os evangélicos estão atentos com esse grupo, podemos eles podem falar que pastor e padre é ladrão, eles podem falar o que quiser de outras pessoas e não são nem advertido, agora algum de nós falar deles. Ai senhores vereadores eles entram na justiça e mandam prender por que não concordamos com as ideologias deles.

Bem vereadores é esse o meu recado.

Boa noite a todos.

PDC 224/11: uma medida extrema

A tentativa do Congresso de sustar a “união homossexual” do STF

Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz

Diante da decisão inaudita do Supremo Tribunal Federal de reformar a Constituição a fim de reconhecer a união estável entre duas pessoas do mesmo sexo (05/05/2011), o jurista Ives Gandra da Silva Martins propõe uma solução:

Se o Congresso Nacional tivesse coragem, poderia anular tal decisão, baseado no artigo 49, inciso XI, da CF, que lhe permite sustar qualquer invasão de seus poderes por outro poder, contando, inclusive, com a garantia das Forças Armadas (artigo 142 “caput”) para garantir-se nas funções usurpadas, se solicitar esse auxílio[1].

De fato, diz a Constituição Federal que “é da competência exclusiva do Congresso Nacional zelar pela preservação de sua competência legislativa em face da atribuição normativa dos outros Poderes” (art. 49, XI, CF).

Quando o Executivo invadir a competência do Congresso, cabe a este “sustar os atos normativos do Poder Executivo que exorbitem do poder regulamentar ou dos limites de delegação legislativa” (art. 49, V, CF), o que se faz por um decreto legislativo. A Carta Magna não fala explicitamente da sustação de atos do Poder Judiciário, mas é possível uma interpretação analógica.

O deputado João Campos (PSDB/GO) levou a sério a sugestão e apresentou em 25/05/2011 o Projeto de Decreto Legislativo 224 de 2011 (PDC 224/2011) que “susta a aplicação da decisão do Supremo Tribunal Federal proferida na Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 4277 e Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 132, que reconhece a entidade familiar da união entre pessoas do mesmo sexo”. Ao todo, 51 deputados assinaram a proposição.

Lamentavelmente, em 07/06/2011, o presidente da Câmara Marco Maia (PT/RS) devolveu a proposição ao autor por considerá-la “evidentemente inconstitucional”[2]. Dessa decisão, cabe, porém, um recurso ao plenário. Podemos usar o Disque Câmara (0800 619 619) para solicitar aos deputados de nosso Estado que apoiem o PDC 224/2011.

Podemos mandar também uma mensagem aos deputados em

http://www2.camara.gov.br/participe/fale-com-o-deputado

“Senhor Deputado, solicito que Vossa Excelência se posicione a favor do PDC 224/2011, que susta a decisão do Supremo Tribunal Federal o qual, contrariando a Constituição, instituiu a ‘união estável’ de homossexuais”.

Notas:

[1] http://blog.cancaonova.com/felipeaquino/2011/05/18/a-corte-constitucional-francesa-e-o-homossexualismo/

[2] Art. 137, § 1º, II, b, Regimento Interno da Câmara dos Deputados.

Fonte: www.providaanapolis.org.br
Divulgação: www.amordacagay.blogspot.com