quarta-feira, 20 de março de 2013

Ativismo gay da presidente




A presidente Dilma deu uma forcinha ao ativismo gay durante visita ao neo papa Francisco, em Roma, na cerimônia de entronização do novo pontífice da Igreja Católica Romana. Em longa conversa ao pé do ouvido, Dilma pediu que o papa compreenda as "opções diferenciadas das pessoas". Depois de elogiar o novo foco da igreja de reavivamento de sua missão espiritual, a presidente levantou a bandeira colorida da agenda gay: "É claro que o mundo pede hoje, além disso, que as opções diferenciadas das pessoas sejam compreendidas".

Essa defesa da presidente mostra que o Estado está longe de ser laico, como pregam os ativistas da diversidade sexual. Ele é laico apenas quando o termo serve para refutar qualquer defesa do Evangelho pelos cristãos evangélicos. Mas é extremamente devoto quando precisa dar uma forcinha para brecar o crescimento da cultura evangélica que faz da Bíblia referencial e padrão de vida para o cristão. Usando para isso até a presidente do país para defender a diversidade e uma religiosidade inclusiva.

Na esteira deste bem engendrado movimento, está a defesa do relativismo moral e do liberalismo teológico que faz coro até entre alguns evangélicos que esperam “bênçãos” neste mundo (leia-se dinheiro mesmo) e por isso defendem um evangelho “mais” humanista (kkkkkk, desculpe, mas não dá pra segurar). A intenção clara é frear o conhecimento das Escrituras Sagradas para, assim, calar qualquer um que se opunha ao pecado que é a base da economia desta sociedade hedonista e liberal.

Quem não tem o Espírito não aceita as coisas que vêm do Espírito de Deus, pois lhe são loucura; e não é capaz de entendê-las, porque elas são discernidas espiritualmente”. (1 Coríntios 2:14)

Fred Novais

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