quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Nigéria rejeita ameaças da Inglaterra e apoia o verdadeiro casamento

Adam Cassandra

LAGOS, Nigéria, 7 de novembro de 2011 (HLIWorldWatch.org/Notícias Pró-Família) — Ativistas pró-vida e pró-família na Nigéria estão se mobilizando para dar apoio a um projeto de lei que está no momento sendo considerado no Senado da Nigéria que proibiria o “casamento” de mesmo sexo no país mais populoso da África em meio a ameaças do Reino Unido de cortar assistência se os países não protegerem os “direitos” homossexuais.

“A [organização pró-vida] Vida Humana Internacional da Nigéria está juntando forças com outras organizações pró-vida e nigerianos bem-intencionados para uma mobilização para defender esse projeto de lei”, disse Chizoba Nnagboh, diretor na Nigéria da Vida Humana Internacional (VHI). “Organizações antivida, se disfarçando de organizações de direitos humanos, não estão dando folga, mas estão também seriamente fazendo mobilizações para deter o projeto de lei”.

Um dos principais patrocinadores do projeto, o senador Domingo Obende, recentemente reconheceu que as pressões de um debate mundial sobre o casamento de mesmo sexo estão levando alguns países a legitimar a prática homossexual, enquanto outros estão à beira de fazer isso. Ele frisou que a Nigéria precisa agir muito rápido para que essa tendência não ache um meio de entrar no país. O sr. Nnagboh relatou que o senador Nnagboh exortou o Senado a proibir o casamento de mesmo sexo, que “levará ao colapso da sociedade”.

Uma versão do projeto de lei apareceu diante do Poder Legislativo em 2006, mas nunca foi para votação. O projeto foi reintroduzido em 2008, e passou por duas revisões, mas também nunca foi colocado para votação.

Organizações como Human Rights Watch, Anistia Internacional e a Comissão Internacional de Direitos Humanos Gays e Lésbicos estão pressionando o presidente da Nigéria Goodluck Jonathan a vetar o projeto se o Congresso o aprovar. David Cameron, primeiro-ministro da Inglaterra, recentemente ameaçou cortar assistência de países africanos como a Nigéria que buscam proteger a santidade do casamento no nome dos “direitos humanos”.

O primeiro-ministro Cameron disse que aqueles que estão recebendo assistência do Reino Unido têm a obrigação de “respeitar direitos humanos específicos”. Eliminar as leis que cometem “discriminação” contra a homossexualidade foi uma das recomendações de um relatório interno da Reunião dos Chefes de Governo da Comunidade Britânica de Nações realizada em Perth, Austrália.

Na semana passada, a VHI da Nigéria enviou uma carta de apoio ao projeto de lei que criminaliza o “casamento” de mesmo sexo no Senado da Nigéria antes de uma audiência pública sobre o projeto em 31 de outubro de 2011.

“A VHI da Nigéria deseja declarar que embora respeite todas as pessoas como elas são, não tem de respeitar tal ataque em massa contra tudo o que é sagrado para nós e contra o bem de nossa sociedade”, a carta declarou.

“O ‘casamento’ de mesmo sexo é uma ofensa aos nossos sentimentos religiosos e culturais” e “é um insulto para a instituição do casamento e família”, a carta, assinada pelo sr. Nnagboh, também disse.

David Mark, presidente do Senado da Nigéria, expressou apoio ao projeto de lei na audiência pública.

“Minha fé como cristão abomina isso. É incompreensível considerar o casamento de mesmo sexo. Não consigo entendê-lo. Não dá para se ter parte nisso”, disse o senador, alertando contra o que ele chamou de “importação de uma cultura estrangeira”.

Há uma “forte determinação entre os nigerianos de continuar a preservar a cultura da vida apesar das influências externas que estão trabalhando para miná-la”, disse o sr. Nnagboh. “Os nigerianos têm uma paixão muito especial por preservar a santidade do casamento e a família tradicional, e esse projeto de lei veio para garantir que o casamento de mesmo sexo, que não só é tabu na cultura nigeriana, mas também ofensivo para os sentimentos religiosos dos nigerianos, não crie nenhuma raiz na Nigéria”.

Este artigo foi publicado com a permissão de HLIWorldWatch.org.
Este artigo foi copiado do site http://www.juliosevero.com

Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com

Lei inglesa forçará igrejas a realizar “casamentos” gays, diz bispo anglicano

Hilary White

LONDRES, 8 de março de 2010 (Notícias Pró-Família) — Duas emendas na Lei de Igualdade proposta pelo governo inglês protegeriam os direitos de consciência de agências católicas de adoção e de funcionários de cartórios de casamento, mas foram removidas de consideração na Câmara dos Lordes na terça-feira da semana passada depois de acusações de “homofobia”.

Outra emenda, que permite que igrejas conduzam “casamentos” homossexuais, foi aprovada tarde da mesma noite. Alguns, inclusive o bispo anglicano de Winchester, antecipam que essa emenda levará as igrejas a serem forçadas a realizar “casamentos” gays.

No debate que ocorreu depois das duas primeiras emendas, que foram adiadas pela baronesa Butler-Sloss, a baronesa disse: “Todos os tipos de minoria precisam de proteção, não só as minorias que estão em relacionamentos de mesmo sexo”.

“Temos de incorporar várias religiões e várias crenças culturais. Somos uma sociedade tolerante, e a Lei de Igualdade tem de reconhecer isso também”.

Depois que suas emendas foram criticadas por outro membro da Câmara Alta como sendo “profunda e ofensivamente homofóbicas”, Butler-Sloss as retirou, dizendo que estava “profundamente chocada” com o fato de que tivessem sido consideradas desse jeito. Uma delas teria fornecido isenção para as agências católicas de adoção na Lei de Orientação Sexual de 2007 do governo trabalhista, a maioria das quais foi fechada ou secularizada depois de serem forçadas a adotar crianças para casais homossexuais.

Ela disse: “É bem verdade que de cada 12 agências católicas neste país, 9 continuam a atuar como agências de adoção, mas não estão mais ligadas à Igreja Católica. A ausência de discriminação contra um grupo cria discriminação contra outro grupo. A balança não está certa”.

Na mesma noite, a Câmara dos Lordes votou para aprovar uma emenda que permitirá, mas não forçará ainda, as igrejas a realizar “casamentos” homossexuais. Os parlamentares votaram 95 a 21 a favor da emenda na Lei de Igualdade movida pelo parlamentar trabalhista Lorde Alli. A votação foi feita tarde da noite, depois de uma sessão que de forma incomum durou o dia inteiro. A votação foi feita quando já não estavam presentes muitos dos parlamentares que votariam contra a emenda.

O bispo anglicano de Bradford, David James, que votou contra a emenda, avisou contra “conseqüências inesperadas”.

Mas antes da votação, Lorde Waddington, ex-secretário do interior e importante voz na defesa das liberdades cristãs na Câmara dos Lordes, foi mais direto: “Se essa emenda for aprovada, será só uma questão de tempo antes que se argumente que é preconceituoso um pastor, padre ou rabino não querer realizar uma cerimônia de parceria civil na igreja quando a própria lei a permite”.

E se os desafios legais nos tribunais falharem, Lorde Waddington acrescentou, “logo [o principal grupo homossexual de pressão política] Stonewall estará aqui de novo, exigindo a anulação dessa cláusula permissiva e impondo sobre as igrejas a obrigação de registrarem parcerias civis.

“Não é desse jeito que Stonewall sempre agiu? E não foi o sr. Ben Summerskill do Stonewall quem insinuou isso quando recentemente disse que agora todas as religiões não devam ser forçadas a realizar parcerias civis, ainda que em 10 ou 20 anos as coisas mudem?”

Michael Scott-Joynt, o bispo anglicano de Winchester, mais tarde concordou, dizendo: “Creio que essa lei exporá pastores individuais, não a Igreja da Inglaterra, a acusações de discriminação se eles realizarem casamentos como todos fazem, mas se recusarem a realizar cerimônias de parceria civil em suas igrejas.

“A menos que o governo tome uma medida explícita sobre isso, creio que esse será o próximo passo”.

Até a sessão da semana passada na Câmara dos Lordes, a Lei da Igualdade, uma das partes principais da legislação, foi aprovada em todo o processo parlamentar e provavelmente se tornará lei antes da eleição geral que está por vir.

Enquanto isso, os líderes religiosos da Inglaterra continuam a avisar que a legislação “anti-discriminação” do governo trabalhista é uma ameaça séria às liberdades religiosas no que é ainda oficialmente um país cristão.

Lorde Carey, o ex-arcebispo anglicano de Canterbury, condenou as campanhas do governo que “marginalizam” os cristãos, e convocou os cristãos a defender de forma mais vigorosa sua fé.

Ao falar num evento organizado pelo Conselho de Emissoras Cristã, Lorde Carey disse: “É claro que temos de nos levantar contra a marginalização da fé. Temos constantemente de ajudar a sociedade a se lembrar de suas raízes e herança cristã. Conforme escrevi recentemente, se nos comportarmos como capachos, não podemos ficar surpresos se nos tratarem como capachos”.

Apesar de a Inglaterra ter uma conexão constitucional à religião cristã, o Cristianismo tem, na prática, sido firmemente empurrado para a esfera privada, disse ele.

“Preocupo-me com os cristãos, com as igrejas, com os membros de outras religiões e suas tentativas de fazer o que qualquer crente honesto quer fazer ao não guardar sua fé em alguma caixinha, só tirando dentro de casa ou na igreja”.

A sociedade inglesa, disse ele, está em perigo de chegar a um ponto “em que cristãos, e pessoas de outras religiões também, achem cada vez mais difícil sobreviver no serviço público e até no Parlamento”.

Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com

Cristão é rebaixado no emprego e sofre diminuição de salário só por comentar brandamente contra “casamento” gay nas igrejas

Hilary White, correspondente em Roma

MANCHESTER, Inglaterra, 24 de outubro de 2011 (Notícias Pró-Família) — Um cristão administrador de propriedades na Inglaterra foi rebaixado em seu emprego, sofreu um corte de 22 mil dólares anuais em seu salário e quase foi despedido por fazer um comentário no Facebook de que as igrejas cristãs não deveriam ser forçadas a participar de cerimônias de união de mesmo sexo.

Adrian Smith, de 54 anos, foi declarado, por um consórcio de moradia financiado por impostos, como culpado de “má conduta grave” depois que ele disse, numa linha de comentário no Facebook, que permitir cerimônias de mesmo sexo nas igrejas é “levar a igualdade longe demais”.

Escrevendo em sua própria página de Facebook, que não estava acessível a ninguém mais do que seus amigos de Facebook, Smith havia dado uma resposta a uma notícia da BBC sobre uma nova lei polêmica que permitiria que as igrejas conduzissem cerimônias de mesmo sexo. Indagado se o comentário dele significava que ele não aprovava a lei que havia sido proposta, Smith respondeu: “Não, não realmente. Não compreendo o motivo por que as pessoas que não têm fé e não creem em Cristo quereriam se casar na igreja. A Bíblia é bastante específica que o casamento é para homens e mulheres. Se o Estado quer oferecer casamentos civis para os homossexuais, então cabe ao Estado; mas o Estado não deveria impor suas normas em lugares de fé e consciência”.

O consórcio telefonou para a casa de Smith e o chamou para uma reunião disciplinar depois que outro membro do consórcio se queixou. O Consórcio de Moradia de Trafford (CMT), que administra as casas em Sale, na Grande Manchester, removeu Smith de sua posição administrativa que lhe dava um salário de 56 mil dólares por ano, reempregando-o como um “conselheiro” com um salário de 33.500 dólares.

Com a assistência legal do Instituto Cristão, Smith está processando, dizendo que o consórcio quebrou seu contrato ao violar seus direitos de livre expressão e liberdade religiosa.

O sindicato fez uma declaração para a BBC, dizendo que seu código de conduta atualizado “claramente delimitava como os funcionários podem utilizar os sites de relacionamento social como o Facebook”.

“Uns três meses depois que esse novo código foi publicado, o sr. Smith, sem nossa autoridade ou conhecimento e numa página de Facebook que o identificava como administrador no Consórcio de Moradia Trafford, fez comentários que se verificou, por uma investigação disciplinar total em que ele tinha representação do sindicato, que ele quebrou o código de conduta da empresa e outras políticas. “O sr. Smith foi disciplinado por quebra das normas da empresa. O consórcio não fez comentário algum acerca de quaisquer convicções pessoais que ele tem”.

Tom Ellis, advogado de Smith que trabalha no escritório de advocacia Aughton Ainsworth com sede em Manchester, disse que Smith ficou “chocado e angustiado” com o incidente.

“Como cristão, Adrian crê nos valores da justiça, cortesia e respeito pela opinião dos outros. Esses são os valores de uma sociedade madura e saudável. Certamente, isso deixa espaço para colegas debaterem e até discordarem sobre os assuntos da atualidade. Conversas como essa ocorrem em escritórios e fábricas de norte a sul do país todos os dias”.

O incidente vem despertando indignação entre alguns dos populares colunistas de jornal da Inglaterra, até mesmo colunistas da esquerda. Ally Fogg, colunista do jornal Guardian, comentou que Smith havia “expressado, de modo cortês, algumas opiniões relativamente suaves” sobre a questão. “Se o consórcio está preocupado com sua reputação de ser inclusivo e tolerante, não precisava ter agido de forma tão horrível”, escreveu Fogg.

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“Que eles cortem toda assistência”: países africanos se revoltam contra ameaça da Inglaterra de cortar assistência por causa da homossexualidade

Peter Baklinski

África, 8 de novembro de 2011 (Notícias Pró-Família) — O presidente de Gana está liderando a investida enquanto vários países africanos estão assumindo posturas contra a ameaça da Inglaterra para que eles legalizem os atos homossexuais ou sejam excluídos de receber assistência financeira.

John Evans Atta Mills, presidente de Gana

“Eu, como presidente desta nação, nunca iniciarei nem apoiarei tentativa alguma de legalizar a homossexualidade em Gana”, disse o presidente John Evans Atta Mills numa declaração oficial para o governo da Inglaterra sob o primeiro-ministro David Cameron na quarta-feira passada.

Na Reunião de Chefes de Governo da Comunidade Britânica de Nações em Perth, Austrália no final de outubro, na qual o primeiro-ministro Cameron esteve presente, a questão da homossexualidade nos países em desenvolvimento foi levantada num relatório interno que recomendava que todos os países da Comunidade eliminassem as leis que proibiam a atividade homossexual, conforme disse uma reportagem da BBC.
Cameron, falando no programa de televisão The Andrew Marr Show em Perth durante sua estada na Austrália, disse: “A assistência britânica deveria ter mais obrigações específicas”.

“A Inglaterra é agora uma das nações que mais dão assistência no mundo. Queremos ver os países que recebem nossa assistência respeitando direitos humanos específicos, e isso inclui o modo como as pessoas tratam os indivíduos gays e lésbicos”, continuou Cameron.

“Estamos dizendo que esta é uma das coisas que determinarão nossa política de assistência”, disse ele, acrescentando que “esses países [africanos] estão todos num percurso [para superar a discriminação] e cabe a nós ajudá-los ao longo desse percurso”.

Entretanto, o presidente Mills respondeu rapidamente que a Inglaterra não tem o direito de decretar ou anular os valores culturais e morais de Gana.

“Ninguém pode negar ao primeiro-ministro Cameron seu direito de fazer políticas, adotar iniciativas ou fazer declarações que reflitam as normas e ideais de sua sociedade. Mas, ele não tem o direito de dirigir outras nações soberanas quanto ao que devem fazer, principalmente em áreas em que as normas e ideais de suas sociedades são diferentes das normas e ideais que existem na sociedade do primeiro-ministro Cameron”.

“Embora agradeçamos toda a assistência financeira e toda a ajuda que nos foi dada por nossos parceiros de desenvolvimento, não aceitaremos nenhuma assistência que venha acompanhada de ‘imposição de condições’ se essa ajuda não beneficiar nossos interesses, ou se a implementação — ou a utilização — dessa ajuda com condições impostas particularmente piorasse nossa difícil situação como nação, ou destruísse a própria sociedade onde queremos usar o dinheiro para trazer melhorias”.

Malaui

Antes das declarações de Mills, Patricia Kaliati, porta-voz do governo de Malaui, disse que era “deplorável” que a Inglaterra estivesse considerando “condições pró-homossexualismo” para dar assistência, acrescentando que os atos homossexuais são ilegais em Malaui. Ela comentou que tais leis são um legado do governo britânico, conforme disse reportagem do jornal Nyasa Times.

Uganda

Igualmente em 31 de outubro, John Nagenda, conselheiro presidencial de Uganda, fez uma declaração forte para a BBC, dizendo que os ugandenses estavam “cansados desses sermões” e não deveriam ser tratados “como crianças”, acrescentando que a “mentalidade de truculência” de Cameron é “muito errada”.

“Uganda, se você recorda, é um Estado soberano e estamos cansados de pessoas que nos passam esses sermões”.

“Se eles querem levar seu dinheiro, que assim seja”, concluiu ele.

Tanzânia

Depois das declarações de Mill, a Tanzânia se adicionou à crescente lista de países africanos que estão dizendo que não farão concessões com seus valores culturais e morais, ainda que isso signifique perder o apoio financeiro da Inglaterra.

“A Tanzânia jamais aceitará a proposta de Cameron porque temos nossos próprios valores morais. A homossexualidade não é parte da nossa cultura e jamais a legalizaremos”, disse Bernard Membe, ministro das relações exteriores, de acordo com o jornal Guardian da Tanzânia.

“A Tanzânia está pronta para terminar suas relações diplomáticas com a Inglaterra se o governo inglês impuser condições na assistência que dá para pressionar em favor da aceitação de leis que reconhecem a homossexualidade”.

“Somos guiados por nossa tradição. Temos famílias compostas por uma mãe, um pai e filhos. O que Cameron está fazendo pode levar ao colapso da Comunidade Britânica de Nações”.

Zanzibar

Zanzibar, o arquipélago semiautônomo da Tanzânia, também se manifestou publicamente contra a assistência britânica acompanhada de condições impostas.

“Temos uma forte cultura zanzibar e islâmica que detesta as atividades gays e lésbicas, e para qualquer um que nos disser que a assistência de desenvolvimento está ligada à aceitação da homossexualidade, vamos dizer ‘não”, disse Ali Mohamed Shein, presidente do Zanzibar, para jornalistas na última sexta-feira.

“Não podemos fazer concessões desonrosas com relação à nossa cultura profundamente enraizada nem permitir algo que é completamente contra nossa religião. Que eles cortem sua assistência [para nós]”.

Os atos homossexuais são ilegais, em maior ou menor grau, em 40 dos 53 países africanos, de acordo com um levantamento feito pela Associação Internacional de Gays e Lésbicas.

Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com