quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Comentario sobre a reportagem do CQC

Assisti ao programa CQC dia 03 de dezembro de 2012, a reporter foi até Brasilia acompanhar uma discussão sobre a chamada "Cura Gay", pois bem, ele fez perguntas aos pastores Silas e Marco Felicianos, logico para tentar desqualifica-los e humilha-los perante a sociedade brasileira, porem ambos foram sabios e deram suas respectivas respostas na ponta da lingua.

Muito se fala em assassinatos de homossexuais para tentar empurrar de goela abaixo o PLC 122/2006, o que não vão conseguir, perguntaram ainda sobre se existia cura para os heterossexuais, posso responder sim, tem cura, tem cura para diversos tipos de doenças Febre, Dor de Cabeça, Diabetes, entre elas mesmo que achem que não seja, mas também existe cura para os homossexuais, hoje no Brasil ver-se muitos ex-gays declarados, que cansaram dessa vida e hoje tem familia, casado com mulher e tem filhos, mesmo que os piscicologos digam que homossexualidade não é doença, também não pode dizer que a mesma é normal, que o padrão de familia hoje seja o homossexual.

To fora, estou com os pastores, parabeniso os mesmos e que o CQC tenha coerencia e peça aos nobres cidadãos brasileiros desculpas ao povo por que ofenderam a classe heterossexual.

Marco Feliciano e Silas Malafaia são questionados pelo CQC sobre a “cura gay”

 
A repórter Monica Iozzi do programa CQC foi até Brasília para acompanhar a Audiência Pública sobre o projeto chamado de “cura gay” que aconteceu na semana passada reunindo profissionais da área de psicologia, parlamentares, líderes do movimento LGBT e alguns pastores, em especial o pastor Silas Malafaia.
 O pastor Malafaia ficou bastante irritado com as perguntas da repórter que questionou se ele é homofóbico.
Na reportagem do programa da Band que foi ao ar nesta segunda-feira (3) vemos que a repórter tentou falar com alguns deputados que participaram da reunião, entre eles alguns parlamentares evangélicos como Arolde de Oliveira e Marco Feliciano, questionando se é possível curar homossexuais e se é da mesma forma possível curar heterossexuais.
Ao comentar o caso, Feliciano disse que o psicólogo deve ter o direito de tratar de tudo o tipo de angustia do paciente, mas que não pode ser usado a palavra “cura”, pois o homossexualismo não é doença.
Ao falar com o pastor Silas Malafaia a repórter questionou os 165 assassinatos de homossexuais que foram identificados desde o início do ano de 2012.
“Morreram 50 mil pessoas assassinadas o índice que ela está dando é ínfimo. Você quer que eu te dê o número é 0,00152% dos homicídios”, disse ele bastante irritado com as perguntas da repórter.
Fonte: Gospel Prime via blog mroberto