sexta-feira, 26 de julho de 2013

A visita do Papa no Brasil

A visita do Papa no Brasil trás algumas considerações que irei relatar a seguir, antes gostaria de relatar que o Papa é um humano como nós, erra como nós e é pecador como nós. Então, em relação a esse acontecimento tenho a dizer o seguinte:
1 - As pessoas que foram visitar a Jornada Mundial da Juventude não foram exclusivamente para adorar a Deus, mas sim para adorar outro homem, que é pecador como nós, ele é o líder máximo da católica, mas não é sucessor de Pedro, uma coisa temos que reconhecer que o Papa Francisco é humilde e gosta de está no meio do povo.
2 - A igreja tem varios Santos, mas na realidade temos apenas um, Jesus Cristo, este é o que merece toda a atenção, toda adoração, toda honra, toda gloria, ele é o unico mediador entre Deus e os homens, ele é o cabeça da igreja ninguem mudou essa historia, nós somos apenas os membros do corpo, o corpo é a igreja e a cabeça é Jesus Cristo.
3 - Os investimentos que foram gastos com a visita papal deveriam ser gastos com Saúde e Educação, alem de mobilidade e qualidade nos serviços de transporte, alem do mais existem outras prioridades como a moradia, reformulação das favelas, melhoramento na qualidade de atendimento dos policiais com novos cursos de qualificação, atendimento ao publico, aparelhamento, como compra de novas viaturas, novos concursos para todas as areas, investimento em cultura, pois os artistas de começo de carreira são abandonados.
4 - A nossa nação está preparada para receber um representante da Igreja com status de chefe de estado? Sim pode, o que não pode é exagerar com gastos desnecessários, e a prestação de contas vai ser feita, a população brasileira terá direito de saber quanto que foi gasto com o evento? Esperamos resposta

quarta-feira, 24 de julho de 2013

Justiça do Rio nega habeas corpus preventivo a ateus e agnósticos durante a JMJ


Paulo Virgilio

Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro - O Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro negou habeas corpus preventivo impetrado pela Associação Brasileira de Ateus e Agnósticos (Atea) e outros, que pedia a concessão de salvo-conduto em favor de manifestantes ateus, durante a Jornada Mundial da Juventude (JMJ). A negativa foi dada na noite de sábado (20) pelo plantão judiciário do tribunal e divulgada hoje (22) pelo órgão.
No pedido de habeas corpus , a Atea informou que requereu a concessão de salvo-conduto para impedir toda e quaisquer prisão ou coação arbitrárias por quaisquer membros da Polícia Militar e/ou das Forças Armadas brasileiras durante o mencionado evento. A entidade se baseou no argumento de que o general José Alberto da Costa Abreu, comandante da 1ª Divisão do Exército e coordenador de Defesa de Área da JMJ, de que quem tentar promover qualquer mobilização no espaço sob o controle das Forças Armadas será convidado a se retirar.
Diante dessa declaração do general Abreu, os impetrantes do habeas corpussustentaram que haveria ameaça de prisão de cidadãos, ou grupo de cidadãos, pelo simples fato de querer estar presente e eventualmente se manifestar perante qualquer autoridade, nacional ou estrangeira.
Na negativa, o desembargador de plantão ressaltou que o habeas corpus preventivo tem cabimento quando, de fato, houver ameaça à liberdade de locomoção, isto é, sempre que o fundado for o receio de o paciente ser preso ilegalmente. Ainda segundo o desembargador, não há que se falar em ameaça concreta de prisão iminente por ocasião dos eventos relacionados à Jornada Mundial da Juventude.
A decisão sustenta que a condição de ateu deve ser respeitada, porquanto a ausência de crença também está inserida no campo da liberdade de orientação religiosa, protegida pelo texto constitucional. Contudo, essa condição não garante aos pacientes, sob qualquer pretexto, o pretenso direito de manifestação nos locais de livre exercício dos cultos religiosos e suas liturgias, que devem ser protegidos pelo Estado, conforme determinação constitucional.
A Atea está promovendo hoje (22), no Rio de Janeiro e em outras capitais, o Dia Nacional do Desbatismo. O ato é um protesto contra o uso de verbas públicas para a JMJ e a vinda do papa ao Brasil, além da presença de símbolos religiosos em repartições públicas. A entidade pretendia se valer do habeas corpus para garantir as manifestações.
Fonte: Agencia Brasil