segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Igreja que prega libertação para homossexuais deve ser punida, diz Jean Wyllys

Julio Severo

O ativista homossexual e deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ), ganhador do Big Brother Brasil de 2005, afirmou em entrevista ao UOL e à Folha de S. Paulo que padres e pastores devem ser punidos por oferecerem, em seus programas de TV e rádio, recuperação, libertação ou cura da homossexualidade. Para ele, tal oferta é crime. “A afirmação de que homossexualidade é uma doença gera sofrimento psíquico para a pessoa homossexual e para a família dessa pessoa”, disse a ex-estrela do BBB.

O atuante ativista gay no Congresso Nacional afirmou que, por enquanto, os religiosos “são livres para dizerem no púlpito de suas igrejas que a homossexualidade é pecado”. Mas o problema surge, segundo ele, quando os religiosos usam os meios públicos como internet, rádio e TV para dizerem que a homossexualidade é pecado ou perversão, que para ele é “demonizar e desumanizar uma comunidade inteira, como é a comunidade homossexual”.

Na entrevista, Wyllys disse que um PLC 122 que só pune lesão corporal ou assassinato é inútil, pois o Código Penal já pune esses crimes. O PLC 122, segundo ele, deveria punir “expressões da homofobia, como a injúria”. Se um homossexual, por exemplo, se sente injuriado com informações escritas ou orais que descrevem os atos homossexuais como pecado, ele poderia acionar a polícia contra o autor das informações.

Por outro lado, pais e mães que se sentem injuriados com informações, cenas e aulas que expõem seus filhos à atividade homossexual como normal não contam com nenhuma lei de proteção, pois ao abrirem a boca para protestar contra a exposição gay eles podem sofrer represálias politicamente corretas. O clima governamental e midiático é tão violentamente pró-homossexualismo que os adultos sentem medo de expressar que eles mesmos se sentem injuriados com a carga de cenas e informações homossexuais que lhes são impostas de todos os lados.

A entrevista ainda diz:

Folha/UOL: No relatório da senadora Marta Suplicy é tratado o caso de cultos religiosos. E há uma certa leniência em relação ao que acontece dentro de templos religiosos. Como ficou essa parte e o que o sr. acha dessa abordagem.

Jean Wyllys: Eu acho que as religiões, elas têm liberdade para propagar da maneira que elas melhor escolheram, definiram, os seus valores. A sua concepção de vida boa. Isso é uma coisa garantida na Constituição e que a gente tem que defender. As religiões são livres para isso. E os pastores são livres para dizer no púlpito de suas igrejas que a homossexualidade é pecado, já que eles assim o entendem.

Entretanto, eu não acho que os pastores que estão ali explorando uma concessão pública de rádio e TV tenham que aproveitar esses espaços para demonizar e desumanizar uma comunidade inteira, como é a comunidade homossexual.

Folha/UOL: Como tratar isso?

Jean Wyllys: Isso é uma injúria. É uma injúria contra um coletivo. E essa injúria motivada pela homofobia, ou seja, a promoção da desqualificação pública da homossexualidade e da dignidade, e ferindo a dignidade dos homossexuais, ela tem que ser enfrentada.Wyllys não está incomodado com a grande mídia, que é descaradamente pró-homossexualismo. O incômodo dele está direcionado às poucas rádios, TVs e sites que pertencem às igrejas e pregam o que ele define como “injúria”.

Assim, enquanto que de um lado a população nada faz contra a exaltação do homossexualismo nos grandes meios de comunicação que sobrevivem às custas de patrocínio e verbas governamentais, a minoria gay, com ampla ajuda do Estado, quer suprimir, silenciar e até prender a maioria que quer liberdade para denunciar o pecado homossexual a partir de seus pequenos meios de comunicação.

Se o deputado-ativista gay conseguir o que quer, a única opinião permitida nas escolas, TV, rádio e internet será a glorificação do homossexualismo, expondo as crianças a um onipresente “kit gay” midiático, onde meninos e meninas aprenderão que homossexualismo é só bom e nada mais — sem jamais terem acesso a informações científicas, médicas, filosóficas e bíblicas.

Os homossexuais, sejam ativistas ou não, não podem alegar que a maciça doutrinação homossexual que eles querem para as crianças nas escolas, TV, rádio e internet tem como objetivo educar seus próprios filhos, pois o homossexualismo não gera filhos. Gera apenas doenças.


Como disse Luiz Mott, líder máximo do movimento homossexual do Brasil:

“Eu costumo falar: Nós precisamos de vocês, heterossexuais. Nós amamos vocês, para que reproduzam filhos que se tornem homossexuais: novos gays e novas lésbicas”.

A declaração de Mott se encontra registrada neste vídeo: http://youtu.be/mF3Z9dO2IBE
Sobre nós, pais e mães, fica, na visão de Jean Wyllys e Luiz Mott, a missão de ter filhos. Aos ativistas gays fica a missão de doutrinar nossos filhos no homossexualismo, para que se tornem os novos gays e as novas lésbicas que o movimento homossexual precisa.

Estudo Biblico TEMA: Prevenção e Reação ao Homossexualismo

TEMA: Prevenção e Reação ao Homossexualismo

Data: 08 de março de 2011
Livro-base: Como Proteger Nossos Filhos Contra a Ameaça do Homossexualismo
Autor: Don Scchmierer, 1ª Edição/2002, Editora CPAD.
Texto-base: I Coríntios 6:9-10 ; Tiago 5:19-20; Romanos 1:22-32
Textos auxiliares: Mt 19:4-6; Rm 12:1-2; Tg 3:16; Tg 1:20.

Sumário:
1. Tendência homossexual, condição homossexual e homossexualismo, fl. 22.
2. Desmitificações:
a) Ninguém nasce homossexual – o homossexualismo não é genético, fl. 58;
b) O homossexualismo é reversível, fl. 14 – II Co 5:18-20; I Jo 1:9;
c) O homossexualismo é uma opção de vida de alto risco, fls. 91, 94, 98-99;
d) A Bíblia condena o homossexualismo, fls. 73-74;
e) O homossexualismo guarda estreita relação com o abuso sexual na infância, fl. 19.
3. Causas e condições que favorecem o desenvolvimento da tendência homossexual, fls. 151-159.
4. Sinais de problemas de ordem sexual, fl.26-27.
5. Doze atitudes que toda a igreja deve tomar, fls. 45-47; 170-172.
6. Dez princípios da educação preventiva (para os pais), fl. 140-141; 82-83.

1. Tendência homossexual, condição homossexual e homossexualismo:
O processo que leva uma pessoa em desenvolvimento à condição de homossexual efetivamente se dá em etapas, começando por uma tendência homossexual – conjunto de déficits físicos, emocionais e ambientais que predispõem o indivíduo para a condição homossexual, que por sua vez, diz respeito a atitudes que transmitem intenção sexual, experimentação e algum nível de envolvimento nesta área. Enfim, a pessoa chega a ser considerada homossexual de fato.

A criança ou adolescente que apresenta atitudes destoantes com a do seu sexo não significa que seja um homossexual.

O fato de que duas pessoas do mesmo sexo tenham mantido relações sexuais não significa que ambos ou um deles seja de fato homossexual.

2. Desmitificações:

a) Ninguém nasce homossexual – o homossexualismo NÃO é genético:
Não existe um terceiro sexo determinado por genes e cromossomos (os cromossomos contêm os genes, que contém as informações). A Biologia (Genética) afirma que os seres humanos possuem 23 pares de cromossomos idênticos, exceto pelo par 23°, em que as mulheres possuem cromossomos XX e os homens cromossomos XY.

Contudo, há características comuns entre pessoas homossexuais. Por exemplo, jogadores de basquete são altos, ágeis, tem estrutura óssea e metabolismo similares, o que não significa que eles sejam geneticamente programados para serem jogadores de basquete – a decisão é de cada um deles. O mesmo acontece com os homossexuais.
Por que as pessoas acreditam que homossexuais já nascem assim?

A pressão exercida por ativistas homossexuais, acusando os psiquiatras de discriminação, fez com que a partir de 1973 o homossexualismo passasse a ser visto como um estilo de vida alternativo, não mais como uma forma de desvio sexual – por motivos políticos. Essa mudança de definição ocorreu quando a Associação Americana Psiquiatria (APA) eliminou a palavra homossexualidade do seu Manual de Diagnóstico e Estatística, deixando de considerá-la uma desordem psicológica. Cinco anos depois, uma pesquisa realizada com 2.500 membros americanos da APA revelou que 68% deles ainda consideravam a homossexualidade como desordem psicológica.

“No Brasil, em1985, o Conselho Federal de Psicologia deixou de considerar a homossexualidade um desvio sexual e, em 1999, estabeleceu regras para a atuação dos psicólogos em relação às questões de orientação sexual, declarando que "a homossexualidade não constitui doença, nem distúrbio e nem perversão" e que os psicólogos não colaborarão com eventos e serviços que proponham tratamento e/ou cura da homossexualidade. No dia 17 de Maio de 1990, a Assembleia-geral da Organização Mundial de Saúde (sigla OMS) retirou a homossexualidade da sua lista de doenças mentais, a Classificação Internacional de Doenças (sigla CID).[21][20] Por fim, em 1991, a Anistia Internacional passou a considerar a discriminação contra homossexuais uma violação aos direitos humanos.” (Wikipédia)

O que diz a Bíblia?

Gênesis 1:26

“E Deus criou o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou.”

Quando Ele criou a vida vegetal (Gn 1:11-19) e a animal (Gn 1:20-25), lê-se: “...e viu Deus que era bom.” Mas, quando Ele cria homem e mulher no último dia de trabalho, o texto diz: “E viu Deus quanto tinha feito, e eis que era muito bom; e foi a tarde e a manhã do dia sexto.” (grifei)

Vimos Deus empenhar-se na criação. Somos projeto Dele – completos perfeitos e acabados. Quando afirmamos que Deus criou alguém homossexual, estamos dizendo que esta obra foi imperfeita, defeituosa, incoerente. Este argumento é incompatível não só com a Palavra de Deus mas também com a ciência.

b) O homossexualismo é reversível:

O homossexualismo é tratável e reversível, principalmente nos dois primeiros estágios do processo, porque se desenvolve a partir de falsas impressões do ser em desenvolvimento, ou seja, ele tem origem em interpretações errôneas do que acontece consigo ou ao seu redor. O homossexualismo é reversível principalmente quando se dá a partir de sequela resultante de abuso sexual e sabemos que feridas e traumas podem ser tratados e curados.

A condição homossexual é um desvio da sexualidade saudável. Não devemos considerá-la como um estado permanente, nem como um terceiro sexo, ou um estilo de vida misteriosamente selado pelo destino. Ela é uma condição e, como tal, pode ser mudada, alterada e evitada, desde que reconhecida em seus estágios iniciais.

Nos E.U.A. existem grupos cristãos de resgate de homossexuais – Exodus, Courage e Homossexuais Anônimos são alguns deles.

II Coríntios 5:18-20

“E tudo isto provém de Deus, que nos reconciliou consigo mesmo por Jesus Cristo, e nos deu o ministério da reconciliação;

Isto é, Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo, não lhes imputando os seus pecados; e pôs em nós a palavra da reconciliação.

De sorte que somos embaixadores da parte de Cristo, como se Deus por nós rogasse. Rogamo-vos, pois, da parte de Cristo, que vos reconcilieis com Deus.”

I João 1:9

“Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça.”

Mateus 11:28-30

“Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei”.
Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e encontrareis descanso para as vossas almas.
Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve.” (grifei)

c) O homossexualismo é uma opção de vida de alto risco:

ü Há pesquisas que demonstram que esta comunidade representa 1% da população e outras que afirmam que eles são 10% da população;

ü Menos de 3% dos homossexuais atinge a idade de 55 anos. A expectativa de vida é de 30 anos menor que a dos heterossexuais;

ü Um homossexual tem em média 50 parceiros por ano (pesquisa da Associação Americana de Psicologia);

ü Os índices de suicídio, homicídio e doenças sexualmente transmissíveis são bem mais altos entre homossexuais do que entre a população em geral;

ü Abrir mão das instituições heterossexuais incorre em perda da identidade cultural (perda das tradições, laços familiares, laços religiosos, profissionais, etc.);

ü Confusão espiritual em razão dos valores antagônicos;

ü Eles são mais suscetíveis a sentimentos de solidão, ansiedade, paranoia, depressão e infelicidade do que os heterossexuais;

ü O abuso de álcool entre os homens gays é duas vezes maior do que entre heterossexuais e sete vezes maior entre mulheres lésbicas;

ü Numa pesquisa entre adolescentes gays, 30% declararam ter tentado o suicídio pelo menos uma vez, em outra pesquisa com 5 mil homens e mulheres homossexuais, 35% dos homens e 38% das mulheres afirmaram ter tentado o suicídio ou considerado seriamente esta possibilidade;

ü Entre 1994 e 1995, os homossexuais masculinos representavam 51% de todas as vítimas de AIDS em relação a 8% de heterossexuais;

ü O risco de câncer anal é de 84 para 1 após o diagnóstico de AIDS;

ü A incidência de sífilis e infecções gastrointestinais é crescente em homossexuais;
ü ¾ da população homossexual contrairá alguma DST ao longo da vida;

Estas três últimas pesquisas fizeram parte de um relatório apresentado pelo Journal of the American Medical Association.

Pergunta: SERÁ QUE VALE A PENA MORRER PELO HOMOSSEXUALISMO?

d) A Bíblia condena o homossexualismo:

Ao abordarmos o pecado é necessário que saibamos que todos somos propensos ao pecado e os cristãos tem um relacionamento com Deus porque enfrentam sua realidade e inclinação pecaminosa por causa da transgressão de Eva e Adão, aceitando o perdão de seus pecados por meio da morte e ressureição de Jesus, ou seja, pela graça de Deus.

Romanos 3:23

“Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus;

Sendo justificados gratuitamente pela sua graça, pela redenção que há em Cristo Jesus.

Ao qual Deus propôs para propiciação pela fé no seu sangue, para demonstrar a sua justiça pela remissão dos pecados dantes cometidos, sob a paciência de Deus;
Para demonstração da sua justiça neste tempo presente, para que ele seja justo e justificador daquele que tem fé em Jesus.” (grifei)

Efésios 2:3-10

Entre os quais todos nós também antes andávamos nos desejos da nossa carne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos; e éramos por natureza filhos da ira, como os outros também.

Mas Deus, que é riquíssimo em misericórdia, pelo seu muito amor com que nos amou,
Estando nós ainda mortos em nossas ofensas, nos vivificou juntamente com Cristo (pela graça sois salvos),

E nos ressuscitou juntamente com ele e nos fez assentar nos lugares celestiais, em Cristo Jesus;

Para mostrar nos séculos vindouros as abundantes riquezas da sua graça pela sua benignidade para conosco em Cristo Jesus.

Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus.
Não vem das obras, para que ninguém se glorie;

Porque somos feitura sua, criados em Cristo Jesus para as boas obras, as quais Deus preparou para que andássemos nelas.” (grifei)

Agora, vamos aos textos referentes ao nosso tema:

Levítico 20:13

“Quando também um homem se deitar com outro homem, como com mulher, ambos fizeram abominação; certamente morrerão; o seu sangue será sobre eles.”

Levítico 18:22

“Com homem não te deitarás, como se fosse mulher; abominação é.”

I Coríntios 6:9-10

Não erreis: nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os maldizentes, nem os roubadores herdarão o reino de Deus.

E é o que alguns têm sido; mas haveis sido lavados, mas haveis sido santificados, mas haveis sido justificados em nome do Senhor Jesus, e pelo Espírito do nosso Deus.
Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas convêm. Todas as coisas me são lícitas, mas eu não me deixarei dominar por nenhuma.

Romanos 1:24-32

“Por isso também Deus os entregou às concupiscências de seus corações, à imundícia, para desonrarem seus corpos entre si;

Pois mudaram a verdade de Deus em mentira, e honraram e serviram mais a criatura do que o Criador, que é bendito eternamente. Amém.

Por isso Deus os abandonou às paixões infames. Porque até as suas mulheres mudaram o uso natural, no contrário à natureza.

E, semelhantemente, também os homens, deixando o uso natural da mulher, se inflamaram em sua sensualidade uns para com os outros, homens com homens, cometendo torpeza e recebendo em si mesmos a recompensa que convinha ao seu erro.

E, como eles não se importaram de ter conhecimento de Deus, assim Deus os entregou a um sentimento perverso, para fazerem coisas que não convêm;

Estando cheios de toda a iniquidade, prostituição, malícia, avareza, maldade; cheios de inveja, homicídio, contenda, engano, malignidade;

Sendo murmuradores, detratores, aborrecedores de Deus, injuriadores, soberbos, presunçosos, inventores de males, desobedientes aos pais e às mães;
Néscios, infiéis nos contratos, sem afeição natural, irreconciliáveis, sem misericórdia;

Os quais, conhecendo a justiça de Deus (que são dignos de morte os que tais coisas praticam), não somente as fazem, mas também consentem aos que as fazem.” (grifei)
e) O homossexualismo guarda estreita relação com o abuso sexual na infância:

O abuso sexual desempenha um papel-chave no homossexualismo. As estatísticas indicam que 58% dos homossexuais sofreram abuso sexual na infância, e os demais, em sua maior parte, foram vítimas de outro tipo de abuso, como maus tratos físicos ou emocionais.

3. Causas e condições que favorecem o desenvolvimento da tendência homossexual:
ü Pessoa em desenvolvimento com déficits físicos e hormonais (plenamente tratáveis) tornam-se socialmente rejeitadas (vítimas de booling), passando rapidamente à exclusão e ostracismo. Às vezes passam a agir e se vestir de forma a agradar ou atrair a atenção.

ü Filhos únicos, caçulas ou adotivos – se tornam íntimos, confidentes ou defensores da mãe (geralmente contra o pai);

ü Pai ausente física ou emocionalmente, ou mesmo violento ou abusador. Há um padrão de relacionamento pai/filho inadequado e infeliz ou simplesmente há ausência de modelo masculino.

ü Mãe dominadora, possessiva, excessivamente crítica ao pai ou dependente emocionalmente – ela pode ser solteira, divorciada ou simplesmente carente;
ü Filho de pais que desejam ou desejavam filho do sexo oposto – podem educá-lo ou vesti-lo como se fosse do sexo oposto;

ü Pais que se agridem física ou verbalmente na frente dos filhos – permitem aos filhos a construção de um padrão inadequado de relacionamento. A frieza dos pais entre si ou com os filhos também é preponderante no desenvolvimento dos filhos;

ü A presença de material pornográfico nos lares também colabora na proliferação de desvios sexuais, assim como vícios na seara sexual. A mídia – no aspecto temático e a internet – em razão da acessibilidade exercem grande influência neste sentido, ditando valores, passando a mensagem de que a maioria das pessoas é homossexual, que pessoas famosas e inteligentes são homossexuais e que este estilo de vida é bom, prazeroso, aceitável, adequado e normal;

ü Abusos sexuais na infância ou adolescência leva a pessoa a acreditar que aquilo é atenção, amor. Ela confunde a carência de amor (geralmente do pai) com atração por pessoa do mesmo sexo, no caso do homossexualismo masculino. Já no homossexualismo feminino, o equivalente se dá pela aversão ao sexo masculino, geralmente causado por pai violento, abusador.

ü Acrescento (Suzi) as causas espirituais, geralmente envolvimento de membros da família com umbanda ou espiritismo. Há um padrão de comportamento sexual nestas religiões, seja por seus dirigentes ou por seus adeptos. O antropólogo Edison Carneiro (irmão do famoso político Nelson Carneiro), afirma no seu livro Candomblés da Bahia (p. 140) que o candomblé arrasta muitos homens ao homossexualismo,
confirmando assim o que já havia sido observado por outro estudioso desse assunto, o sociólogo Roger Bastide. (http://roberto-cavalcanti.blogspot.com/2008/01/homossexualismo-conexo-satnica.html)

4. Sinais de problemas de ordem sexual:

A incidência de vários dos itens abaixo pode indicar que o jovem enfrenta problemas de ordem sexual:

1. Uma criança sensível levada a sentir-se diferente por causa de zombaria ou menosprezo por parte de colegas ou familiares;

2. Um jovem que só anda com meninas e possui histórico de brincadeiras com meninas e não meninos antes da puberdade;

3. Comportamento ou aparência efeminado nos meninos, ou comportamento masculino extremo; estilo e postura masculina nas meninas (não confundir com aparência atlética);

4. Amizade não natural, de caráter compulsivo, misterioso ou inseparável, desenvolvida entre irmãos, primos, parentes ou vizinhos – especialmente em famílias que se formam num novo casamento de um dos pais ou em famílias adotivas;

5. Exagerada rejeição por parte do progenitor do mesmo sexo que a criança;
6. Lar sem a presença de um pai, ou com pai emocionalmente inacessível;

7. Mãe dominadora;

8. Filho caçula;

9. Garota jovem com uma melhor amiga muito mais velha, num relacionamento que exclui outras garotas da mesma idade;

10. Ira – frequentemente manifestada sob a forma de sarcasmo, cinismo ou distanciamento;

11. Criança frágil, com problemas de má formação, surda ou marginalizada por outro motivo; aparência física rejeitada pela sociedade; aluno “lento”;

12. Comentários do tipo: “Eu devo ser gay” ou “Acho que sou bissexual”;

13. Criança solitária, absorta;

14. Meninos que evitam brigas ou altercações físicas.

5. Atitudes que toda a igreja deve tomar:

Por que os homossexuais são tão mal recebidos ou ignorados nas nossas igrejas, se afirmamos ter a mensagem que pode salvar a sua alma e talvez a sua vida? Pense que a igreja pode ser a última parada antes que estes jovens busquem refúgio e aceitação na comunidade gay.

Jesus demonstrou honra e respeito ao entrar numa cidade de samaritanos, conversar com uma mulher pecadora samaritana. Ela também comeu com coletores de impostos, tocou em leprosos e foi acusado de andar com prostitutas.

Por que para estas pessoas, a igreja não representa uma fonte de amor e esperança, mas sim uma lembrança de ódio e rejeição. Porque a igreja tem se identificado mais com escândalo financeiro, degradação sexual, fanatismo, teorias de conspiração, ao invés de se identificar com a vida e a pessoa de Jesus.

A igreja tem sacrificado seus princípios de justiça para atender programas políticos, tem colocado sua esperança neles e deles aguarda solução para seus problemas. A igreja tem se misturado tanto com propósitos, padrões e metodologias mundanos que perdeu sua própria identidade como povo de Deus, se mostrando incapaz de manter-se em conformidade com os propósitos de Deus.

Parecemos estar mais preocupados em crescer em número, construir templos suntuosos, andar em busca de profecias, agir de maneira politicamente correta, nos adequarmos às normas aceitáveis da sociedade a alcançar os confusos, os desagradáveis, os rejeitados, os estranhos, os escandalosos.

Nossa falta de sensibilidade, de graça e de compreensão cristã tem contribuído para engrossar as fileiras da comunidade gay. Temos sido sal da terra e luz nas trevas?
É hora de mudarmos a reação da comunidade cristã frente aos problemas apresentados pelo mundo.

Temos a responsabilidade de orar por eles, cuidar deles, dedicar-lhes nossa vida, se necessário, mas não fomos chamados para fingir que o comportamento sexual adotado por eles é aceitável diante de Deus. Também não podemos nos dobrar diante da postura política defendidas por eles e suas organizações.

Todavia, fora das comunidades religiosas não existem valores absolutos para coibir, guiar, impor limites ou determinar o caminho a seguir. Fora delas impera a ética situacional e o relativismo moral, o padrão aceitável é aquele que faz com que a pessoa se sinta em determinado momento, o que pode incorrer em total ausência de padrões.

Tiago 5:19-20

Irmãos, se algum dentre vós se tem desviado da verdade, e alguém o converter,
Saiba que aquele que fizer converter do erro do seu caminho um pecador, salvará da morte uma alma, e cobrirá uma multidão de pecados.

Então, seguem as seguintes sugestões:

ü Faça tudo à luz da Palavra e do amor de Deus;
ü Seja inclusivo, a despeito de qualquer coisa – acusações devem ser evitadas;
ü Apresente modelos sólidos e positivos;
ü Reforce a identidade sexual verdadeira;
ü Descubra um meio de como falar a respeito de abuso sexual;
ü Escute com atenção e procure estabelecer um diálogo;
ü Elogie todos os esforços positivos;
ü Ensine a Bíblia;
ü Se tiver que confrontar, faça-o com cautela;
ü Estimule a abertura;
ü Prepare-se para revelações sinceras – acredite no que ouvir.

ü Podemos convidar o jovem para passar um tempo com nossa família, concedendo-lhe a oportunidade de observar modelos de comportamento adequados num ambiente caloroso, onde ele se sinta querido e apoiado.

ü Podemos reforçar papéis sexuais saudáveis por meio de elogios, atividades específicas (esporte maquiagem). Demonstre atenção e carinho nas conversas e orações.

ü Sugira, ofereça ou financie sessões de aconselhamento profissional para aqueles que estiverem passando por problemas familiares sérios ou crise na vida (morte, drogas, suicídio, doenças).

ü Devemos assegurar que o jovem receba todo e qualquer cuidado médico que necessitar.
Podemos estimular a inclusão do jovem na nossa própria família, na igreja, no grupo de jovens ou outros ambientes sociais que proporcionem apoio emocional.

sábado, 24 de dezembro de 2011

Mensagem de Natal

Que neste Natal,
eu possa lembrar dos que vivem em guerra,
e fazer por eles uma prece de paz.

Que eu possa lembrar dos que odeiam,
e fazer por eles uma prece de amor.

Que eu possa perdoar a todos que me magoaram,
e fazer por eles uma prece de perdão.

Que eu lembre dos desesperados,
e faça por eles uma prece de esperança.

Que eu esqueça as tristezas do ano que termina,
e faça uma prece de alegria.

Que eu possa acreditar que o mundo ainda pode ser melhor,
e faça por ele uma prece de fé.

Obrigada Senhor
Por ter alimento,
quando tantos passam o ano com fome.

Por ter saúde,
quando tantos sofrem neste momento.

Por ter um lar,
quando tantos dormem nas ruas.

Por ser feliz,
quando tantos choram na solidão.

Por ter amor,
quantos tantos vivem no ódio.

Pela minha paz,
quando tantos vivem o horror da guerra.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

CNBB faz acordo com Marta Suplicy para aprovar PLC 122

Julio Severo

Nota de atualização: A CNBB emitiu nota negando acordo com Suplicy, porém eles tiveram um encontro, que aparentemente foi tão afetuoso que deu no que deu. Como uma CNBB que ajudou a fundar o PT poderia deixar de ser afetuosa com as crias de sua cria? A informação do acordo foi veiculada pelo G1 da Globo e pelo site homossexual MixBrasil. Qual desses esquerdistas está falando a verdade?
A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) fez um acordo para apoiar a aprovação do PLC 122, que será votado nesta quinta-feira, 8 de dezembro, na Comissão de Direitos Humanos do Senado. O acordo, que foi feito com Marta Suplicy do PT, envolveu uma concessão que a relatora do PLC 122 já havia proposto, sem sucesso, para a bancada evangélica, conforme está registrado em entrevista dela contida neste vídeo: http://youtu.be/jIOOE0n2V5g


Com o acordo, padres e pastores poderiam continuar pregando em missas e cultos contra a homossexualidade, mas apenas dentro de seus templos. Fora dos templos, as punições, inclusive com 5 anos de cadeia, continuariam válidas para pregações e opiniões contra o homossexualismo em programas de rádio, TV, escola, sites, blogs, jornais, revistas, etc.

Segundo o gabinete da Senadora Marta Suplicy, a CNBB não fará nenhuma oposição a uma lei que puna crimes homofóbicos e discriminação por orientação sexual. O que a CNBB dizia temer era o PLC 122 punindo discursos religiosos que classificam a homossexualidade como pecado. Mas agora, com a liberdade que Marta garantiu de padres e pastores poderem falar contra a homossexualidade apenas dentro dos templos, a CNBB aparentemente ficou satisfeita. O acordo incluiu o seguinte parágrafo ao texto substitutivo do PLC 122:

“Art. 3º O disposto nesta Lei não se aplica à manifestação pacífica de pensamento decorrente da fé e da moral fundada na liberdade de consciência, de crença e de religião de que trata o inciso VI do art. 5º da Constituição Federal.”
Suplicy acredita que não vá conseguir o voto dos parlamentares evangélicos na votação de quinta-feira, mas ela está confiante no apoio e mobilização da CNBB, pois são necessários apenas 10 votos favoráveis dos 19 membros da Comissão de Direitos Humanos.
Além do acordo com a CNBB, a senadora petista também conta com a ajuda da Rede Globo, que está lançando uma campanha em massa de combate à “homofobia”. A campanha tem o apoio da ONU e do governo petista de Dilma Rousseff.

Ela declara que se a aprovação se tornar realidade na quinta-feira, será possível fazer mais “aprimoramentos” e “avanços” no PLC 122 mais tarde. Ela disse: “Se conseguirmos aprovar, damos um passo avante. Daí encaminhamos para Câmara dos Deputados, onde poderão aprimorar ou propor um novo projeto com mais avanços”.

Jean Wyllys, juntamente com a Frente Parlamentar pela Cidadania LGBT, espera posteriormente derrubar a pequena concessão feita à CNBB, para que o PLC 122 não contenha nenhuma “brecha” para os que se opõem ao avanço da agenda gay.
O que você pode fazer:

Ligue gratuitamente para o Senado e peça para os senadores do seu Estado e todos os outros para não votar no PLC 122/2006. Ligue para 0800-612211.

Para mandar emails aos senadores, veja a lista completa dos emails deles aqui: www.senado.gov.br/senadores

Divulgue este alerta a todos os seus contatos!

Com informações do MixBrasil e G1

Fonte: www.juliosevero.com

Com apoio do governo e da ONU, Rede Globo fará campanha em massa de combate à “homofobia”

Julio Severo

Neste mês de feriado de Natal, a relatora do PLC 122 Marta Suplicy contará com uma poderosa artilharia de apoio.



A Rede Globo, em parceria com o PNUD (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento) e com a Unesco (Organização das Nações Unidas para Educação, a Ciência e a Cultura), elaborou uma campanha de combate à “homofobia” que foi assistida e aprovada pela presidente petista Dilma Rousseff e pela Secretaria de Comunicação da Presidência. A campanha em massa será dirigida ao público durante 15 dias, dando tempo suficiente para Suplicy poder obter da população apoio para a sua ambicionada meta de aprovar a lei federal anti-“homofobia”, mais conhecida como PLC 122.

A propaganda, que durará 30 segundos, terá como slogan “discriminar homossexuais é crime. Cidadania, a gente vê por aqui”. A Secretaria Especial de Direitos Humanos (SDH) declarou que o governo federal não precisou gastar um centavo com a campanha, que foi bancada completamente pela Rede Globo.

Entretanto, a SDH deixou claro que o governo de Dilma Rousseff vai produzir sua própria campanha anti-“homofobia” em massa dirigida à população brasileira em 2012.
A SDH é dirigida pela militante petista radical Maria do Rosário, que tem um projeto de lei para proibir os pais de aplicar correção física nos filhos. De forma oposta, ela apoia o aborto legal e a doutrinação homossexual das crianças nas escolas. De acordo com ela, aplicar disciplina física nos filhos não pode. Mas pode-se, conforme a ideologia dela, matar os filhos antes de nascer e doutriná-los no homossexualismo se não forem abortados.

Se a população vacilar, o PLC 122 será aprovado, trazendo piores consequências do que as consequências que já estão ocorrendo no Estado de São Paulo, onde em 2001 o PSDB aprovou uma lei estadual anti-“homofobia”. Graças a essa lei, obscenidades homossexuais em público estão protegidas pelo governo estadual, que está perseguindo igrejas que divulgam publicamente o que a Bíblia diz sobre o homossexualismo.



Maria do Rosário, Marta Suplicy e ativistas gays exigem aprovação do PLC 122
O apoio explícito da Rede Globo à relatora do PLC 122 não é de estranhar. Anos atrás, Marta Suplicy era funcionária da Globo, apresentando na TV o sexo anormal como se fosse normal. Seu esculachado programa de besteirol sexual acabou virando profissão política. Hoje, mamãe global e filha suplício trabalham com a mesma meta.
Com informações do site homossexual A Capa.

Fonte: www.juliosevero.com

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Pastores presos após pregar contra homossexualismo serão julgados por juíza lésbica

Os pastores David Stokes e Dave Allen foram presos na cidade de Houston (EUA) após pregaram contra o homossexualismo em uma rua da cidade. Os pastores enfrentarão agora um julgamento em tribunal por causa da mensagem que estavam pregando.

Segundo a WND os pastores foram algemados e multados sob a justificativa de terem cartazes que estavam um cm mais grosso do que o permitido, apesar de eles afirmarem que os cartazes estavam na medida certa e que haviam sido aprovados de antemão. Outra justificativa apresentada para a punição aos pastores é o fato de terem um instrumento de expressão que não era de madeira (um shofar de chifre de carneiro).


O cartaz que eles levavam dizia: “beberrões, homossexuais, aborteiros, adúlteros, mentirosos,

fornicadores, ladrões, ateus, bruxos, idolatras, o inferno os aguarda”, fazendo menção à passagem bíblica de 1 Coríntios 6:9-10.
Os pastores serão julgados no Tribunal Municipal de Houston, que é dirigido por Barbara E. Hartle. De acordo com o jornal Dallas Voice, a juíza Hartle está na lista do Fundo de Vitória de Gays e Lésbicas do Texas como “um de nossos poucos membros que está no judiciário do Texas”. Ela foi nomeada para essa posição por Annise Parker, a prefeita de Houston identificada pelo jornal Los Angeles Times como “a primeira lésbica a

chefiar uma grande cidade dos Estados Unidos”.
Allen disse que não importa o que acontecer, o fato de que os pastores foram algemados e multados, com seus cartazes e shofar confiscados, transmitiu um recado assustador sobre a liberdade de expressão com relação à religião e homossexualidade. Ele mencionou também que o que aconteceu com eles fere o direito de livre expressão garantido na Primeira Emenda da Constituição dos Estados Unidos.

O pastor concluiu dizendo que “tudo o que estavam fazendo era pregar” e completou dizendo que pregavam “contra todos os pecados”.

Mas Info: http://gospel.azumare.com/pastores-presos-apos-pregar-contra-homossexualismo-serao-julgados-por-juiza-lesbica-nos-eua#ixzz1flzz6d1P.

Isso é o cúmulo! Imagino que no Brasil vai ser do mesmo jeito, se for aprovada em suma a Pl 122.

“9 Não sabeis que os injustos não herdarão o reino de Deus? Não vos enganeis: nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas,

10 nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbedos, nem os maldizentes, nem os roubadores herdarão o reino de Deus.” (I cor.6.9)

NADA PODEMOS CONTRA A VERDADE!